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	<title>Tudo 2.0 &#187; blogs</title>
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		<title>O Twitter emburrece?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 22:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma notícia veiculada na semana anterior dava a entender que os usuários do Facebook estavam em vantagem em relação aos do Twitter no quesito aumento da inteligência. O resumo era mais ou menos assim: os usuários do Twitter estão emburrecendo. A explicação aparentemente estaria nos resultados dos estudos da psicóloga britânica Tracy Alloway, que investiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/09/08/psicologa-diz-que-facebook-faz-as-pessoas-mais-inteligentes-twitter-emburrece-767516803.asp" target="_blank">notícia veiculada na semana anterior</a> dava a entender que os usuários do Facebook estavam em vantagem em relação aos do Twitter no quesito aumento da inteligência. O resumo era mais ou menos assim: os usuários do Twitter estão emburrecendo.</p>
<p>A explicação aparentemente estaria nos resultados dos estudos da psicóloga britânica Tracy Alloway, que investiga a memória ativa, responsável pela capacidade de reter e utilizar informações.</p>
<p>A culpa pelo &#8216;efeito twitter&#8217; estaria na curta extensão das mensagens que a ferramenta permite, as quais são limitadas a 140 caracteres. Os fluxos breves de informação supostamente reduziriam a atenção e impediriam a formação de conexões entre os neurônios.</p>
<p>Tudo isso soa exagerado se considerarmos que o Twitter não costuma ser a única mídia social de um usuário, como <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-blog/" target="_blank">comprovaram as pesquisadoras Raquel Recuero e Gabriela Zago</a>. Elas descobriram que 77% dos participantes de sua pesquisa tinham blog próprio além de perfil no Twitter.</p>
<p>Raquel e Gabriela argumentaram que esse fato poderia ser explicado pela dinâmica Twitter-blog: no Twitter, o usuário obtém conteúdos para elaborar no seu blog pessoal por meio de posts, e esses posts são, por sua vez, divulgados no Twitter. O Twitter, portanto, funciona tanto como uma ferramenta de filtragem social quanto de divulgação.</p>
<p>Considerando as limitações do Twitter, a divulgação de posts do blog exigirá do usuário um esforço de concisão que não pode ser considerado limitante, muito pelo contrário.</p>
<p>Ainda é cedo para criticar os resultados da pesquisa de Tracy Alloway, principalmente porque, conforme ela me declarou em contato por e-mail, ainda é preciso coletar mais dados.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/22/o-twitter-emburrece/" rel="bookmark">O Twitter emburrece?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 22 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Blog é PMC, Cora?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/21/blog-e-pmc-cora/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 23:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em sua coluna de hoje na Revista Digital do Jornal O Globo, Cora Rónai discute a possibilidade de os blogs estarem perdendo terreno para redes sociais como o Facebook. Isso me fez pensar se o que estaria ocorrendo não seria uma transformação na natureza dessa ferramenta: de Comunicação Mediada por Computador (CMC) para Publicação Mediada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua coluna de hoje na Revista Digital do Jornal O Globo, <a href="http://cora.blogspot.com/2009/09/pensata-serao-os-blogs-uma-especie-em.html" target="_blank">Cora Rónai discute a possibilidade de os blogs estarem perdendo terreno</a> para redes sociais como o Facebook.</p>
<p>Isso me fez pensar se o que estaria ocorrendo não seria uma transformação na natureza dessa ferramenta: de Comunicação Mediada por Computador (CMC) para Publicação Mediada por Computador (PMC).</p>
<p>Já <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/" target="_blank">abordei esse assunto antes</a>, mas a leitura da coluna me fez pensar no assunto.</p>
<p>Aproveitei para deixar o comentário abaixo no blog de Cora.</p>
<p>O que será que ela vai dizer?</p>
<p><em>Oi, Cora.</em></p>
<p><em>Acho que seu pensamento reforça uma impressão que tenho: os blogs estão se tornando uma ferramenta para Publicação Mediada por Computador (PMC), uma publicação libertadora, claro, porque não submetida à censura de um Editor &#8211; mas ainda sujeitos à crítica de milhares de editores.</p>
<p>O Twitter, mesmo chamado de microblog, não parece ter a mesma natureza: é uma ferramenta de Comunicação Mediada por Computador (CMC) por excelência até mesmo por sua natureza &#8216;mestiça&#8217;: sua lógica de funcionamento é a do torpedo, os usuários inovaram ao adotar uma convenção do e-mail (@perfil) e ele vem permitindo às pessoas comunicar-se com fins os mais diversos.</p>
<p>Ou será que estou errado?</p>
<p></em></p>
<p><em>Abraço,<br />
José Paulo</em></p>
<p>Ao evoluir para PMC, os blogs conquistam uma estabilidade que favorece sua apropriação para fins mais institucionais, mais &#8216;sisudos&#8217; e menos interativos. É o que ocorre, por exemplo, com o <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/ainda-o-blog-do-planalto/" target="_blank">Blog do Planalto</a>, que, neste momento, se destina apenas a transmitir a visão dos seus gestores e não a propiciar um diálogo.</p>
<p>O Twitter, ao contrário, é CMC &#8216;radical&#8217;, pois elimina hierarquias (pode-se seguir/postar para um amigo, um astro de Hollywood, um filósofo contemporâneo), permite desde o diálogo um-para-um até o broadcasting um-para-muitos, favorece tradicional boca a boca e, literalmente, dá voz a quem tem a voz silenciada em outras mídias mais tradicionais.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/21/blog-e-pmc-cora/" rel="bookmark">Blog é PMC, Cora?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 21 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Última fronteira da blogosfera</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/07/ultima-fronteira-da-blogosfera/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/07/ultima-fronteira-da-blogosfera/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 12:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Revista Época desta semana traz uma matéria sobre os blogueiros da região Norte. No mapa ainda esparso da blogosfera amazônica &#8211; o percentual de usuários com acesso à rede em casa (7% em 2008) ainda está muito aquém do encontrado no Sudeste (25% em 2008) -  surgem pioneiros que desafiam a política local (e pagam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista Época desta semana traz uma <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI91607-15223,00-AS+NOVAS+REDES+DA+AMAZONIA.html" target="_blank">matéria sobre os blogueiros da região Norte</a>.</p>
<p>No mapa ainda esparso da blogosfera amazônica &#8211; o percentual de usuários com acesso à rede em casa (7% em 2008) ainda está muito aquém do encontrado no Sudeste (25% em 2008) -  surgem pioneiros que desafiam a política local (e pagam um preço por isso) e até criam pontes com a cultura pop, atraindo público de regiões onde a blogosfera é mais densamente povoada.</p>
<p>Segundo Fábio Malini, professor da Universidade Federal do Espírito Santo e autor da <em>Cartografia da blogosfera no Brasil</em> (ainda inédita), o fenômeno é recente na região Norte, pois a maioria dos blogueiros começaram a publicar a partir de 2007 &#8211; bom lembrar que os blogs já existem há dez anos.</p>
<p>Além de permitir, nas palavras de Malini, a &#8220;expressão de uma vontade política adormecida&#8221;, os blogs locais vêm rompendo o isolamento informacional que sempre foi imposto à região. E a tendência é que entrem em evidência graças à eventual candidatura de Marina Silva a presidente na eleição de 2010.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/07/ultima-fronteira-da-blogosfera/" rel="bookmark">Última fronteira da blogosfera</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 7 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Novos Usos para Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/18/novos-usos-para-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 12:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A comunidade Social Media Today fez uma pesquisa com 632 de seus participantes e visitantes que, de alguma forma, estão envolvidos com mídias sociais de forma profissional. O resultado da pesquisa foi a constatação de que as empresas hoje usam as mídias sociais mais para broadcasting, isto é, para realizar ações de marketing e RP, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade Social Media Today fez uma <a href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/99991" target="_blank">pesquisa</a> com 632 de seus participantes e visitantes que, de alguma forma, estão envolvidos com mídias sociais de forma profissional.</p>
<p>O resultado da pesquisa foi a constatação de que as empresas hoje usam as mídias sociais mais para <em>broadcasting</em>, isto é, para realizar ações de marketing e RP, do que para se engajar em comunicação efetiva com seus clientes. A revelação mais significativa desse estudo, entretanto, é que há indícios de que esse quadro se inverterá no futuro, com maior tendência ao foco no engajamento.</p>
<p>O relatório da pesquisa divide-se em três partes:</p>
<p>(1) Na primeira, apresenta-se um quadro geral do uso das mídias sociais. Nesse quadro, descobre-se que marketing e RP são os usos mais frequentes, com apoio às vendas e trabalho colaborativo vindo bem atrás. Empresas grandes (&gt; 1000 empregados) frequentemente usam as mídias sociais para comunicação interna, enquanto as empresas pequenas (até 10 empregados) usam-nas para trabalho colaborativo. A existência de profissionais dedicados também às mídias sociais ocorre em 41,2% das empresas pesquisadas. As mídias mais usadas são: LinkedIn (79%), Facebook (77%), Twitter (75%) e blogs (68%). Apesar do posicionamento menos expressivo, é para os blogs que as empresas pretendem se voltar no futuro. Isso confirmaria a profissionalização da mídia sobre a qual <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/entrevista-com-rosana-hermann/" target="_blank">falou Rosana Hermann</a>.</p>
<p>(2) Na segunda, o Twitter e suas aplicações são destacadas. Atualmente, as empresas que utilizam a rede social o fazem para divulgar notícias quentes e apresentar uma face mais &#8216;pessoal&#8217; de sua marca. A expectativa é que, no futuro, essas empresas passem a priorizar o engajamento, a criação de um relacionamento mais direto com seus clientes. Poucas empresas usam o Twitter para comunicação interna, e as que o fazem priorizam o compartilhamento de informações, conhecimentos e recursos, bem como para o networking.</p>
<p>(3) Na terceira, faz-se um apanhado das quatro funções gerais de mídias como Facebook e LinkedIn nas organizações.</p>
<p>(a) <strong>Vendas</strong>: Manter contatos com clientes e entender suas atitudes são os usos principais dessas mídias nas empresas. A tendência é que no futuro elas se dediquem à comunicação direta e à prospecção de vendas com foco em novos clientes autoidentificados ou conquistados nas redes sociais. A ideia por trás dessa tendência é que por meio da conversação genuína se chega à compreensão do que o cliente pensa sobre a marca, de seus valores e interesses e se obtém uma aproximação mais pessoal que pode trazer resultados. É importante lembrar que as pessoas estão nas redes para socializar e não para sofrer assédio de vendendores, o qual, quando ocorre, pode ter resultados negativos imprevisíveis.</p>
<p>(b) <strong>Marketing</strong>: Metade das organizações que usam essas redes o faz para autopromoção por meio de mensagens, para monitorar tendências dos consumidores e para oferecer um canal de comunicação com seus clientes. Cerca de 34% o faz para pesquisar ideias para novos produtos. A tendência futura é de ampliar o uso das redes como canal de comunicação direta com os clientes, o que se apresenta como uma necessidade para organizações que não queiram perder o espaço para os concorrentes.</p>
<p>(c) <strong>Relações Públicas</strong>: Manter uma página com o perfil da organização, distribuição de press releases e notícias, monitorar e responder às menções sobre a organização e seus produtos e interagir com blogueiros e jornalistas são os usos mais comuns nesta área. A visão é que os usos futuros continuem nessa linha.</p>
<p>(d) <strong>Comunicação Interna</strong>: As redes são usadas para compartilhar documentos e manter a comunicação entre equipes de trabalho, mas a visão de futuro tende a favorecer menos o primeiro uso.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/18/novos-usos-para-midias-sociais/" rel="bookmark">Novos Usos para Mídias Sociais</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 18 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Há valor nas redes!</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/09/ha-valor-nas-redes/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 13:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa da Wetpaint e do Altimeter Group sugere que as maiores marcas do mundo vêm percebendo valor ao se engajar nas redes sociais. A pesquisa correlaciona desempenho financeiro com amplitude e profundidade no uso de blogs, Facebook, YouTube e Twitter, entre outras redes, mas não permite de fato enxergar uma relação causal. De qualquer forma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.engagementdb.com/" target="_blank">Pesquisa da Wetpaint e do Altimeter Group</a> sugere que as maiores marcas do mundo vêm percebendo valor ao se engajar nas redes sociais.</p>
<p>A pesquisa correlaciona desempenho financeiro com amplitude e profundidade no uso de blogs, Facebook, YouTube e Twitter, entre outras redes, mas não permite de fato enxergar uma relação causal.</p>
<p>De qualquer forma, o resultado dessa pesquisa precisa ser considerado e aqui vai um resumo:</p>
<ul>
<li>Foram consultadas as empresas detentoras das 100 marcas mais importantes, segundo a edição de 2008 da Best Global Brands da Businessweek/Interbrand;</li>
<li>Avaliaram-se tanto a amplitude (quantidade de redes sociais empregadas) quanto a profundidade ou engajamento (mais do que apenas presença nas redes, significa a interação real e frequente, o estímulo a discussões e disposição de responder);</li>
<li>Descobriu-se que o aumento de amplitude acelera o engajamento devido ao efeito aprendizagem que se transfere do uso de uma rede para a adoção de outras, mesmo sabendo-se que as redes exigem estratégias diferentes;</li>
<li>Descobriu-se que o engajamento difere em função da indústria e também dentro de uma mesma indústria.</li>
</ul>
<p>A pesquisa evidenciou que existem quatro perfis de adoção de redes sociais:</p>
<ol>
<li>Maven: Altamente engajada em 7 ou mais redes;</li>
<li>Butterfly: Fracamente  engajada em 7 ou mais redes;</li>
<li>Selective: Altamente engajada em, no máximo, 6 redes;</li>
<li>Wallflower: Fracamente  engajada em, no máximo, 6 redes.</li>
</ol>
<p>Mavens, as especialistas, têm uma estratégia forte e equipe dedicada às redes, pois reconhecem que elas representam sua força no mercado. As butterflies enfrentam problemas internos para provar o valor da maioramplitude no uso das redes sociais. Nas selectives, o problema tem a ver com o tamanho das equipes dedicadas, geralmente muito pequenas. As wallflowers ainda estão mapeando o terreno, por isso adotam a estratégia de começar pequeno para minimizar riscos.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/09/ha-valor-nas-redes/" rel="bookmark">Há valor nas redes!</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 9 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Nielsen e as Intranets 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 11:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas. Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da Geração Y no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.useit.com/alertbox/social-intranet-features.html" target="_blank">coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas.</p>
<p>Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG76933-8376-2,00-A+GERACAO+QUE+O+MARKETING+AINDA+NAO+DECIFROU.html" target="_blank">Geração Y</a> no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar essas ferramentas (YouTube, Wikipedia, Facebook, Twitter, blogs) na vida cotidiana, logo deverão esperar encontrar essas ferramentas também nas empresas onde trabalharem.</p>
<p>Nielsen alerta que o processo não se restringe à adoção de ferramentas &#8211; não importa quais -, mas deve ser encarado como a busca de uma solução para uma demanda do negócio e que cada empresa terá necessidade de uma ou/e outra ferramenta, mas não de todas.</p>
<p>Ele relaciona, enfim, alguns fatores interessantes como resultado de uma pesquisa envolvendo 14 empresas, de 6 países, que já têm Intranets 2.0:</p>
<ol>
<li>A Intranet 2.0 costuma surgir e crescer na empresa como uma iniciativa &#8216;sem patrocínio&#8217; até que demonstre seu valor à alta hierarquia;</li>
<li>A alta hierarquia raramente tem entre seus membros representantes da Geração Y, portanto são os empregados da ponta os que aderem mais facilmente e &#8216;levantam a bandeira&#8217;;</li>
<li>As comunidades formadas por meio dessas ferramentas costumam ser &#8216;autopoliciadas&#8217;, dispensando medidas de segurança drásticas. Basta que haja algum treinamento sobre a conduta apropriada e que não se permita o anonimato;</li>
<li>A Intranet 2.0 tem a ver com a comunicação, mas também com negócios, portanto é necessário que alguém fique oficialmente responsável por garantir que os produtos dessa comunicação retroalimentem as áreas de negócio;</li>
<li>As ferramentas devem ser integradas de forma natural aos recursos de Intranet já existentes, de forma que os empregados não precisem ter informações duplicadas em diferentes ambientes.</li>
</ol>
<p>A implantação de uma Intranet 2.0 não é um processo simples nem tampouco rápido e depende muito da cultura da empresa. Naquelas em que os empregados percebem que a informação tem mais valor quando é guardada, uma iniciativa dessa natureza pode resultar em fracasso.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/" rel="bookmark">Nielsen e as Intranets 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
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		<item>
		<title>O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 13:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A entrevista começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira: &#8220;As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.&#8221; Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2009/07/26/jose-saramago-fala-sobre-twitter-lula-seu-novo-livro-208101.asp" target="_blank">entrevista</a> começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira:</p>
<p>&#8220;As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.&#8221;</p>
<p>Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar:</p>
<p>&#8220;Escrever num blog não difere em nada de escrever numa folha de papel. Salvo a extensão do texto em que, no caso do blog, se aconselha uma certa brevidade, os escritores não estão condicionados por normas ou regras que, supostamente, caracterizariam o blog.&#8221;</p>
<p>E ainda:</p>
<p>&#8220;Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises quer considero necessárias. A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.&#8221;</p>
<p>Isso vai ao encontro de minha proposta de que o blog não é apenas (será que é de alguma forma?) uma ferramenta de comunicação mediada por computador, mas, sim, uma ferramenta de publicação mediada por computador. Não é <a title="Twitter é CMC" href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/" target="_self">CMC</a>, mas <a title="Twittando" href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/" target="_self">PMC</a>.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/" rel="bookmark">O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Um filósofo e os blogs</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 10:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[Pierre Lévy]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um post anterior, narrei de forma pouco detalhada a história que me contou um blogueiro amigo sobre a entrevista que fizera com um filósofo.  A questão era que esse filósofo, um reconhecido estudioso das novas tecnologias, revelou não ter um blog porque não queria investir tempo e esforço em textos efêmeros. Eu busquei entender o porquê dessa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder-2/" target="_blank">post anterior</a>, narrei de forma pouco detalhada a história que me contou um blogueiro amigo sobre a entrevista que fizera com um filósofo. </p>
<p>A questão era que esse filósofo, um reconhecido estudioso das novas tecnologias, revelou não ter um blog porque não queria investir tempo e esforço em textos efêmeros. Eu busquei entender o porquê dessa decisão mesmo antes de ler a entrevista.</p>
<p>Pois <a href="http://nepo.com.br/2009/07/21/exclusiva-entrevista-com-pierre-levy/" target="_blank">a entrevista foi publicada no blog do amigo</a> e agora posso revelar os nomes dos personagens - o amigo é o Nepomuceno e o filósofo é Pierre Lévy. E posso, enfim, ter a justificativa do próprio filósofo, que, como eu esperava, não confirma minhas &#8216;hipóteses&#8217;, pelo menos não totalmente:</p>
<p>Ele prefere se dedicar ao aprofundamento de ideias relativas a assuntos &#8216;inéditos&#8217;  e que o resultado desse aprofundamento seja publicado como livro. Isso confirma o que eu havia previsto ao supor que, por ele viver em uma cultura altamente letrada, deveria esperar que as ideias fossem depuradas, aprofundadas antes de adquirir a forma final, que seria registrada pela escrita e impressa.</p>
<p>Mas não houve nenhuma palavra a respeito do medo do plágio, que foi minha segunda hipótese.</p>
<p>Talvez esteja lá, inconsciente, mas não foi declarado.</p>
<p>Obrigado por partilhar esse evento conosco, Nepô!</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/21/um-filosofo-e-os-blogs/" rel="bookmark">Um filósofo e os blogs</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 21 de Julho de 2009.</p>
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		<title>socialseek</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 23:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Estou instalando o socialseek para ver como é. Promete ser uma ferramenta para: Buscar palavras-chave em blogs, tweets, vídeos do YouTube, imagens do Flickr Acompanhar sites Comparar assuntos para descobrir qual é mais &#8216;quente&#8217; E isso com a possibilidade de gerar gráficos, exportar os resultados de pesquisa como PDF ou CSV e&#8230; é grátis! Buscar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou instalando o <a href="http://www.sensidea.com/socialseek/" target="_blank">socialseek</a> para ver como é.</p>
<p>Promete ser uma ferramenta para:</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Buscar palavras-chave em blogs, tweets, vídeos do YouTube, imagens do Flickr</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Acompanhar sites</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Comparar assuntos para descobrir qual é mais &#8216;quente&#8217;</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E isso com a possibilidade de gerar gráficos, exportar os resultados de pesquisa como PDF ou CSV e&#8230; é grátis!</div>
<ul>
<li>Buscar palavras-chave em blogs, tweets, vídeos do YouTube e imagens do Flickr;</li>
<li>Acompanhar sites;</li>
<li>Comparar assuntos para descobrir qual é mais &#8216;quente&#8217;.</li>
</ul>
<p>E com a possibilidade de gerar gráficos e exportar os resultados de pesquisa como PDF ou CSV.</p>
<p>Um detalhe:  é gratuita!</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/20/socialseek/" rel="bookmark">socialseek</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 20 de Julho de 2009.</p>
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