Empresa 2.0: diferentes interpretações

A expressão ‘Empresa 2.0′ foi cunhada por Andrew MacAffee em 2006 para descrever empresas que exploravam softwares de plataformas sociais emergentes, tanto dentro de suas estruturas quanto no relacionamento com seus parceiros e clientes, para permitir a colaboração e criação de comunidades virtuais.

Alguns traços das plataformas descritas por MacAffee são hoje encontrados em diversas mídia sociais como o Twitter (indiferença a hierarquias formais) e Orkut (aceitação de muitos tipos de dados) etc.

Mas há outras interpretações para a expressão, como, por exemplo, a de Tom Graves, que acrescenta novos traços constitutivos que permitem abarcar mais do que apenas as mídias sociais colaborativas que conhecemos:

  1. Mobilidade: sistemas que permitem consulta ao estoque por meio de dispositivos portáteis como celulares;
  2. Busca e recuperação de dados: adoção da estratégia do Google (são 18 bilhões de páginas à disposição!) à recuperação de documentos corporativos;
  3. Open Source: adoção de sistemas de código aberto como forma de reduzir custos e assegurar controle de versões;
  4. Cloud Computing: acesso à informação para além da estrutura fechada de uma rede corporativa com redução de custos;
  5. Business Intelligence: exploração das informações disponíveis em bancos de dados corporativos para detecção de tendências, previsão de riscos e tomada de decisão.
VN:F [1.9.5_1105]
Rating: 0.0/10 (0 votes cast)
VN:F [1.9.5_1105]
Rating: +1 (from 1 vote)

Sem Comentários

Ainda sem comentários.

RSS feed para comentários a este post.

Deixe o seu comentário

Spam protection by WP Captcha-Free