Twittar pra quê?

Um estudo divulgado em junho mostrou que 41,6% dos usuários da ferramenta usam-na para manter contato com amigos; 29,1% para melhorar o status; 25,8% para encontrar notícias; 21,7% para trabalhar e 9,4% para fazer pesquisa.

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Redes sociais e aprendizagem 1

Don Taylor publicou um post no Training Zone intitulado Social media: The natural way of learning que vale uma reflexão.

Ele começa a exposição de ideias pela constatação de que as mídias sociais (prefiro redes sociais), graças ao bom e velho boca-a-boca de que já falava Negroponte, subverteram o marketing.

O pulo do gato do autor é a proposta de que as redes sejam usadas também para promoção de aprendizagem. Não que elas venham a substituir os treinamentos tradicionais (presenciais ou a distância), mas poderão favorecer a aprendizagem que já costuma ocorrer nas interações cotidianas pelo compartilhamento de informações – a forma mais natural de aprender, segundo o autor.

Mas o uso de blogs, wikis e microblogs para promover aprendizagem tem um custo que não envolve necessariamente a tecnologia: o de criar e manter uma cultura favorável à comunicação, à colaboração, mas que seja também ‘intelectualmente rigorosa, aberta e honesta’.

Taylor então apresenta os 3 passos propostos por David Armano para criação de redes sociais:

  • Semear: Escolher as pessoas certas para criar a cultura certa, ou seja, pessoas respeitadas, ativas, envolvidas.
  • Adubar: Usar ferramentas que garantam um fluxo constante de conteúdos e ideias frescas para comentário.
  • Podar: Remover discussões, perfis, imagens e dados abandonados que só atravancam o ambiente e dificultam o acesso às informações que as pessoas desejam.

Taylor conclui afirmando que apenas em raros casos as redes sociais não podem ser usadas na promoção da aprendizagem: nos contextos em que a informação precisa ser mantida em sigilo por conta de questões legais.

Don Taylor publicou um post no Training Zone intitulado ‘Social
media: The natural way of learning’ que vale uma reflexão.
Ele começa a exposição de ideias pela constatação de que as
mídias sociais (prefiro redes sociais), graças ao bom e velho
boca-a-boca de que já falava Negroponte, subverteram o
marketing.
O pulo do gato do autor é a proposta de que as redes sejam
usadas também para promoção de aprendizagem. Não que elas venham
a substituir os treinamentos tradicionais (presenciais ou a
distância), mas poderão favorecer a aprendizagem que já costuma
ocorrer nas interações cotidianas pelo compartilhamento de
informações – a forma mais natural de aprender, segundo o autor.
Mas o uso de blogs, wikis e microblogs para promover
aprendizagem tem um custo que não envolve necessariamente a
tecnologia: o de criar e manter uma cultura favorável à
comunicação, à colaboração, mas que seja também
‘intelectualmente rigorosa, aberta e honesta’.
Taylor então apresenta os 3 passos propostos por David Armano
para criação de redes sociais:
Semear: Escolha as pessoas certas para criar a cultura certa, ou
seja, pessoas respeitadas, ativas, envolvidas.
Adubar: Use ferramentas que garantam um fluxo constante de
conteúdos e ideias frescas para comentário.
Podar: Remova discussões, perfis, imagens e dados abandonados
que só atravancam o ambiente e dificultam o acesso às
informações que as pessoas desejam.
Taylor concluir afirmando que apenas raros casos as redes sociais não podem ser usadas na promoção da aprendizagem: nos contextos em que a informação precisa ser mantida em sigilo por conta de questões legais.
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Twitter para iniciantes

Os clipes explicativos da commoncraft são viciantes.

Aqui está um que explica como funciona o Twitter:

E aqui tem uma versão em português.

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O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs

A entrevista começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira:

“As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.”

Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar:

“Escrever num blog não difere em nada de escrever numa folha de papel. Salvo a extensão do texto em que, no caso do blog, se aconselha uma certa brevidade, os escritores não estão condicionados por normas ou regras que, supostamente, caracterizariam o blog.”

E ainda:

“Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises quer considero necessárias. A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.”

Isso vai ao encontro de minha proposta de que o blog não é apenas (será que é de alguma forma?) uma ferramenta de comunicação mediada por computador, mas, sim, uma ferramenta de publicação mediada por computador. Não é CMC, mas PMC.

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Wiki-Coca

Wiki-Coca
O espírito wiki baixou nada mais, nada menos, que na Coca-Cola. Como parte de sua estratégia de crescimento para os próximos dez anos – que tem a inovação como mola mestra – a companhia acaba de criar um portal digital interno, pelo qual seus funcionários, no mundo todo, podem desenvolver novos produtos e processos coletivamente. Ou seja, valendo-se de sua presença global, criou um poderoso instrumento para troca de ideias, experiências e produção de inovação. Está fazendo um ótimo investimento no exercício conjunto da criatividade.

O espírito wiki baixou nada mais, nada menos, que na Coca-Cola. Como parte de sua estratégia de crescimento para os próximos dez anos – que tem a inovação como mola mestra – a companhia acaba de criar um portal digital interno, pelo qual seus funcionários, no mundo todo, podem desenvolver novos produtos e processos coletivamente. Ou seja, valendo-se de sua presença global, criou um poderoso instrumento para troca de ideias, experiências e produção de inovação. Está fazendo um ótimo investimento no exercício conjunto da criatividade.

CRISTINA, L. Wiki-Coca. Boa Chance. O Globo, Rio de Janeiro,  26 jul. 2009. p. 8.
E aqui um clip que explica o que é Wiki:

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