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	<title>Tudo 2.0 &#187; blog</title>
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		<title>Utopias Mortas</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Oct 2009 22:24:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[Yoani Sánchez]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou lendo De Cuba, com carinho, da blogueira Yoani Sánchez, obra que recomendo a todos. Transcrevo aqui um dos trechos da obra que mais me tocou, na verdade um dos posts de seu blog Generación Y: A utopia imposta Habito uma utopia que não é minha. Diante dela, os meus avós se persignaram e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou lendo <em>De Cuba, com carinho</em>, da blogueira Yoani Sánchez, obra que recomendo a todos.</p>
<p>Transcrevo aqui um dos trechos da obra que mais me tocou, na verdade um dos <em>posts </em>de seu blog <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">Generación Y</a>:</p>
<p><strong><em>A utopia imposta</em></strong><em><br />
Habito uma utopia que não é minha. Diante dela, os meus avós se persignaram e os meus pais entregaram os seus melhores anos. Eu a levo sobre os ombros sem poder sacudi-la.</em></p>
<p><em>Algumas pessoas que não a vivenciam tentam me convencer &#8211; a distância &#8211; de que eu devo conservá-la. Porém, é alienante viver uma ilusão alheia, carregar o peso daquilo que outros sonharam.</em></p>
<p><em>Aos que me impuseram &#8211; sem me consultar &#8211; essa miragem, quero avisar, desde agora, que não pretendo deixá-la de herança para meus filhos.</em></p>
<p>SÁNCHES, Y. <strong>De Cuba, com carinho</strong>. Tradução de Benivaldo Araújo e Carlos Donato Petrolini Jr.  São Paulo: Contexto, 2009, p. 161-162.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/19/utopias-mortas/" rel="bookmark">Utopias Mortas</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 19 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>Ainda o Blog do Planalto</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/ainda-o-blog-do-planalto/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 12:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[pmc]]></category>

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		<description><![CDATA[A polêmica sobre o Blog do Planalto frequentou as redes sociais e noticiários esta semana. A principal crítica feita pelos especialistas e veteranos das mídias sociais foi a respeito da unidirecionalidade adotada na ferramenta, isto é, da impossibilidade de os leitores comentarem as informações publicadas. Trata-se de uma decisão tomada pela Secretaria de Comunicação Social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A polêmica sobre o Blog do Planalto frequentou as redes sociais e <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/04/especialistas-criticam-formato-do-blog-do-planalto/" target="_blank">noticiários</a> esta semana.</p>
<p>A principal crítica feita pelos especialistas e veteranos das mídias sociais foi a respeito da unidirecionalidade adotada na ferramenta, isto é, da impossibilidade de os leitores comentarem as informações publicadas.</p>
<p>Trata-se de uma decisão tomada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), gestora da ferramenta, que <a href="http://blog.planalto.gov.br/sobre/" target="_blank">a apresenta</a> como &#8220;o novo canal de comunicação do governo com a sociedade&#8221; e &#8220;um primeiro passo para estabelecermos um diálogo cada vez mais próximo e informal entre governo e sociedade&#8221;.</p>
<p>Se essas declarações de propósitos devem ser levadas ao pé da letra, as críticas têm fundamento, pois só se estabelece comunicação dialógica quando o canal está aberto dos dois lados, emissor e receptor, dando ao receptor a possibilidade de também assumir o papel de emissor.</p>
<p>Mas o mesmo texto declaratório informa que o blog será para &#8220;compartilhar [...] informações sobre o cotidiano da Presidência da República&#8221;, isto é, será (também) uma ferramenta de informação.</p>
<p>Dessa forma, uma vez que a vertente de comunicação ainda não está habilitada, pode-se considerar que o Blog do Planalto é apenas uma ferramenta de informação (ou <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/" target="_blank">PMC</a>), no tradicional estilo &#8216;broadcasting&#8217;, isto é, de um para muitos.</p>
<p>Quando a comunicação estiver, enfim, habilitada, o &#8220;boa leitura!&#8221; da frase final poderá ser atualizado para &#8220;vamos conversar!&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/ainda-o-blog-do-planalto/" rel="bookmark">Ainda o Blog do Planalto</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 5 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Twitter + blog</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-blog/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 00:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Raquel Recuero e Gabriela Zago descobriram que 77% dos participantes de sua pesquisa sobre o Twitter no Brasil também tinham blog. Raquel sugeriu três razões para esse comportamento: O Twitter fornece a um blogueiro informações previamente coletadas e filtradas que podem alimentar novos posts de seu blog; O blogueiro pode usar o Twitter para divulgar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Raquel Recuero e Gabriela Zago descobriram que 77% dos participantes de sua pesquisa sobre o Twitter no Brasil também tinham blog.</p>
<p><a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/por_que_os_blogueiros_tem_twitter.html" target="_blank">Raquel</a> sugeriu três razões para esse comportamento:</p>
<ol>
<li>O Twitter fornece a um blogueiro informações previamente coletadas e filtradas que podem alimentar novos posts de seu blog;</li>
<li>O blogueiro pode usar o Twitter para divulgar esses novos posts para sua relação de leitores (ou seguidos);</li>
<li>O Twitter permite ao blogueiro medir o impacto desses novos posts sobre os leitores do blog a partir dos comentários e críticas que os mesmos leitores postem no Twitter.</li>
</ol>
<p>A pesquisadora conclui, portanto, que blogs e Twitter são, de alguma forma, complementares.</p>
<p>Eu me arrisco a fazer uma análise adicional: blogueiros que têm perfil no Twitter e seguem os comportamentos 2 e 3 demonstram conhecimento, mesmo que de forma incidental, de uma prática de usabilidade ao apresentar aos seus leitores níveis de aprofundamento distintos na leitura.</p>
<p>Assim, um leitor pode se contentar com a leitura de um post que o usuário do Twitter @fulanodetal publicou sobre o assunto assunto X e não clicar no link que direciona para o texto integral no blog desse mesmo usuário. Já outro leitor pode buscar um aprofundamento que só o blog, não limitado pela quantidade de caracteres, permite e clicar no tal link.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-blog/" rel="bookmark">Twitter + blog</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 31 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Redes sociais e aprendizagem 2</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/28/redes-sociais-e-aprendizagem-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 23:24:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[wiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora, sim, para refletir sobre o post que aborda o uso de redes sociais na aprendizagem. E vou fazê-lo citando uma ferramenta de rede social pouco falada nestes tempos de blogs, Twitter e wikis: o Yahoo Groups!, serviço gratuito de listas de distribuição de e-mails. Participo de vários desses grupos e já explorei a tecnologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Agora, sim, para refletir sobre o post que aborda o uso de redes</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">sociais na aprendizagem.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E vou fazê-lo citando uma ferramenta de rede social pouco falada</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">nestes tempos de blogs, Twitter e wikis: o Yahoo Groups!,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">serviço gratuito de listas de distribuição de e-mails.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Participo de vários desses grupos e já explorei a tecnologia</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">durante bastante tempo para oferecer cursos quando os LMSs ainda</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">não eram populares.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">De certa forma, minha experiência atual no Twitter faz lembrar o</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">que ocorria nas listas de distribuição dos meus cursos: muitas</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">mensagens enviadas, não raro dezenas por minuto &#8211; uma loucura</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">viciante.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quando li o texto do Don Taylor, e mais especificamente um dos 3 passos propostos por Armano (Adubar), a lembrança dos cursos oferecidos com listas foi inevitável. Como também foi inevitável a lembrança da principal lição daqueles tempos:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O padrão de interação esperado na comunidade, seja ela voltada a fins educacionais ou profissionais, deve ser modelado desde o</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">início pelo moderador da lista. Isso quer dizer que cabe a ele</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">determinar, por exemplo, com que frequência as contribuições dos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">participantes serão comentadas ou avaliadas &#8211; semanalmente,</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">diariamente, em cada hora etc.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O moderador também precisa deixar claro se os participantes poderão interagir livremente entre si ou se precisarão seguir um roteiro determinado.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Quaisquer que sejam as regras do jogo, entretanto, não bastará apenas declará-las. Será preciso demonstrá-las na prática.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Um bom resumo: em lugar de &#8220;se quer alguma coisa bem-feita, faça você mesmo&#8221;, diga &#8220;se quer alguma coisa feita à sua maneira, faça você primeiro&#8221;.</div>
<p>Agora, sim, para refletir sobre o <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/27/redes-sociais-e-aprendizagem/" target="_blank">post que aborda o uso de redes sociais na aprendizagem</a>.</p>
<p>E vou fazê-lo citando uma ferramenta de rede social pouco falada nestes tempos de blogs, Twitter e wikis: o <a href="http://br.groups.yahoo.com/" target="_blank">Yahoo Groups!</a>, serviço gratuito de listas de distribuição de e-mails.</p>
<p>Participo de vários desses grupos e já explorei a tecnologia durante bastante tempo para oferecer cursos quando os <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Learning_management_system" target="_blank">LMS</a>s ainda não eram populares.</p>
<p>De certa forma, minha experiência atual no Twitter faz lembrar o que ocorria nas listas de distribuição dos meus cursos: muitas mensagens enviadas, não raro dezenas por minuto &#8211; uma loucura viciante.</p>
<p>Quando li o texto do <a href="http://www.trainingzone.co.uk/topic/learning-technologies/social-media-natural-way-learning" target="_blank">Don Taylor</a>, e mais especificamente um dos 3 passos propostos por Armano (Adubar), a lembrança dos cursos oferecidos com listas foi inevitável. Como também foi inevitável a lembrança da principal lição daqueles tempos:</p>
<p>O padrão de interação esperado na comunidade, seja ela voltada a fins educacionais ou profissionais, deve ser modelado desde o início pelo moderador da lista. Isso quer dizer que cabe a ele determinar, por exemplo, com que frequência as contribuições dos participantes serão comentadas ou avaliadas &#8211; semanalmente, diariamente, em cada hora etc.</p>
<p>O moderador também precisa deixar claro se os participantes poderão interagir livremente entre si ou se precisarão seguir um roteiro determinado.</p>
<p>Quaisquer que sejam as regras do jogo, entretanto, não bastará apenas declará-las. Será preciso demonstrá-las na prática.</p>
<p>Um bom resumo: em lugar de &#8220;se quer alguma coisa bem-feita, faça você mesmo&#8221;, diga &#8220;se quer alguma coisa feita à sua maneira, faça você primeiro&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/28/redes-sociais-e-aprendizagem-2/" rel="bookmark">Redes sociais e aprendizagem 2</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 28 de Julho de 2009.</p>
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		<item>
		<title>Redes sociais e aprendizagem 1</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/27/redes-sociais-e-aprendizagem/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 22:52:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[boca a boca]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[wiki]]></category>

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		<description><![CDATA[Don Taylor publicou um post no Training Zone intitulado Social media: The natural way of learning que vale uma reflexão. Ele começa a exposição de ideias pela constatação de que as mídias sociais (prefiro redes sociais), graças ao bom e velho boca-a-boca de que já falava Negroponte, subverteram o marketing. O pulo do gato do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Don Taylor publicou um <a href="http://www.trainingzone.co.uk/topic/learning-technologies/social-media-natural-way-learning" target="_blank">post no Training Zone</a> intitulado <em>Social media: The natural way of learning</em> que vale uma reflexão.</p>
<p>Ele começa a exposição de ideias pela constatação de que as mídias sociais (prefiro redes sociais), graças ao bom e velho boca-a-boca <a href="http://web.media.mit.edu/~nicholas/Wired/WIRED4-10.html" target="_blank">de que já falava Negroponte</a>, subverteram o marketing.</p>
<p>O pulo do gato do autor é a proposta de que as redes sejam usadas também para promoção de aprendizagem. Não que elas venham a substituir os treinamentos tradicionais (presenciais ou a distância), mas poderão favorecer a aprendizagem que já costuma ocorrer nas interações cotidianas pelo compartilhamento de informações &#8211; a forma mais natural de aprender, segundo o autor.</p>
<p>Mas o uso de blogs, wikis e microblogs para promover aprendizagem tem um custo que não envolve necessariamente a tecnologia: o de criar e manter uma cultura favorável à comunicação, à colaboração, mas que seja também &#8216;intelectualmente rigorosa, aberta e honesta&#8217;.</p>
<p>Taylor então apresenta os 3 passos propostos por <a href="http://darmano.typepad.com/" target="_blank">David Armano</a> para criação de redes sociais:</p>
<ul>
<li><strong>Semear</strong>: Escolher as pessoas certas para criar a cultura certa, ou seja, pessoas respeitadas, ativas, envolvidas.</li>
<li><strong>Adubar</strong>: Usar ferramentas que garantam um fluxo constante de conteúdos e ideias frescas para comentário.</li>
<li><strong>Podar</strong>: Remover discussões, perfis, imagens e dados abandonados que só atravancam o ambiente e dificultam o acesso às informações que as pessoas desejam.</li>
</ul>
<p>Taylor conclui afirmando que apenas em raros casos as redes sociais não podem ser usadas na promoção da aprendizagem: nos contextos em que a informação precisa ser mantida em sigilo por conta de questões legais.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Don Taylor publicou um post no Training Zone intitulado &#8216;Social</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">media: The natural way of learning&#8217; que vale uma reflexão.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ele começa a exposição de ideias pela constatação de que as</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">mídias sociais (prefiro redes sociais), graças ao bom e velho</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">boca-a-boca de que já falava Negroponte, subverteram o</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">marketing.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O pulo do gato do autor é a proposta de que as redes sejam</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">usadas também para promoção de aprendizagem. Não que elas venham</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">a substituir os treinamentos tradicionais (presenciais ou a</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">distância), mas poderão favorecer a aprendizagem que já costuma</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">ocorrer nas interações cotidianas pelo compartilhamento de</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">informações &#8211; a forma mais natural de aprender, segundo o autor.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Mas o uso de blogs, wikis e microblogs para promover</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">aprendizagem tem um custo que não envolve necessariamente a</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">tecnologia: o de criar e manter uma cultura favorável à</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">comunicação, à colaboração, mas que seja também</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8216;intelectualmente rigorosa, aberta e honesta&#8217;.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Taylor então apresenta os 3 passos propostos por David Armano</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">para criação de redes sociais:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Semear: Escolha as pessoas certas para criar a cultura certa, ou</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">seja, pessoas respeitadas, ativas, envolvidas.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Adubar: Use ferramentas que garantam um fluxo constante de</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">conteúdos e ideias frescas para comentário.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Podar: Remova discussões, perfis, imagens e dados abandonados</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">que só atravancam o ambiente e dificultam o acesso às</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">informações que as pessoas desejam.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Taylor concluir afirmando que apenas raros casos as redes sociais não podem ser usadas na promoção da aprendizagem: nos contextos em que a informação precisa ser mantida em sigilo por conta de questões legais.</div>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/27/redes-sociais-e-aprendizagem/" rel="bookmark">Redes sociais e aprendizagem 1</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 27 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Entrevista com Rosana Hermann</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/entrevista-com-rosana-hermann/</link>
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		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 22:51:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[blogueiros]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Rosana Hermann]]></category>

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		<description><![CDATA[Rosana é mestre em Física Nuclear (USP), mas é mais conhecida por atuar como roteirista, jornalista e radialista. Está entre os blogueiros brasileiros veteranos, pois publica desde 2000. Seu blog Querido Leitor está entre os mais populares da blogosfera brasileira. No melhor espírito da Internet, ela concordou em responder várias perguntas que lhe enviei. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rosana é mestre em Física Nuclear (USP), mas é mais conhecida por atuar como roteirista, jornalista e radialista. Está entre os blogueiros brasileiros veteranos, pois publica desde 2000. Seu blog <a href="http://queridoleitor.zip.net/" target="_blank">Querido Leitor </a> está entre os mais populares da blogosfera brasileira.</p>
<p>No melhor espírito da Internet, ela concordou em responder várias perguntas que lhe enviei. O resultado é a entrevista que publico aqui.</p>
<p><strong>1. Por que você &#8216;bloga&#8217;?</strong></p>
<p>Antes de ter um <em>blog</em> eu tinha um site, o farofa.com.br  Fiz parte da &#8220;bolha&#8221; da Internet e, três meses depois de registrar o domínio, tive propostas de trabalho de 3 grandes portais. Durante dois anos fui patrocinada para fazer o Farofa. No ano 2000 conheci a ferramenta <em>blog</em>. Achei muito mais prático, porque era baseado na web e não exigia programas para fazer páginas nem FTP para <em>upload</em> etc. Passei a <em>blogar</em> e, desde então, escrevo no <em>blog</em> diariamente. <em>Blogar</em> é um exercício para o escritor como o treino o é para um atleta. Além de todas as outras vantagens.</p>
<p><strong>2. O <em>blog</em> representa a &#8216;filosofia&#8217; original da Internet?</strong></p>
<p>O <em>blog</em> é um espaço autoral, público e aberto. É também um espaço de relacionamento e compartilhamento. Nesse sentido, acho que a resposta é &#8216;sim&#8217;.</p>
<p><strong>3. <em>Blogs</em> são formadores de opinião?</strong></p>
<p><em>Blogs</em> são influenciadores de opinião e geradores de discussão, na minha opinião.</p>
<p><strong>4. O <em>blog</em> ocupou o lugar das mídias tradicionais?</strong></p>
<p>O <em>blog</em> é um adendo para as mídias tradicionais, um complemento.</p>
<p><strong>5.O <em>blog</em> desequilibrou as instâncias de poder que eram &#8216;sustentadas&#8217; pelas mídias tradicionais?</strong></p>
<p>O <em>blog</em> tem uma vantagem óbvia sobre as mídias tradicionais: não tem intermediários. O autor fala direto com o leitor, sem passar pelo crivo editorial, político, ideológico, comercial de um veículo/ empresa.</p>
<p><strong>6. O que buscam os leitores de <em>blogs</em>?</strong></p>
<p>Os leitores buscam informação filtrada pelo olhar do blogueiro, convivência com outros leitores, informação relevante.</p>
<p><strong>7. Como os leitores de <em>blogs</em> resolvem a questão da credibilidade da informação?</strong></p>
<p>Os leitores de um <em>blog</em> leem muitas outras coisas na Internet, pesquisam, confrontam informações. Isso é ótimo, porque ninguém fica preso a uma fonte só.</p>
<p><strong>8. Sua experiência mostra que os <em>blogs</em> (a) agregam comunidades reais ou (b) estimulam uma audiência circunstancial?</strong></p>
<p>Sim, os <em>blogs</em> formam comunidade reais.</p>
<p><strong>9. A que você atribui o sucesso dos <em>blogs</em>?</strong></p>
<p>O <em>blog</em> foi o primeiro passo para a interação direta entre produtores de informação e consumidores de informação.</p>
<p><strong>10. O <em>blog</em> corporativo representa a &#8216;domesticação&#8217; de uma ferramenta que deu poder ao consumidor ou o reconhecimento autêntico pelas corporações da necessidade de se relacionar com a sociedade de forma mais espontânea?</strong></p>
<p>A segunda opção. As empresas perceberam que é mais adequado ter um canal direto com o público.</p>
<p><strong>11. Você <em>bloga</em> há muito tempo. Que inovações observou na tecnologia e na linguagem dos <em>blogs</em> durante esse tempo?</strong></p>
<p>Muita coisa. Hoje é possível postar pelo celular, enviar vídeos, fazer <em>streaming</em> ao vivo, colocar <em>widgets</em> do Twitter. Mudou muito.</p>
<p><strong>12. Você diria que o <em>blog</em> já é uma mídia madura?</strong></p>
<p>Sim, eu diria que os <em>blogs</em> já amadureceram. Passaram da fase de <em>boom</em> e ficaram estáveis.</p>
<p><strong>13. Aonde o <em>blog</em> ainda poderá chegar?</strong></p>
<p>Os <em>blogs</em> ainda têm muito a oferecer. Provavelmente vão entrar numa fase de grande profissionalização.</p>
<p><strong>14. O Twitter é o novo blog?</strong></p>
<p>O Twitter não tem nada a ver com o <em>blog</em>. O Twitter é um  espaço de <em>broadcasting</em>, de marketing, de relacionamento. É muito mais neurótico que o <em>blog</em>, mais veloz, mais perigoso, mais confuso e impreciso.</p>
<p><strong>15. O que faria você deixar de <em>blogar</em>?</strong></p>
<p>Eu só deixaria de <em>blogar</em> se eu parasse de escrever.</p>
<p><strong>16. Tem alguma dica ou orientação para quem deseja se tornar um blogueiro respeitado?</strong></p>
<p>Nesses anos todos escrevendo um <em>blog</em> descobri que assim como &#8220;uma corrente é tão forte quanto seu elo mais fraco&#8221; o julgamento de um <em>blog</em> é sempre feito pelo seu pior <em>post</em>. Você pode <em>blogar</em> a vida inteira, mas se fizer um <em>post</em> que contraria o leitor, ele reclama e diz que não vai mais voltar&#8230; O respeito é o acúmulo de uma maioria esmagadora de acertos.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/entrevista-com-rosana-hermann/" rel="bookmark">Entrevista com Rosana Hermann</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 24 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Definindo blogs</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/20/definindo-blogs/</link>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 23:19:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[discurso]]></category>

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		<description><![CDATA[Blogs desafiam nossas definições simplistas. Eles são uma nova ferramenta tecnológica para comunicação. Mas também são mais do que só isso. Se usarmos a analogia de Hewitt, os blogs são uma ferramenta tanto quanto o foram os tipos móveis com os quais Gutenberg criou a imprensa. Nos dois casos, temos ferramentas ou tecnologias que causaram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Blogs desafiam nossas definições simplistas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Eles são uma nova ferramenta tecnológica para comunicação. Mas também são mais do que só isso.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Se usarmos a analogia de Hewitt, os blogs são uma ferramenta tanto quanto o foram os tipos móveis com os quais Gutenberg criou a imprensa. Nos dois casos, temos ferramentas ou tecnologias que causaram um enorme impacto sociocultural.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Diferentemente dos tipos de Gutenberg, que provavelmente sempre foram conhecidos apenas como tal, por &#8216;blog&#8217; também se quer dizer tudo o que caracteriza o discurso criado por seu autor e seus leitores: a orientação política, as escolhas estilísticas, os tipos de texto (narrativo, argumentativo, procedimental) mais comumente empregado etc.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">São esses aspectos discursivos que permitem distinguir o blog da Rosana Hermann, do blog do Noblat, do blog da Cora Rónai, do blog do Nepô.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Tirando o discurso, o que sobra é apenas uma ferramenta com um potencial &#8211; que pode não se concretizar em comunicação.</div>
<p>Blogs desafiam nossas definições simplistas.</p>
<p>Eles são uma nova ferramenta tecnológica para comunicação. Mas também são mais do que só isso.</p>
<p>Se usarmos a analogia de Hewitt, os blogs são uma ferramenta tanto quanto o foram os tipos móveis com os quais Gutenberg criou a imprensa. Nos dois casos, temos ferramentas ou tecnologias que causaram um enorme impacto sociocultural.</p>
<p>Diferentemente dos tipos de Gutenberg, que provavelmente sempre foram conhecidos apenas como tal, por &#8216;blog&#8217; também se quer dizer tudo o que caracteriza o discurso criado por seu autor e seus leitores: a orientação política, as escolhas estilísticas, os tipos de texto (narrativo, argumentativo, procedimental) mais comumente empregados etc.</p>
<p>São esses aspectos discursivos que permitem distinguir o blog da <a href="http://queridoleitor.zip.net/" target="_blank">Rosana Hermann</a>, do blog do <a href="http://oglobo.globo.com/pais/noblat/" target="_blank">Noblat</a>, do blog da <a href="http://cora.blogspot.com/" target="_blank">Cora Rónai</a>, do blog do <a href="http://nepo.com.br/" target="_blank">Nepô</a>.</p>
<p>Tirando o discurso, o que sobra é apenas uma ferramenta com um potencial, que pode muito bem não se concretizar em comunicação.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/20/definindo-blogs/" rel="bookmark">Definindo blogs</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 20 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Escrita e Poder 2</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder-2/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 23:36:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde que foi inventada, provavelmente para permitir a manutenção de registros comerciais, a escrita sempre esteve, de alguma forma, associada ao poder. Nas civilizações antigas, os escribas detinham o poder da escrita, pois o domínio dessa tecnologia era de conhecimento restrito. Esse poder aproximava os escribas das classes dominantes (reis, faraós etc.), que sancionavam as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde que foi inventada, provavelmente para permitir a manutenção de registros comerciais, a escrita sempre esteve, de alguma forma, associada ao poder.</p>
<div class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><img title="Escriba egípcio" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/0/0a/GD-EG-Louxor-126.JPG/300px-GD-EG-Louxor-126.JPG" alt="Estatueta de escriba egípcio" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Estatueta de escriba egípcio</p></div>
<p>Nas civilizações antigas, os escribas detinham o poder da escrita, pois o domínio dessa tecnologia era de conhecimento restrito. Esse poder aproximava os escribas das classes dominantes (reis, faraós etc.), que sancionavam as informações que deveriam ser registradas. Assim poucos tinham o poder de decidir o que seria ou não registrado e poucos tinham o poder (a capacidade) de fazer esse registro.</p>
<p>No mundo moderno, apesar de as tecnologias 2.0 terem oferecido a todas as pessoas a capacidade de se tornarem autoras de seus próprios textos, ainda sobrevivem instâncias nas quais a escrita se apresenta como uma tecnologia para registro e circulação de informações cujo acesso é restrito. Um exemplo disso ocorre na instituição que chamamos de academia.</p>
<p>Artigos, monografias, dissertações e teses são os nomes de alguns gêneros textuais altamente ritualizados pelos quais o conhecimento produzido nas diversas ciências passa pelo crivo de corpos editoriais e bancas examinadoras, formadas por autoridades já referendadas por pares dentro da própria academia.</p>
<p>Não há aqui uma crítica, mas um preâmbulo para tentar explicar o que estaria por trás de uma história que ouvi há alguns dias e que, por motivos éticos, relato aqui sem dar os nomes aos &#8216;personagens&#8217;.</p>
<p>A história começa quando um professor entrevista um conhecido filósofo e pergunta por que este não tem um blog. A resposta do entrevistado é contundente: &#8220;não estou interessado em investir meu tempo e esforço em textos efêmeros&#8221;.</p>
<p>Passado o (meu) choque, uma vez que reconheço tal filósofo como alguém que valoriza as novas tecnologias, busquei entender o que ele poderia ter querido dizer com &#8216;textos efêmeros&#8217;.</p>
<p>Encontrei duas justificativas que podem muito bem ser equivocadas:</p>
<p>(a) O filósofo, isso é fato, vive em uma cultura altamente letrada na qual os textos circulam de forma bastante fluente. Nessa cultura, as ideias precisam ser depuradas, aprofundadas antes que adquiram a forma final, que deverá ser registrada pela escrita e impressa;<br />
(b) O filósofo teme que seus textos sejam indevidamente apropriados por estranhos que não lhe reconhecerão a autoria das ideias. Trata-se do medo do plágio, que gera muitas &#8216;histórias de horror&#8217; na academia.</p>
<p>Talvez a resposta do filósofo seja explicável por uma combinação das duas justificativas acima, mas teimo (é a leitura que quero fazer) em ver a segunda explicação como a mais provável.</p>
<p>Reconheço que o medo do plágio é grande e afeta a todos na academia e sei que a Internet é fonte quase inesgotável de textos que podem sofrer apropriação indébita por pessoas inescrupulosas. Mas acredito que seja justamente a Internet a solução desse problema, e ela pode estar nos blogs.</p>
<p>Ao publicar uma ideia inovadora no seu blog, por exemplo, o nosso filósofo poderia garantir seu direito à autoria sobre ela. Se ele é realmente uma pessoa conhecida, seu blog terá milhares de leitores, que saberão ser dele a autoria da ideia inovadora. Isso dificultará que um espertalhão venha reivindicar a autoria indevida sem o risco de ser desmascarado.</p>
<p>Resta saber se acadêmicos como o nosso filósofo estão dispostos a &#8216;quebrar essa barreira&#8217; e passar a realmente partilhar suas ideias, permitindo-se realmente construir o conhecimento em rede.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder-2/" rel="bookmark">Escrita e Poder 2</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 19 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Escrita e Poder 1</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 20:29:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[Gutenberg]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[Lutero]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou lendo Blog, do jornalista e professor universitário Hugh Hewitt, como &#8216;dever de casa&#8217; para entender uma das tecnologias 2.0 de maior sucesso. No segundo capítulo do livro, o autor afirma que vivemos hoje uma revolução na tecnologia da comunicação semelhante à ocorrida no século XVI. Naquele século, se lembrarmos as aulas de História, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou lendo <a href="http://books.google.com.br/books?id=lfveI4ppj0sC&amp;dq=blog+hewitt&amp;printsec=frontcover&amp;source=bl&amp;ots=4UOQTXR-SB&amp;sig=Y03uESrEEOWgSr7sF8cdNaTZ4Wg&amp;hl=pt-BR&amp;ei=HH9jSq_HKoSktgfiuLX1Dw&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=3" target="_blank">Blog</a>, do jornalista e professor universitário Hugh Hewitt, como &#8216;dever de casa&#8217; para entender uma das tecnologias 2.0 de maior sucesso.</p>
<p>No segundo capítulo do livro, o autor afirma que vivemos hoje uma revolução na tecnologia da comunicação semelhante à ocorrida no século XVI.</p>
<p>Naquele século, se lembrarmos as aulas de História, o monge <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Martinho_Lutero" target="_blank">Martinho Lutero</a> questionou a interpretação que Roma dava às escrituras.</p>
<p>O filme Lutero encena os fatos ocorridos na época e destaco uma cena importante:</p>
<p>16:32-18:15: Lutero começa a questionar a interpretação das escrituras então dominante</p>
<p><object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5Dn33_2IGrY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5Dn33_2IGrY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p>O ponto do capítulo na obra de Hewitt é que Lutero teve a sorte de viver na época em que já existiam os tipos móveis, a origem da imprensa, criados por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg" target="_blank">Gutenberg</a>. A invenção de Gutenberg retirou dos monges copistas (portanto da Igreja) a exclusividade pela reprodução de textos.</p>
<p>Outra cena do filme mostra como os dois fatos históricos (invenção da imprensa e questionamentos de Lutero) deram origem ao movimento da Reforma, que, como sabemos hoje, teve consequências que foram além da religião.</p>
<p>02:02-04:00: Lutero prega suas 95 Teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg. Elas são então copiadas e impressas.</p>
<p><object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3BOWRRVbpq4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3BOWRRVbpq4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p>Hewitt afirma que &#8220;Gutenberg amplificou a voz humana de tal modo que ela pôde ser ouvida em todo o mundo. Ele forneceu os meios pelos quais uma pessoa pode se comunicar com as massas sem a interferência das estruturas institucionais. Finalmente os indivíduos podiam falar, e ninguém podia silenciá-los.&#8221;</p>
<p>É mais ou menos isso que vivemos hoje, não é?</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder/" rel="bookmark">Escrita e Poder 1</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 19 de Julho de 2009.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Por que blogs?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/por-que-blogs/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/por-que-blogs/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 18:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[boca a boca]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Em outubro de 1996, quando Nicholas Negroponte e Pattie Maes publicaram, em sua coluna na revista Wired, o texto Electronic Word of Mouth, a Internet, surgida nos meios acadêmicos e militares, estava no auge de seu desenvolvimento comercial após a abertura ao público geral. Nesse artigo, os autores descreveram como os usuários da Internet começavam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em outubro de 1996, quando Nicholas Negroponte e Pattie Maes publicaram, em sua coluna na revista Wired, o texto <a href="http://web.media.mit.edu/~nicholas/Wired/WIRED4-10.html" target="_blank">Electronic Word of Mouth</a>, a Internet, surgida nos meios acadêmicos e militares, estava no auge de seu desenvolvimento comercial após a abertura ao público geral.</p>
<p>Nesse artigo, os autores descreveram como os usuários da Internet começavam a experimentar um comportamento tradicional na comunicação face a face, a difusão de ideias pelo boca a boca, na comunicação mediada por uma das novas tecnologias de comunicação: o e-mail. </p>
<p>Esse &#8216;boca a boca eletrônico&#8217;, segundo os autores, tinha o potencial de transformar as relações de poder entre consumidores e fornecedores de produtos e serviços. Se estes até então se beneficiavam de relações com parceiros e concorrentes para formar cartéis e obter preços mais vantajosos para seus produtos, a partir de então aqueles poderiam, com auxílio das novas tecnologias, coordenar-se em escala até então nunca vista (local, nacional ou até internacional) para obter e disseminar informações sobre ofertas, qualidade e atendimento.</p>
<p>Negroponte e Maes chamaram esse processo de filtragem colaborativa e concluíram que, no futuro,  seriam os consumidores que formariam cartéis para obter vantagens nos preços e até determinar os produtos e serviços que as empresas teriam de lançar.</p>
<p>O futuro descrito pelo colunistas da Wired tornou-se realidade com o surgimento de tecnologias para Comunicação Mediada por Computador (CMC) associadas à criação de redes sociais, tais como os blogs e o Twitter.</p>
<p>O filmete abaixo explica isso a partir de uma analogia entre blogs e a imprensa tradicional:</p>
<p><object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NN2I1pWXjXI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NN2I1pWXjXI&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p>A analogia é feita com a produção e circulação de notícias: nas mídias tradicionais, um grupo de pessoas decide o que será ou não publicado segundo linhas editoriais diversas e oriundas de orientações políticas igualmente diversas; graças ao blog, qualquer pessoa pode ser o repórter e o editor de seu próprio veículo de comunicação.</p>
<p>Blogs, portanto, têm a ver com o empoderamento do público em relação às estruturas de poder tradicionais, isto é, Governo, corporações e mídia de massa &#8211; uma revolução só comparável àquela introduzida por Gutemberg e Lutero, sobre a qual falarei em outro post.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/por-que-blogs/" rel="bookmark">Por que blogs?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 18 de Julho de 2009.</p>
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