<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tudo 2.0 &#187; 2.0</title>
	<atom:link href="http://www.comunicar.pro.br/tag/2-0/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.comunicar.pro.br</link>
	<description>porque naveg@r é impreciso</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Jun 2010 14:11:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=abc</generator>
		<item>
		<title>Empresa 2.0: diferentes interpretações</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/03/empresa-2-0-diferentes-interpretacoes/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/03/empresa-2-0-diferentes-interpretacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=290</guid>
		<description><![CDATA[A expressão &#8216;Empresa 2.0&#8242; foi cunhada por Andrew MacAffee em 2006 para descrever empresas que exploravam softwares de plataformas sociais emergentes, tanto dentro de suas estruturas quanto no relacionamento com seus parceiros e clientes, para permitir a colaboração e criação de comunidades virtuais. Alguns traços das plataformas descritas por MacAffee são hoje encontrados em diversas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expressão &#8216;Empresa 2.0&#8242; foi cunhada por Andrew MacAffee em 2006 para descrever empresas que exploravam softwares de plataformas sociais emergentes, tanto dentro de suas estruturas quanto no relacionamento com seus parceiros e clientes, para permitir a colaboração e criação de comunidades virtuais.</p>
<p>Alguns traços das plataformas descritas por MacAffee são hoje encontrados em diversas mídia sociais como o Twitter (indiferença a hierarquias formais) e Orkut (aceitação de muitos tipos de dados) etc.</p>
<p>Mas <a href="http://smartdatacollective.com/Home/21119" target="_blank">há outras interpretações para a expressão</a>, como, por exemplo, a de Tom Graves, que acrescenta novos traços constitutivos que permitem abarcar mais do que apenas as mídias sociais colaborativas que conhecemos:</p>
<ol>
<li>Mobilidade: sistemas que permitem consulta ao estoque por meio de dispositivos portáteis como celulares;</li>
<li>Busca e recuperação de dados: adoção da estratégia do Google (são 18 bilhões de páginas à disposição!) à recuperação de documentos corporativos;</li>
<li>Open Source: adoção de sistemas de código aberto como forma de reduzir custos e assegurar controle de versões;</li>
<li>Cloud Computing: acesso à informação para além da estrutura fechada de uma rede corporativa com redução de custos;</li>
<li>Business Intelligence: exploração das informações disponíveis em bancos de dados corporativos para detecção de tendências, previsão de riscos e tomada de decisão.</li>
</ol>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/03/empresa-2-0-diferentes-interpretacoes/" rel="bookmark">Empresa 2.0: diferentes interpretações</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 3 de Setembro de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/03/empresa-2-0-diferentes-interpretacoes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Facebookicídio?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 11:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=284</guid>
		<description><![CDATA[Duas matérias recentes sobre o Facebook chamaram minha atenção. Na primeira, publicada no New York Times, fala-se em um pequeno, mas significativo, &#8216;êxodo&#8217; de usuários, não obstante os 87,7 milhões de visitantes que a rede social recebeu nos Estados Unidos apenas em julho. A razão, segundo a matéria, está na constatação de que há interesses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas matérias recentes sobre o Facebook chamaram minha atenção.</p>
<p>Na <a href="http://www.nytimes.com/2009/08/30/magazine/30FOB-medium-t.html" target="_blank">primeira, publicada no New York Times</a>, fala-se em um pequeno, mas significativo, &#8216;êxodo&#8217; de usuários, não obstante os 87,7 milhões de visitantes que a rede social recebeu nos Estados Unidos apenas em julho. A razão, segundo a matéria, está na constatação de que há interesses comerciais por trás da ferramenta.</p>
<p>Eu pergunto: mas isso não é óbvio? Todas as mídias 2.0 que hoje permitem acesso gratuito estão em busca de um modelo de negócios que lhes dê retorno. Assim é com o YouTube e assim também será com o Facebook. A questão é que deve haver um contrato claro que ofereça aos usuários garantias de que sua privacidade seja preservada quando eles assim o desejarem.</p>
<p>O que eu chamo de &#8216;Facebookicídio&#8217; já ocorreu há alguns anos com o Google no Brasil, mas por razões diferentes, como descrevi em um <a href="http://www.comunicar.pro.br/artigos/invasprivac.pdf" target="_blank">artigo</a>.</p>
<p>A <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204660604574370450465849142.html" target="_blank">segunda matéria, publicada no Wall Street Journal</a>, explica por que o Facebook &#8216;mata&#8217; as amizades. Segundo Liz Bernstein, as pessoas hoje dizem que estão muito ocupadas para encontrar os amigos e mesmo para pegar o telefone e ligar para eles, mas dedicam horas às mídias sociais. Além disso, elas parecem estar alheias ao fato de que nem tudo o que publicam nas redes será do interesse dos amigos ou será interpretado corretamente ou de forma positiva.</p>
<p>Muito embora tudo o que Liz afirma possa ser verdade, não culparia o Facebook nem qualquer outras tecnologia. Da mesma forma que não culparia os carros potentes pelos desastres nas estradas. O uso &#8211; e o abuso &#8211; das ferramentas é praticado pelas pessoas, portanto a decisão de manter os relacionamentos saudáveis também deve ser delas.</p>
<p>A questão é muito mais complexa do que se apresenta.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/" rel="bookmark">Facebookicídio?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 2 de Setembro de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Wikipédia: onde o 2.0 encontra a tradição?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/30/wikipedia-onde-o-2-0-encontra-a-tradicao/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/30/wikipedia-onde-o-2-0-encontra-a-tradicao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 21:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Wikipedia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=276</guid>
		<description><![CDATA[Um dos ícones da Web 2.0 pelo fato de seu conteúdo ser produto de colaboradores anônimos, a Wikipédia recentemente ultrapassou a marca de 3 milhões de verbetes na sua versão em língua inglesa. Visitado por 60 milhões de americanos a cada mês, seu site é um sucesso de audiência, estando entre os 10 mais populares [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos ícones da Web 2.0 pelo fato de seu conteúdo ser produto de colaboradores anônimos, <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1269964-6174,00-WIKIPEDIA+ATINGE+A+MARCA+DE+MILHOES+DE+ARTIGOS+NA+SUA+VERSAO+EM+INGLES.html" target="_blank">a Wikipédia recentemente ultrapassou a marca de 3 milhões de verbetes na sua versão em língua inglesa</a>. Visitado por 60 milhões de americanos a cada mês, seu site é um sucesso de audiência, estando entre os 10 mais populares da Internet.</p>
<p>Mas esse sucesso não desobriga seus gestores de mexer no time que está ganhando &#8211; muito pelo contrário! &#8211; e <a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3940506-EI4802,00.html" target="_blank">uma novidade está para ser implementada na ferramenta</a>: um sistema de edição, feito por editores voluntários experientes, impedirá a publicação de informações imprecisas, falsas ou ofensivas, que poderiam trazer à Wikimedia Foundation danos mais vultosos do que apenas à imagem.</p>
<p>A grita contra o controle editorial da informação em uma ferramenta 2.0 promete ser grande, mas, segundo o <a href="http://asc-parc.blogspot.com/2009/08/part-2-more-details-of-changing-editor.html" target="_blank">pesquisador Ed H. Chi</a>, do Centro de Pesquisa de Palo Alto, a Wikipédia já abrigava editores experientes que restrigiam a publicação por novatos, o que contradiz a frase encontrada na home de seu site: &#8216;the free encyclopedia that anyone can edit&#8217; (&#8216;a enciclopédia gratuita que qualquer um pode editar&#8217;).</p>
<p>Com ou sem resistência às novidades, o que se sabe é que a Wikipédia faz parte do arsenal de ferramentas de consulta dos usuários da Web e precisará encontrar formas de assegurar a confiabilidade da informação publicada, uma responsabilidade reconhecida por Jimmy Wales, um de seus fundadores.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/30/wikipedia-onde-o-2-0-encontra-a-tradicao/" rel="bookmark">Wikipédia: onde o 2.0 encontra a tradição?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 30 de Agosto de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/30/wikipedia-onde-o-2-0-encontra-a-tradicao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A Revolução das Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/14/a-revolucao-das-midias-sociais/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/14/a-revolucao-das-midias-sociais/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 23:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[boca a boca]]></category>
		<category><![CDATA[geração y]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Wikipedia]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=219</guid>
		<description><![CDATA[Não sei se os dados são confiáveis, mas a mensagem é clara: as mídias sociais são o novo continente ainda por mapear. Obrigado, @cronai.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se os dados são confiáveis, mas a mensagem é clara: as mídias sociais são o novo continente ainda por mapear. Obrigado, <a href="http://twitter.com/cronai" target="_blank">@cronai</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="315" src="http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/14/a-revolucao-das-midias-sociais/" rel="bookmark">A Revolução das Mídias Sociais</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Agosto de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/14/a-revolucao-das-midias-sociais/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Há valor nas redes!</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/09/ha-valor-nas-redes/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/09/ha-valor-nas-redes/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 13:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=206</guid>
		<description><![CDATA[Pesquisa da Wetpaint e do Altimeter Group sugere que as maiores marcas do mundo vêm percebendo valor ao se engajar nas redes sociais. A pesquisa correlaciona desempenho financeiro com amplitude e profundidade no uso de blogs, Facebook, YouTube e Twitter, entre outras redes, mas não permite de fato enxergar uma relação causal. De qualquer forma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.engagementdb.com/" target="_blank">Pesquisa da Wetpaint e do Altimeter Group</a> sugere que as maiores marcas do mundo vêm percebendo valor ao se engajar nas redes sociais.</p>
<p>A pesquisa correlaciona desempenho financeiro com amplitude e profundidade no uso de blogs, Facebook, YouTube e Twitter, entre outras redes, mas não permite de fato enxergar uma relação causal.</p>
<p>De qualquer forma, o resultado dessa pesquisa precisa ser considerado e aqui vai um resumo:</p>
<ul>
<li>Foram consultadas as empresas detentoras das 100 marcas mais importantes, segundo a edição de 2008 da Best Global Brands da Businessweek/Interbrand;</li>
<li>Avaliaram-se tanto a amplitude (quantidade de redes sociais empregadas) quanto a profundidade ou engajamento (mais do que apenas presença nas redes, significa a interação real e frequente, o estímulo a discussões e disposição de responder);</li>
<li>Descobriu-se que o aumento de amplitude acelera o engajamento devido ao efeito aprendizagem que se transfere do uso de uma rede para a adoção de outras, mesmo sabendo-se que as redes exigem estratégias diferentes;</li>
<li>Descobriu-se que o engajamento difere em função da indústria e também dentro de uma mesma indústria.</li>
</ul>
<p>A pesquisa evidenciou que existem quatro perfis de adoção de redes sociais:</p>
<ol>
<li>Maven: Altamente engajada em 7 ou mais redes;</li>
<li>Butterfly: Fracamente  engajada em 7 ou mais redes;</li>
<li>Selective: Altamente engajada em, no máximo, 6 redes;</li>
<li>Wallflower: Fracamente  engajada em, no máximo, 6 redes.</li>
</ol>
<p>Mavens, as especialistas, têm uma estratégia forte e equipe dedicada às redes, pois reconhecem que elas representam sua força no mercado. As butterflies enfrentam problemas internos para provar o valor da maioramplitude no uso das redes sociais. Nas selectives, o problema tem a ver com o tamanho das equipes dedicadas, geralmente muito pequenas. As wallflowers ainda estão mapeando o terreno, por isso adotam a estratégia de começar pequeno para minimizar riscos.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/09/ha-valor-nas-redes/" rel="bookmark">Há valor nas redes!</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 9 de Agosto de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/09/ha-valor-nas-redes/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Governo Eletrônico 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/governo-eletronico-2-0/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/governo-eletronico-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 23:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[cmc]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=200</guid>
		<description><![CDATA[A McKinsey publicou um artigo de Baumgarten e Chui em que aborda os obstáculos ao sucesso das iniciativas de governo eletrônico. Embora o foco sejam iniciativas dos Estados Unidos, eles alertam que as questões relevantes podem ser aplicáveis a qualquer país, portanto precisamos saber o que eles têm a dizer. Para os autores três fatores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A McKinsey publicou um <a href="http://www.mckinseyquarterly.com/E-government_20_2408" target="_blank">artigo de Baumgarten e Chui</a> em que aborda os obstáculos ao sucesso das iniciativas de governo eletrônico. Embora o foco sejam iniciativas dos Estados Unidos, eles alertam que as questões relevantes podem ser aplicáveis a qualquer país, portanto precisamos saber o que eles têm a dizer.</p>
<p>Para os autores três fatores limitam o sucesso das iniciativas de governo eletrônico:</p>
<ol>
<li>Práticas de governança confusas e ineficientes, traduzindo-se, por exemplo, em serviços web de um mesmo órgão não consolidados em um portal único, o que obriga os cidadãos a ter múltiplos perfis de usuário em sites diferentes;</li>
<li>Carência de profissionais técnicos qualificados para desenvolver e aperfeiçoar os serviços;</li>
<li>Dificuldade para adoção do paradigma 2.0 mesmo em órgãos que já superaram as limitações anteriores, principalmente por causa de preocupações com segurança.</li>
</ol>
<p>A superação dos fatores 1 e 2, para Baumgarten e Chui, facilita a superação do fator 3, o qual exige também uma radical mudança de perspectiva no sentido de considerar cidadãos, empresas e outros órgãos de governo como parceiros na criação de novos serviços e de conteúdo relevante.</p>
<p>O sucesso dependerá de uma estrutura de gestão bem organizada, tecnicamente capacitada e apoiada por informações (não suposições) que permitam a tomada de decisão.</p>
<p>Os autores citam alguns casos de sucesso, dentre os quais o <a href="http://www.appsfordemocracy.org/" target="_blank">Apps for Democracy</a> de Washington DC, que economizou milhares de dólares graças ao desenvolvimento de serviços web por cidadãos com benefícios para a própria comunidade local.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/governo-eletronico-2-0/" rel="bookmark">Governo Eletrônico 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/governo-eletronico-2-0/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Nielsen e as Intranets 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 11:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[cmc]]></category>
		<category><![CDATA[geração y]]></category>
		<category><![CDATA[intranets]]></category>
		<category><![CDATA[Jakob Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Wikipedia]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=193</guid>
		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas. Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da Geração Y no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.useit.com/alertbox/social-intranet-features.html" target="_blank">coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas.</p>
<p>Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG76933-8376-2,00-A+GERACAO+QUE+O+MARKETING+AINDA+NAO+DECIFROU.html" target="_blank">Geração Y</a> no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar essas ferramentas (YouTube, Wikipedia, Facebook, Twitter, blogs) na vida cotidiana, logo deverão esperar encontrar essas ferramentas também nas empresas onde trabalharem.</p>
<p>Nielsen alerta que o processo não se restringe à adoção de ferramentas &#8211; não importa quais -, mas deve ser encarado como a busca de uma solução para uma demanda do negócio e que cada empresa terá necessidade de uma ou/e outra ferramenta, mas não de todas.</p>
<p>Ele relaciona, enfim, alguns fatores interessantes como resultado de uma pesquisa envolvendo 14 empresas, de 6 países, que já têm Intranets 2.0:</p>
<ol>
<li>A Intranet 2.0 costuma surgir e crescer na empresa como uma iniciativa &#8216;sem patrocínio&#8217; até que demonstre seu valor à alta hierarquia;</li>
<li>A alta hierarquia raramente tem entre seus membros representantes da Geração Y, portanto são os empregados da ponta os que aderem mais facilmente e &#8216;levantam a bandeira&#8217;;</li>
<li>As comunidades formadas por meio dessas ferramentas costumam ser &#8216;autopoliciadas&#8217;, dispensando medidas de segurança drásticas. Basta que haja algum treinamento sobre a conduta apropriada e que não se permita o anonimato;</li>
<li>A Intranet 2.0 tem a ver com a comunicação, mas também com negócios, portanto é necessário que alguém fique oficialmente responsável por garantir que os produtos dessa comunicação retroalimentem as áreas de negócio;</li>
<li>As ferramentas devem ser integradas de forma natural aos recursos de Intranet já existentes, de forma que os empregados não precisem ter informações duplicadas em diferentes ambientes.</li>
</ol>
<p>A implantação de uma Intranet 2.0 não é um processo simples nem tampouco rápido e depende muito da cultura da empresa. Naquelas em que os empregados percebem que a informação tem mais valor quando é guardada, uma iniciativa dessa natureza pode resultar em fracasso.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/" rel="bookmark">Nielsen e as Intranets 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Culto do amador</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/29/culto-do-amador/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/29/culto-do-amador/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 23:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=145</guid>
		<description><![CDATA[Depois de ler o livro do Hewitt, tive de ler o do Keen para ter os dois pontos vista sobre as tecnologias 2.0. Dito assim, até parece que os pontos de vista são radicalmente opostos. E quase que são mesmo. Keen investe sete capítulos de oito para descrever, com dados e referências, por que &#8220;blogs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler <a href="http://books.google.com.br/books?id=lfveI4ppj0sC&amp;dq=blog+hewitt&amp;printsec=frontcover&amp;source=bl&amp;ots=4UOQTXR-SB&amp;sig=Y03uESrEEOWgSr7sF8cdNaTZ4Wg&amp;hl=pt-BR&amp;ei=HH9jSq_HKoSktgfiuLX1Dw&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=3" target="_blank">o livro do Hewitt</a>, tive de ler <a href="http://veja.abril.com.br/250309/p_130.shtml" target="_blank">o do Keen</a> para ter os dois pontos vista sobre as tecnologias 2.0.</p>
<p>Dito assim, até parece que os pontos de vista são radicalmente opostos. E quase que são mesmo.</p>
<p>Keen investe sete capítulos de oito para descrever, com dados e referências, por que &#8220;blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, culturas e valores&#8221; (são palavras dele, não minhas, fique claro).</p>
<p>Mas Keen não é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luddismo">neoludita</a>, como deixa claro (apenas) no último capítulo, quando enxerga saídas para que as novas tecnologias convivam de forma saudável com as mídias tradicionais.</p>
<p>Ainda que sob o risco de simplificar excessivamente a interpretação da obra de Keen, diria que ele parece pôr toda a culpa nas tecnologias, demonizando-as como se tivessem um poder oculto de despertar os nossos piores instintos/pecados: mentira, luxúria, cobiça.</p>
<p>Mas nós sabemos que os vícios supostamente estimulados pelas tecnologias 2.0 sempre estiveram aí, muito antes mesmo de a Internet se tornar popular. Afinal, antes que se pudesse copiar ilegalmente os CDs para distribuição nas redes P2P, já se copiavam ilegalmente os LPs por meio de fitas magnéticas, não é verdade?</p>
<p>O que ocorreu de fato foi um aumento de volume das práticas ilegais, mas, se elas sempre estiveram presentes de alguma forma e não conseguiram destruir nossa economia, cultura e valores, por que as tecnologias atuais conseguiriam fazê-lo?</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/29/culto-do-amador/" rel="bookmark">Culto do amador</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 29 de Julho de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/29/culto-do-amador/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escrita e Poder 2</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder-2/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder-2/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 23:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=53</guid>
		<description><![CDATA[Desde que foi inventada, provavelmente para permitir a manutenção de registros comerciais, a escrita sempre esteve, de alguma forma, associada ao poder. Nas civilizações antigas, os escribas detinham o poder da escrita, pois o domínio dessa tecnologia era de conhecimento restrito. Esse poder aproximava os escribas das classes dominantes (reis, faraós etc.), que sancionavam as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que foi inventada, provavelmente para permitir a manutenção de registros comerciais, a escrita sempre esteve, de alguma forma, associada ao poder.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img title="Escriba egípcio" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0a/GD-EG-Louxor-126.JPG/300px-GD-EG-Louxor-126.JPG" alt="Estatueta de escriba egípcio" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Estatueta de escriba egípcio</p></div>
<p>Nas civilizações antigas, os escribas detinham o poder da escrita, pois o domínio dessa tecnologia era de conhecimento restrito. Esse poder aproximava os escribas das classes dominantes (reis, faraós etc.), que sancionavam as informações que deveriam ser registradas. Assim poucos tinham o poder de decidir o que seria ou não registrado e poucos tinham o poder (a capacidade) de fazer esse registro.</p>
<p>No mundo moderno, apesar de as tecnologias 2.0 terem oferecido a todas as pessoas a capacidade de se tornarem autoras de seus próprios textos, ainda sobrevivem instâncias nas quais a escrita se apresenta como uma tecnologia para registro e circulação de informações cujo acesso é restrito. Um exemplo disso ocorre na instituição que chamamos de academia.</p>
<p>Artigos, monografias, dissertações e teses são os nomes de alguns gêneros textuais altamente ritualizados pelos quais o conhecimento produzido nas diversas ciências passa pelo crivo de corpos editoriais e bancas examinadoras, formadas por autoridades já referendadas por pares dentro da própria academia.</p>
<p>Não há aqui uma crítica, mas um preâmbulo para tentar explicar o que estaria por trás de uma história que ouvi há alguns dias e que, por motivos éticos, relato aqui sem dar os nomes aos &#8216;personagens&#8217;.</p>
<p>A história começa quando um professor entrevista um conhecido filósofo e pergunta por que este não tem um blog. A resposta do entrevistado é contundente: &#8220;não estou interessado em investir meu tempo e esforço em textos efêmeros&#8221;.</p>
<p>Passado o (meu) choque, uma vez que reconheço tal filósofo como alguém que valoriza as novas tecnologias, busquei entender o que ele poderia ter querido dizer com &#8216;textos efêmeros&#8217;.</p>
<p>Encontrei duas justificativas que podem muito bem ser equivocadas:</p>
<p>(a) O filósofo, isso é fato, vive em uma cultura altamente letrada na qual os textos circulam de forma bastante fluente. Nessa cultura, as ideias precisam ser depuradas, aprofundadas antes que adquiram a forma final, que deverá ser registrada pela escrita e impressa;<br />
(b) O filósofo teme que seus textos sejam indevidamente apropriados por estranhos que não lhe reconhecerão a autoria das ideias. Trata-se do medo do plágio, que gera muitas &#8216;histórias de horror&#8217; na academia.</p>
<p>Talvez a resposta do filósofo seja explicável por uma combinação das duas justificativas acima, mas teimo (é a leitura que quero fazer) em ver a segunda explicação como a mais provável.</p>
<p>Reconheço que o medo do plágio é grande e afeta a todos na academia e sei que a Internet é fonte quase inesgotável de textos que podem sofrer apropriação indébita por pessoas inescrupulosas. Mas acredito que seja justamente a Internet a solução desse problema, e ela pode estar nos blogs.</p>
<p>Ao publicar uma ideia inovadora no seu blog, por exemplo, o nosso filósofo poderia garantir seu direito à autoria sobre ela. Se ele é realmente uma pessoa conhecida, seu blog terá milhares de leitores, que saberão ser dele a autoria da ideia inovadora. Isso dificultará que um espertalhão venha reivindicar a autoria indevida sem o risco de ser desmascarado.</p>
<p>Resta saber se acadêmicos como o nosso filósofo estão dispostos a &#8216;quebrar essa barreira&#8217; e passar a realmente partilhar suas ideias, permitindo-se realmente construir o conhecimento em rede.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder-2/" rel="bookmark">Escrita e Poder 2</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 19 de Julho de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder-2/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Dois.Zero</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/doispontozero/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/doispontozero/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 10:46:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[peopleware]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=23</guid>
		<description><![CDATA[Segundo a Wikipedia, o termo Web 2.0 foi criado em 2004 por uma empresa americana para reconhecer a emergência de uma segunda geração de tecnologias ditas sociais, tais como os wikis, o Orkut, o Facebook, os blogs e, mais recentemente, o Twitter. Todas essas tecnologias têm algo em comum: a informação produzida pelos usuários e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0" target="_blank">Wikipedia</a>, o termo Web 2.0 foi criado em 2004 por uma empresa americana para reconhecer a emergência de uma segunda geração de tecnologias ditas sociais, tais como os wikis, o Orkut, o Facebook, os blogs e, mais recentemente, o Twitter.</p>
<p>Todas essas tecnologias têm algo em comum: a informação produzida pelos usuários e a possibilidade de criação de comunidades em torno de uma área comum de interesse.</p>
<p>Mas, como muitos experimentadores puderam verificar, não se trata de um contexto em que se possa dizer &#8216;construa que eles virão&#8217;. Às vezes, &#8216;eles&#8217; vêm, mas não ficam, as comunidades não sobrevivem, não se tem nada a dizer (nem a trocar) e as ferramentas ficam apenas como potencial não realizado.</p>
<p>Talvez o que se queira dizer quando se fala de Web 2.0 (ou qualquer coisa 2.0) é que o valor não está no hardware nem no software, mas no humanware ou, melhor, no peopleware.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/doispontozero/" rel="bookmark">Dois.Zero</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 18 de Julho de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/doispontozero/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
