Agora, sim, para refletir sobre o post que aborda o uso de redes
sociais na aprendizagem.
E vou fazê-lo citando uma ferramenta de rede social pouco falada
nestes tempos de blogs, Twitter e wikis: o Yahoo Groups!,
serviço gratuito de listas de distribuição de e-mails.
Participo de vários desses grupos e já explorei a tecnologia
durante bastante tempo para oferecer cursos quando os LMSs ainda
não eram populares.
De certa forma, minha experiência atual no Twitter faz lembrar o
que ocorria nas listas de distribuição dos meus cursos: muitas
mensagens enviadas, não raro dezenas por minuto – uma loucura
viciante.
Quando li o texto do Don Taylor, e mais especificamente um dos 3 passos propostos por Armano (Adubar), a lembrança dos cursos oferecidos com listas foi inevitável. Como também foi inevitável a lembrança da principal lição daqueles tempos:
O padrão de interação esperado na comunidade, seja ela voltada a fins educacionais ou profissionais, deve ser modelado desde o
início pelo moderador da lista. Isso quer dizer que cabe a ele
determinar, por exemplo, com que frequência as contribuições dos
participantes serão comentadas ou avaliadas – semanalmente,
diariamente, em cada hora etc.
O moderador também precisa deixar claro se os participantes poderão interagir livremente entre si ou se precisarão seguir um roteiro determinado.
Quaisquer que sejam as regras do jogo, entretanto, não bastará apenas declará-las. Será preciso demonstrá-las na prática.
Um bom resumo: em lugar de “se quer alguma coisa bem-feita, faça você mesmo”, diga “se quer alguma coisa feita à sua maneira, faça você primeiro”.
Agora, sim, para refletir sobre o post que aborda o uso de redes sociais na aprendizagem.
E vou fazê-lo citando uma ferramenta de rede social pouco falada nestes tempos de blogs, Twitter e wikis: o Yahoo Groups!, serviço gratuito de listas de distribuição de e-mails.
Participo de vários desses grupos e já explorei a tecnologia durante bastante tempo para oferecer cursos quando os LMSs ainda não eram populares.
De certa forma, minha experiência atual no Twitter faz lembrar o que ocorria nas listas de distribuição dos meus cursos: muitas mensagens enviadas, não raro dezenas por minuto – uma loucura viciante.
Quando li o texto do Don Taylor, e mais especificamente um dos 3 passos propostos por Armano (Adubar), a lembrança dos cursos oferecidos com listas foi inevitável. Como também foi inevitável a lembrança da principal lição daqueles tempos:
O padrão de interação esperado na comunidade, seja ela voltada a fins educacionais ou profissionais, deve ser modelado desde o início pelo moderador da lista. Isso quer dizer que cabe a ele determinar, por exemplo, com que frequência as contribuições dos participantes serão comentadas ou avaliadas – semanalmente, diariamente, em cada hora etc.
O moderador também precisa deixar claro se os participantes poderão interagir livremente entre si ou se precisarão seguir um roteiro determinado.
Quaisquer que sejam as regras do jogo, entretanto, não bastará apenas declará-las. Será preciso demonstrá-las na prática.
Um bom resumo: em lugar de “se quer alguma coisa bem-feita, faça você mesmo”, diga “se quer alguma coisa feita à sua maneira, faça você primeiro”.
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