Há valor nas redes!
Pesquisa da Wetpaint e do Altimeter Group sugere que as maiores marcas do mundo vêm percebendo valor ao se engajar nas redes sociais.
A pesquisa correlaciona desempenho financeiro com amplitude e profundidade no uso de blogs, Facebook, YouTube e Twitter, entre outras redes, mas não permite de fato enxergar uma relação causal.
De qualquer forma, o resultado dessa pesquisa precisa ser considerado e aqui vai um resumo:
- Foram consultadas as empresas detentoras das 100 marcas mais importantes, segundo a edição de 2008 da Best Global Brands da Businessweek/Interbrand;
- Avaliaram-se tanto a amplitude (quantidade de redes sociais empregadas) quanto a profundidade ou engajamento (mais do que apenas presença nas redes, significa a interação real e frequente, o estímulo a discussões e disposição de responder);
- Descobriu-se que o aumento de amplitude acelera o engajamento devido ao efeito aprendizagem que se transfere do uso de uma rede para a adoção de outras, mesmo sabendo-se que as redes exigem estratégias diferentes;
- Descobriu-se que o engajamento difere em função da indústria e também dentro de uma mesma indústria.
A pesquisa evidenciou que existem quatro perfis de adoção de redes sociais:
- Maven: Altamente engajada em 7 ou mais redes;
- Butterfly: Fracamente engajada em 7 ou mais redes;
- Selective: Altamente engajada em, no máximo, 6 redes;
- Wallflower: Fracamente engajada em, no máximo, 6 redes.
Mavens, as especialistas, têm uma estratégia forte e equipe dedicada às redes, pois reconhecem que elas representam sua força no mercado. As butterflies enfrentam problemas internos para provar o valor da maioramplitude no uso das redes sociais. Nas selectives, o problema tem a ver com o tamanho das equipes dedicadas, geralmente muito pequenas. As wallflowers ainda estão mapeando o terreno, por isso adotam a estratégia de começar pequeno para minimizar riscos.
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