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	<title>Tudo 2.0 &#187; Pessoas</title>
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		<title>Antropólogos no YouTube</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vídeo An anthropological introduction to YouTube é a apresentação que Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural da Universidade do Estado do Kansas, fez na Biblioteca do Congresso em 23 de junho de 2008 com o propósito de divulgar um campo de pesquisa emergente: a antropologia em redes sociais, mais especificamente na rede de compartilhamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=TPAO-lZ4_hU" target="_blank">An anthropological introduction to YouTube</a> é a apresentação que Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural da Universidade do Estado do Kansas, fez na Biblioteca do Congresso em 23 de junho de 2008 com o propósito de divulgar um campo de pesquisa emergente: a antropologia em redes sociais, mais especificamente na rede de compartilhamento de vídeos YouTube.</p>
<p>Wesch inicia sua apresentação com dados surpreendentes: informa que a quantidade de vídeos publicada no YouTube já superou o que é produzido pelas redes tradicionais de mídia, um fato significativo para o que se convencionou chamar de Web 2.0, contexto em que o conteúdo é produzido e consumido por usuários comuns.</p>
<p>Em seguida, Wesch ressalta que as novas mídias da Web 2.0 se intercomunicam, pois um vídeo publicado no YouTube é comentado em blogs e microblogs, originando o que ele chama de Ambiente de Mídias Integrado (<em>Integrated Mediascape</em>). Essa integração vai além das tecnologias e informações, afetando, inclusive, os relacionamentos humanos.</p>
<p>Wesch caracteriza a <a href="http://mediatedcultures.net/" target="_blank">pesquisa</a> que vem realizando com seu grupo no YouTube como de natureza etnográfica e ressalta sua base metodológica na observação participante quando declara a importância de vivenciar os fenômenos para compreendê-los.</p>
<p>A partir da observação longitudinal feita por seus alunos, vários fenômenos característicos dessas novas sociedades em rede vêm sendo elucidados:</p>
<ul>
<li>Implosão do Contexto (<em>Context Collapse</em>): A ideia é que ‘todos estão assistindo, mas não tem ninguém lá’, isto é, as pessoas publicam vídeos sem saber em que contexto eles serão considerados. Esses conteúdos podem, inclusive, ser remixados.</li>
<li>Autoconsciência Exacerbada (<em>Hyper Self-awareness</em>): O próprio autor poderá se tornar plateia de seu vídeo, o que exacerba o potencial para a autorreflexão.</li>
<li>Anonimidade aliada à Distância Física aliada ao Diálogo Raro e Efêmero resulta em Ódio como Performance Pública (demonstração pública de ódio) / liberdade para experimentar ser humano sem medo ou ansiedade. O primeiro aspecto é bastante conhecido como ‘flaming’ em fóruns virtuais. A segunda possibilidade, entretanto, não costuma ser ressaltada em mídias sociais.</li>
<li>Arrebatamento Estético (<em>Aesthetic Arrest</em>): A rede permite que as pessoas invistam na observação de outras sem o medo de serem pegas no ato de observação (staring), que é considerado socialmente condenável. Isso traz admiração profunda pelo outro.</li>
<li>Enganando o Sistema (<em>Gaming the System</em>): Os usuários aproveitam-se das características/limitações do sistema para conquistar popularidade. Ex. Os thumbnails exibidos na pré-apresentação dos vídeos são obtidos no trecho central do vídeo enviado, portanto quem deseja conquistar público insere nesse ponto imagens de impacto.</li>
</ul>
<p>O conceito de Autenticidade também é discutido a partir do questionamento sobre a possibilidade de as pessoas representarem personagens que não refletem suas identidades reais. Esse fenômeno é atualmente analisado sob a perspectiva de que a identidade não é monolítica, mas construída contextualmente .</p>
<p>Esse vídeo é fundamental para quem pretende obter uma compreensão do fenômeno das mídias sociais a partir de uma visão ‘de dentro’.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/28/antropologos-no-youtube/" rel="bookmark">Antropólogos no YouTube</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 28 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Educação 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/24/educacao-2-0-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Wesch]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo From Knowledgeable to Knowledge-able: Learning in New Media Environments, Michael Wesch, professor da Universidade do Kansas, apresenta neste artigo uma reflexão sobre a educação que ainda predomina em grande parte das escolas e que se fundamenta nos pressupostos de que aprender é acumular conhecimentos valiosos que são transmitidos dentro de uma estrutura social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo <em><a href="http://www.academiccommons.org/commons/essay/knowledgable-knowledge-able" target="_blank">From Knowledgeable to Knowledge-able</a>: Learning in New Media Environments</em>, <a href="http://ksuanth.weebly.com/wesch.html" target="_blank">Michael Wesch</a>, professor da Universidade do Kansas, apresenta neste artigo uma reflexão sobre a educação que ainda predomina em grande parte das escolas e que se fundamenta nos pressupostos de que aprender é acumular conhecimentos valiosos que são transmitidos dentro de uma estrutura social na qual se destaca a autoridade do professor.</p>
<p>Para o autor, essa educação vem sendo ameaçada pelas novas tecnologias de informação e comunicação, que há algum tempo vêm instaurando novas formas de interação, discurso, sociabilidade e colaboração. E as novas gerações parecem cada vez mais familiarizadas com essa verdadeira revolução tecnológica e social.</p>
<p>Wesch assinala dentre os marcos dessa revolução: a popularização dos blogs, que deram aos usuários o poder de se transformar em produtores de informação e não mais meros consumidores como nas décadas anteriores; a Wikipedia, que provou que conteúdo produzido por usuários pode ter qualidade compatível com a de obras produzidas por especialistas; e as novas formas de organizar coletivamente o aparente caos da Web, tais como as tags (etiquetas).</p>
<p>Nesse novo contexto de mídias, ele afirma, chega-se ao ponto em que o usuário não mais precisará buscar a informação, pois ela poderá chegar até ele.</p>
<p>Ao ignorar essa realidade, a educação acaba por gerar o fenômeno que wesch chama de &#8216;crise da significância&#8217;, pela qual os alunos lutam para encontrar sentido naquilo que a escola lhes impõe e quando não o encontram demonstram comportamentos disruptivos &#8211; desatenção, confrontação e até agressividade.</p>
<p>A solução para Wesch está na aceitação de que a informação no mundo atual não mais se encontra em um lugar privilegiado (a escola) nem tampouco nas mãos de um ser privilegiado (o professor). Ela está em todos os lugares, acessível por diversas tecnologias que os próprios alunos já dominam. O que falta é lançar o foco sobre o porquê aprender (a significância para o aluno), facilitar o como aprender (dando-lhe recursos que a tecnologia não garante) e deixar que a aprendizagem ocorra naturalmente.</p>
<p>O &#8216;como&#8217; é para Wesch de vital importância. Na educação que vimos fazendo até então, simplesmente organizávamos o conhecimento a ser transmitido em disciplinas estanques (língua portuguesa não tem a ver com matemática, que não tem a ver com geografia etc.). Na educação verdadeiramente contemporânea, wesch defende que o foco seja deslocado para as subjetividades, isto é, para as formas de abordar, compreender e interagir com o mundo.</p>
<p>Ensinar com foco em subjetividades implica criar instabilidade, desafiar os pressupostos que todos os seres humanos têm arraigados dentro de si. Isso é desafiador e só ocorre onde há respeito mútuo entre professor e aluno. Cabe ao professor, nesse contexto, instilar no aluno a confiança necessária de que ele precisará para enfrentar o desafio de questionar tudo, inclusive a si mesmo.</p>
<p>Wesch não tem respostas sobre a forma certa de enfrentar esse desafio, que ele chama de &#8216;antiensino&#8217;. Na verdade, ele aponta as dificuldades inerentes ao processo a partir de sua própria prática no ensino superior &#8211; p.ex. a necessidade de cumprir exigências institucionais para avaliação de aprendizagem.</p>
<p>O que ele destaca, entretanto, também a partir de sua experiência, é que o antiensino permite criar ambientes efetivamente favoráveis à aprendizagem significativa para o aluno.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/24/educacao-2-0-2/" rel="bookmark">Educação 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 24 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Por que tuítam os famosos?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/01/por-que-tuitam-os-famosos/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Revista da TV do Jornal O Globo traz hoje uma matéria sobre os famosos que têm perfil no Twitter. O título da matéria parece já responder a pergunta que faço: eles querem ter contato mais direto com seus fãs. William Bonner, âncora do Jornal Nacional, tem um perfil com mais de 190 mil seguidores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista da TV do Jornal O Globo traz hoje uma matéria sobre os famosos que têm perfil no Twitter. O título da matéria parece já responder a pergunta que faço: eles querem ter contato mais direto com seus fãs.</p>
<p>William Bonner, âncora do Jornal Nacional, tem um perfil com mais de 190 mil seguidores cujas mensagens apresentam alguém bem diferente do jornalista sério que ele já provou ser. Em um post recente, <a href="http://twitter.com/realwbonner/status/5326738564" target="_blank">ele declarou</a>:</p>
<p>&#8220;No Twitter, eu me divirto muito com essa bobagem que escrevo. e vejo que muitos de vocês também se divertem e se surpreendem.&#8221;</p>
<p>Sobre o motivo de não ter (também) um blog, <a href="http://twitter.com/realwbonner/status/5326771204" target="_blank">ele afirmou</a>:</p>
<p>&#8220;Mas isso é twitter. Mensagens curtas, descompromissadas. Um blog seria insuportável, só com essas brincadeiras. Não sou humorista.&#8221;</p>
<p>Mas há famosos para quem o contato com fãs pode render resultados profissionais. Os humoristas, por exemplo, costumam testar antes com seus seguidores as piadas que contarão em shows e programas.</p>
<p>E há os que exploram seus perfis com fins mais obviamente comerciais, recebendo para exibir publicidade, o que nem sempre é uma prática vista com bons olhos.</p>
<p>BRAVO, Z. Contato direto e imediato. <strong>Revista da TV</strong>. Domingo, 1º nov. 2009. p. 16.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/01/por-que-tuitam-os-famosos/" rel="bookmark">Por que tuítam os famosos?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 1 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Utopias Mortas</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/10/19/utopias-mortas/</link>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 22:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[política]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou lendo De Cuba, com carinho, da blogueira Yoani Sánchez, obra que recomendo a todos. Transcrevo aqui um dos trechos da obra que mais me tocou, na verdade um dos posts de seu blog Generación Y: A utopia imposta Habito uma utopia que não é minha. Diante dela, os meus avós se persignaram e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou lendo <em>De Cuba, com carinho</em>, da blogueira Yoani Sánchez, obra que recomendo a todos.</p>
<p>Transcrevo aqui um dos trechos da obra que mais me tocou, na verdade um dos <em>posts </em>de seu blog <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">Generación Y</a>:</p>
<p><strong><em>A utopia imposta</em></strong><em><br />
Habito uma utopia que não é minha. Diante dela, os meus avós se persignaram e os meus pais entregaram os seus melhores anos. Eu a levo sobre os ombros sem poder sacudi-la.</em></p>
<p><em>Algumas pessoas que não a vivenciam tentam me convencer &#8211; a distância &#8211; de que eu devo conservá-la. Porém, é alienante viver uma ilusão alheia, carregar o peso daquilo que outros sonharam.</em></p>
<p><em>Aos que me impuseram &#8211; sem me consultar &#8211; essa miragem, quero avisar, desde agora, que não pretendo deixá-la de herança para meus filhos.</em></p>
<p>SÁNCHES, Y. <strong>De Cuba, com carinho</strong>. Tradução de Benivaldo Araújo e Carlos Donato Petrolini Jr.  São Paulo: Contexto, 2009, p. 161-162.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/19/utopias-mortas/" rel="bookmark">Utopias Mortas</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 19 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>Biz na Veja: o futuro do Twitter</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/10/18/biz-na-veja-o-futuro-do-twitter/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 16:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[Christopher Isaac  &#8217;Biz&#8217;  Stone é uma das personalidades mais influentes do mundo, segundo a revista Time. Aos 35 anos, Biz é um dos criadores do Twitter, ferramenta que, segundo declara à revista Veja desta semana, foi lançada sem a certeza de que despertaria algum interesse. De fato, por quase dois anos (2006-2008), o interesse foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Christopher Isaac  &#8217;Biz&#8217;  Stone é uma das personalidades mais influentes do mundo, segundo a revista Time. Aos 35 anos, Biz é um dos criadores do Twitter, ferramenta que, segundo declara à revista Veja desta semana, foi lançada sem a certeza de que despertaria algum interesse.</p>
<p>De fato, por quase dois anos (2006-2008), o interesse foi pouco, mas vem crescendo a ponto de ser considerado um dos trunfos da vitoriosa campanha presidencial de Barack Obama. Biz acredita que essa relação entre o twitter e a política tem a ver tanto com a facilidade que a ferramenta traz para quem deseja publicar na Internet e desconhece as linguagens técnicas quanto com o fato de que ele &#8220;permite a conexão direta&#8221; entre os políticos e os eleitores.</p>
<p>O entrevistado também cita a importância que o Twitter adquiriu em função de movimentos populares no Irã e no <a href="http://www.cnn.com/2008/TECH/04/25/twitter.buck/" target="_blank">Egito</a>, algo totalmente inesperado para os criadores da ferramenta.</p>
<p>Esses fatos desfazem a falsa noção de que as mensagens trocadas no Twitter não passam de trivialidades. Segundo Stone, muitos usuários trocam informações sobre o que ocorre em suas comunidades, o que pode incluir questões tão diversas quanto o trânsito e a violência urbana.</p>
<p>Para o futuro, ele indica o lançamento de contas para empresas com serviços agregados de interesse específico e uma maior integração entre as redes sociais.</p>
<p>Crente no crescimento contínuo de seu produto, Biz Stone afirma que a maior vantagem dele em relação a tecnologias mais tradicionais como o e-mail e as mensagens instantâneas está na liberdade oferecida ao usuário, que não se sente obrigado a responder todas as mensagens que lê.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/18/biz-na-veja-o-futuro-do-twitter/" rel="bookmark">Biz na Veja: o futuro do Twitter</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 18 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>Dentro da cabeça do filósofo</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/dentro-da-cabeca-do-filosofo/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 12:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cognição]]></category>
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		<description><![CDATA[O filósofo Pierre Lévy deu uma entrevista ao Portal G1 na qual fala sobre o projeto que coordena para criação de uma linguagem que dê à Web um caráter realmente universal (não fragmentado pelas línguas naturais) e permita a potencialização da inteligência coletiva. Não vou comentar o projeto, sobre o qual já twittei, mas sim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filósofo Pierre Lévy deu uma <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1284962-6174,00.html" target="_blank">entrevista ao Portal G1</a> na qual fala sobre o projeto que coordena para criação de uma linguagem que dê à Web um caráter realmente universal (não fragmentado pelas línguas naturais) e permita a potencialização da inteligência coletiva.</p>
<p>Não vou comentar o projeto, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/20/pierre-levy-google-e-web-semantica/" target="_blank">sobre o qual já twittei</a>, mas sim as declarações finais feitas pelo filósofo sobre as mídias sociais que ele usa no dia a dia. Essa informação é valiosa, pois nos abre uma janela para a mente de um formador de opinião.</p>
<p>Lévy declara que usa o Twitter, que considera &#8220;social e intelectualmente muito complexo&#8221;, e segue 134 pessoas no momento em que escrevo, mas afirma ter dificuldade para ler tudo.</p>
<p>Considerando seus 2200 seguidores, <a href="http://www.webecologyproject.org/wp-content/uploads/2009/09/influence-report-final.pdf" target="_blank">pode-se concluir que ele não tem o propósito de usar a rede prioritariamente para o diálogo</a>, mas, talvez, para se manter em dia com as novidades relativas aos assuntos de seu interesse. Manter uma rede pequena e bem selecionada deve, portanto, ser sua estratégia de uso da rede social.</p>
<p>Outra ferramenta 2.0 usada pelo filósifo é o <a href="http://delicious.com/about" target="_blank">Delicious</a>, um serviço para manutenção de bookmarks que permite a indexação (tagging), armazenamento e compartilhamento de referências úteis. Ele declara que a ferramenta é uma forma de &#8220;organizar a memória de longo prazo&#8221;, atribuindo a ela, portanto, uma função cognitiva importante, mas também de &#8220;descobrir pessoas que estão interessadas nos mesmos assuntos&#8221;, isto é, de filtragem social da informação.</p>
<p>Lévy também usa o <a href="http://www.twine.com/item/125cmssw7-2s8/semantic-web-use-cases-and-case-studies-twine" target="_blank">Twine</a>, ferramenta construída como plataforma de aplicativos semânticos que emprega processamento de linguagem natural, análise estatística e análise de grafos para ajudar as pessoas a lidar com a sobrecarga de informações que as assola atualmente. Ele declara que já &#8220;[descobriu] coisas no Twine que [acabou] postando no Twitter&#8221;, caracterizando a ferramenta como outro filtro social importante.</p>
<p>Saber como Pierre Lévy e outros pensadores exploram as mídias sociais nos dá uma oportunidade de entender sua função como apoios à cognição ou, nos termos do próprio Lévy, tecnologias da inteligência.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/dentro-da-cabeca-do-filosofo/" rel="bookmark">Dentro da cabeça do filósofo</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 5 de Setembro de 2009.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Índices de Popularidade no Twitter</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/15/indices-de-popularidade-no-twitter/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/15/indices-de-popularidade-no-twitter/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 21:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[peopleware]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O mapeamento das redes de relacionamento vem começando a me interessar, mas não pelo fator vaidade, para descobrir se meu perfil é ou não popular. Quero saber se o mapeamento dos vínculos permite descobrir algo sobre como os relacionamentos estimulam a aprendizagem. Enquanto não avanço nisso, descobri o TFF Ratio, uma ferramenta que calcula o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mapeamento das redes de relacionamento vem começando a me interessar, mas não pelo fator vaidade, para descobrir se meu perfil é ou não popular.</p>
<p>Quero saber se o mapeamento dos vínculos permite descobrir algo sobre como os relacionamentos estimulam a aprendizagem.</p>
<p>Enquanto não avanço nisso, descobri o TFF Ratio, uma ferramenta que calcula o índice de popularidade a partir da relação entre seguidores e seguidos.</p>
<p>A lógica é que quanto maior for a razão mais popular você será, mas isso pode não ser necessariamente bom, como o site explica nos índices que traduzo abaixo:</p>
<ul>
<li>&lt;1.0 = Você está em busca de conhecimento e amigos, mas sem muito sucesso.</li>
<li>~1.0 = Você é respeitado. Isso significa que você &#8216;escuta&#8217; as pessoas e é &#8216;escutado&#8217; por elas.</li>
<li>2.0+ = Você e popular e as pessoas querem saber o que você tem a dizer. Talvez seja um líder na sua comunidade.</li>
<li>10.0+= Você é uma estrela do rock ou um elitista que não quer perder tempo com papo furado e talvez goste de &#8216;ouvir sua própria voz&#8217;. Ainda bem que as pessoas também gostam.</li>
</ul>
<p>Acompanhe <a href="http://tffratio.com/history.aspx/tudo2ponto0" target="_blank">aqui o histórico do meu TFF</a>.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/15/indices-de-popularidade-no-twitter/" rel="bookmark">Índices de Popularidade no Twitter</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 15 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Governo Eletrônico 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/governo-eletronico-2-0/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 23:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
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		<description><![CDATA[A McKinsey publicou um artigo de Baumgarten e Chui em que aborda os obstáculos ao sucesso das iniciativas de governo eletrônico. Embora o foco sejam iniciativas dos Estados Unidos, eles alertam que as questões relevantes podem ser aplicáveis a qualquer país, portanto precisamos saber o que eles têm a dizer. Para os autores três fatores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A McKinsey publicou um <a href="http://www.mckinseyquarterly.com/E-government_20_2408" target="_blank">artigo de Baumgarten e Chui</a> em que aborda os obstáculos ao sucesso das iniciativas de governo eletrônico. Embora o foco sejam iniciativas dos Estados Unidos, eles alertam que as questões relevantes podem ser aplicáveis a qualquer país, portanto precisamos saber o que eles têm a dizer.</p>
<p>Para os autores três fatores limitam o sucesso das iniciativas de governo eletrônico:</p>
<ol>
<li>Práticas de governança confusas e ineficientes, traduzindo-se, por exemplo, em serviços web de um mesmo órgão não consolidados em um portal único, o que obriga os cidadãos a ter múltiplos perfis de usuário em sites diferentes;</li>
<li>Carência de profissionais técnicos qualificados para desenvolver e aperfeiçoar os serviços;</li>
<li>Dificuldade para adoção do paradigma 2.0 mesmo em órgãos que já superaram as limitações anteriores, principalmente por causa de preocupações com segurança.</li>
</ol>
<p>A superação dos fatores 1 e 2, para Baumgarten e Chui, facilita a superação do fator 3, o qual exige também uma radical mudança de perspectiva no sentido de considerar cidadãos, empresas e outros órgãos de governo como parceiros na criação de novos serviços e de conteúdo relevante.</p>
<p>O sucesso dependerá de uma estrutura de gestão bem organizada, tecnicamente capacitada e apoiada por informações (não suposições) que permitam a tomada de decisão.</p>
<p>Os autores citam alguns casos de sucesso, dentre os quais o <a href="http://www.appsfordemocracy.org/" target="_blank">Apps for Democracy</a> de Washington DC, que economizou milhares de dólares graças ao desenvolvimento de serviços web por cidadãos com benefícios para a própria comunidade local.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/governo-eletronico-2-0/" rel="bookmark">Governo Eletrônico 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Nielsen e as Intranets 2.0</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 11:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[intranets]]></category>
		<category><![CDATA[Jakob Nielsen]]></category>
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		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas. Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da Geração Y no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.useit.com/alertbox/social-intranet-features.html" target="_blank">coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas.</p>
<p>Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG76933-8376-2,00-A+GERACAO+QUE+O+MARKETING+AINDA+NAO+DECIFROU.html" target="_blank">Geração Y</a> no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar essas ferramentas (YouTube, Wikipedia, Facebook, Twitter, blogs) na vida cotidiana, logo deverão esperar encontrar essas ferramentas também nas empresas onde trabalharem.</p>
<p>Nielsen alerta que o processo não se restringe à adoção de ferramentas &#8211; não importa quais -, mas deve ser encarado como a busca de uma solução para uma demanda do negócio e que cada empresa terá necessidade de uma ou/e outra ferramenta, mas não de todas.</p>
<p>Ele relaciona, enfim, alguns fatores interessantes como resultado de uma pesquisa envolvendo 14 empresas, de 6 países, que já têm Intranets 2.0:</p>
<ol>
<li>A Intranet 2.0 costuma surgir e crescer na empresa como uma iniciativa &#8216;sem patrocínio&#8217; até que demonstre seu valor à alta hierarquia;</li>
<li>A alta hierarquia raramente tem entre seus membros representantes da Geração Y, portanto são os empregados da ponta os que aderem mais facilmente e &#8216;levantam a bandeira&#8217;;</li>
<li>As comunidades formadas por meio dessas ferramentas costumam ser &#8216;autopoliciadas&#8217;, dispensando medidas de segurança drásticas. Basta que haja algum treinamento sobre a conduta apropriada e que não se permita o anonimato;</li>
<li>A Intranet 2.0 tem a ver com a comunicação, mas também com negócios, portanto é necessário que alguém fique oficialmente responsável por garantir que os produtos dessa comunicação retroalimentem as áreas de negócio;</li>
<li>As ferramentas devem ser integradas de forma natural aos recursos de Intranet já existentes, de forma que os empregados não precisem ter informações duplicadas em diferentes ambientes.</li>
</ol>
<p>A implantação de uma Intranet 2.0 não é um processo simples nem tampouco rápido e depende muito da cultura da empresa. Naquelas em que os empregados percebem que a informação tem mais valor quando é guardada, uma iniciativa dessa natureza pode resultar em fracasso.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/" rel="bookmark">Nielsen e as Intranets 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs</title>
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		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 13:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[blogueiros]]></category>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[pmc]]></category>
		<category><![CDATA[Saramago]]></category>

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		<description><![CDATA[A entrevista começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira: &#8220;As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.&#8221; Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2009/07/26/jose-saramago-fala-sobre-twitter-lula-seu-novo-livro-208101.asp" target="_blank">entrevista</a> começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira:</p>
<p>&#8220;As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.&#8221;</p>
<p>Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar:</p>
<p>&#8220;Escrever num blog não difere em nada de escrever numa folha de papel. Salvo a extensão do texto em que, no caso do blog, se aconselha uma certa brevidade, os escritores não estão condicionados por normas ou regras que, supostamente, caracterizariam o blog.&#8221;</p>
<p>E ainda:</p>
<p>&#8220;Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises quer considero necessárias. A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.&#8221;</p>
<p>Isso vai ao encontro de minha proposta de que o blog não é apenas (será que é de alguma forma?) uma ferramenta de comunicação mediada por computador, mas, sim, uma ferramenta de publicação mediada por computador. Não é <a title="Twitter é CMC" href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/" target="_self">CMC</a>, mas <a title="Twittando" href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/" target="_self">PMC</a>.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/" rel="bookmark">O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Julho de 2009.</p>
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