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	<title>Tudo 2.0 &#187; cmc</title>
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		<title>Vida longa ao E-mail</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tem-se alardeado que o e-mail, tecnologia de comunicação mediada por computador (CMC) mais popular durante décadas, estaria com os dias contados. Mas um estudo recente sugere que isso pode não ser verdade e apresenta dados da Geração Y, justamente a mais antenada com novas tecnologias de CMC como as redes e mídias sociais, para mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem-se alardeado que o e-mail, tecnologia de comunicação mediada por computador (CMC) mais popular durante décadas, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/14/o-e-mail-morreu-longa-vida-as-redes" target="_blank">estaria com os dias contados</a>.</p>
<p>Mas um <a href="http://thepmn.org/_blog/The_PMN_Blog/post/Gen_Y_Would_Abandon_Social_Networks_Before_Email_or_Texting/" target="_blank">estudo recente</a> sugere que isso pode não ser verdade e apresenta dados da <a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87165-7943-219,00-GERACAO+Y.html" target="_blank">Geração Y</a>, justamente a mais antenada com novas tecnologias de CMC como as redes e mídias sociais, para mostrar a fragilidade das notícias sensacionalistas.</p>
<p>O estudo foi realizado em outubro com estudantes universitários dos Estados Unidos, que declararam que dificilmente deixariam de ler e enviar e-mails durante uma semana. Isso para quem passa, em média, 33 horas semanais em sites de redes sociais.</p>
<p>Uma razão apresentada para essa &#8216;fidelidade&#8217; dos jovens a uma tecnologia tão &#8216;antiga&#8217; é o fato de que as redes sociais costumam contar com o e-mail para enviar alertas e avisos de atualização aos usuários.</p>
<p><a href="http://email.exacttarget.com/uploadedFiles/Resources/Whitepapers/ExactTarget_EmailUtilization.pdf" target="_blank">Outra pesquisa</a>**, também feita nos Estados Unidos, mas no primeiro semestre deste ano, já sugeria que as redes sociais não causavam a queda no uso do e-mail.</p>
<p>Será que a morte do e-mail foi, então, decretada prematuramente?</p>
<p> </p>
<p>** Link abre arquivo PDF</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/14/vida-longa-ao-e-mail/" rel="bookmark">Vida longa ao E-mail</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Blog é PMC, Cora?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/21/blog-e-pmc-cora/</link>
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		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 23:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em sua coluna de hoje na Revista Digital do Jornal O Globo, Cora Rónai discute a possibilidade de os blogs estarem perdendo terreno para redes sociais como o Facebook. Isso me fez pensar se o que estaria ocorrendo não seria uma transformação na natureza dessa ferramenta: de Comunicação Mediada por Computador (CMC) para Publicação Mediada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua coluna de hoje na Revista Digital do Jornal O Globo, <a href="http://cora.blogspot.com/2009/09/pensata-serao-os-blogs-uma-especie-em.html" target="_blank">Cora Rónai discute a possibilidade de os blogs estarem perdendo terreno</a> para redes sociais como o Facebook.</p>
<p>Isso me fez pensar se o que estaria ocorrendo não seria uma transformação na natureza dessa ferramenta: de Comunicação Mediada por Computador (CMC) para Publicação Mediada por Computador (PMC).</p>
<p>Já <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/" target="_blank">abordei esse assunto antes</a>, mas a leitura da coluna me fez pensar no assunto.</p>
<p>Aproveitei para deixar o comentário abaixo no blog de Cora.</p>
<p>O que será que ela vai dizer?</p>
<p><em>Oi, Cora.</em></p>
<p><em>Acho que seu pensamento reforça uma impressão que tenho: os blogs estão se tornando uma ferramenta para Publicação Mediada por Computador (PMC), uma publicação libertadora, claro, porque não submetida à censura de um Editor &#8211; mas ainda sujeitos à crítica de milhares de editores.</p>
<p>O Twitter, mesmo chamado de microblog, não parece ter a mesma natureza: é uma ferramenta de Comunicação Mediada por Computador (CMC) por excelência até mesmo por sua natureza &#8216;mestiça&#8217;: sua lógica de funcionamento é a do torpedo, os usuários inovaram ao adotar uma convenção do e-mail (@perfil) e ele vem permitindo às pessoas comunicar-se com fins os mais diversos.</p>
<p>Ou será que estou errado?</p>
<p></em></p>
<p><em>Abraço,<br />
José Paulo</em></p>
<p>Ao evoluir para PMC, os blogs conquistam uma estabilidade que favorece sua apropriação para fins mais institucionais, mais &#8216;sisudos&#8217; e menos interativos. É o que ocorre, por exemplo, com o <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/ainda-o-blog-do-planalto/" target="_blank">Blog do Planalto</a>, que, neste momento, se destina apenas a transmitir a visão dos seus gestores e não a propiciar um diálogo.</p>
<p>O Twitter, ao contrário, é CMC &#8216;radical&#8217;, pois elimina hierarquias (pode-se seguir/postar para um amigo, um astro de Hollywood, um filósofo contemporâneo), permite desde o diálogo um-para-um até o broadcasting um-para-muitos, favorece tradicional boca a boca e, literalmente, dá voz a quem tem a voz silenciada em outras mídias mais tradicionais.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/21/blog-e-pmc-cora/" rel="bookmark">Blog é PMC, Cora?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 21 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Twitter é CMC 2</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/27/twitter-e-cmc-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 00:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No ano em que o Twitter foi criado (2006), um estudo de Java, Finin, Song e Tseng indicou que os 76 mil usuários de sua amostra usavam a ferramenta de microblogging, predominantemente, para descrever sua rotina diária, como se de fato tentassem responder a pergunta &#8216;O que você está fazendo?&#8217;. Outros usos identificados na época [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No ano em que o Twitter foi criado (2006), um <a href="http://portal.acm.org/citation.cfm?id=1348556" target="_blank">estudo de Java, Finin, Song e Tseng</a> indicou que os 76 mil usuários de sua amostra usavam a ferramenta de microblogging, predominantemente, para descrever sua rotina diária, como se de fato tentassem responder a pergunta &#8216;O que você está fazendo?&#8217;.</p>
<p>Outros usos identificados na época foram a conversação (21% na amostra), sugerida pela presença do sinal &#8216;@&#8217; para identificar destinatários das mensagens; o compartilhamento de informações e URLs (13% na amostra) e a propagação de notícias.</p>
<p>Um <a href="http://ella.slis.indiana.edu/~herring/honeycutt.herring.2009.pdf" target="_blank">estudo mais recente, de Honeycutt e Herring</a>, sugere que o Twitter vem cada vez mais assumindo o papel de ferramenta de conversação e indica um potencial para criação de ambientes formais de colaboração. Algo semelhante ao que já ocorre com as ferramentas de comunicação instantânea, mas com o benefício específico, por exemplo, da postagem via telefonia celular.</p>
<p>De certa forma, essa descoberta reforça <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/" target="_blank">minha visão do Twitter como ferramenta de comunicação (CMC)</a> em contraste com os blogs, que seriam ferramentas de publicação (PMC).</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/27/twitter-e-cmc-2/" rel="bookmark">Twitter é CMC 2</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 27 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Governo Eletrônico 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/governo-eletronico-2-0/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 23:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A McKinsey publicou um artigo de Baumgarten e Chui em que aborda os obstáculos ao sucesso das iniciativas de governo eletrônico. Embora o foco sejam iniciativas dos Estados Unidos, eles alertam que as questões relevantes podem ser aplicáveis a qualquer país, portanto precisamos saber o que eles têm a dizer. Para os autores três fatores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A McKinsey publicou um <a href="http://www.mckinseyquarterly.com/E-government_20_2408" target="_blank">artigo de Baumgarten e Chui</a> em que aborda os obstáculos ao sucesso das iniciativas de governo eletrônico. Embora o foco sejam iniciativas dos Estados Unidos, eles alertam que as questões relevantes podem ser aplicáveis a qualquer país, portanto precisamos saber o que eles têm a dizer.</p>
<p>Para os autores três fatores limitam o sucesso das iniciativas de governo eletrônico:</p>
<ol>
<li>Práticas de governança confusas e ineficientes, traduzindo-se, por exemplo, em serviços web de um mesmo órgão não consolidados em um portal único, o que obriga os cidadãos a ter múltiplos perfis de usuário em sites diferentes;</li>
<li>Carência de profissionais técnicos qualificados para desenvolver e aperfeiçoar os serviços;</li>
<li>Dificuldade para adoção do paradigma 2.0 mesmo em órgãos que já superaram as limitações anteriores, principalmente por causa de preocupações com segurança.</li>
</ol>
<p>A superação dos fatores 1 e 2, para Baumgarten e Chui, facilita a superação do fator 3, o qual exige também uma radical mudança de perspectiva no sentido de considerar cidadãos, empresas e outros órgãos de governo como parceiros na criação de novos serviços e de conteúdo relevante.</p>
<p>O sucesso dependerá de uma estrutura de gestão bem organizada, tecnicamente capacitada e apoiada por informações (não suposições) que permitam a tomada de decisão.</p>
<p>Os autores citam alguns casos de sucesso, dentre os quais o <a href="http://www.appsfordemocracy.org/" target="_blank">Apps for Democracy</a> de Washington DC, que economizou milhares de dólares graças ao desenvolvimento de serviços web por cidadãos com benefícios para a própria comunidade local.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/governo-eletronico-2-0/" rel="bookmark">Governo Eletrônico 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Nielsen e as Intranets 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 11:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas. Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da Geração Y no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.useit.com/alertbox/social-intranet-features.html" target="_blank">coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas.</p>
<p>Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG76933-8376-2,00-A+GERACAO+QUE+O+MARKETING+AINDA+NAO+DECIFROU.html" target="_blank">Geração Y</a> no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar essas ferramentas (YouTube, Wikipedia, Facebook, Twitter, blogs) na vida cotidiana, logo deverão esperar encontrar essas ferramentas também nas empresas onde trabalharem.</p>
<p>Nielsen alerta que o processo não se restringe à adoção de ferramentas &#8211; não importa quais -, mas deve ser encarado como a busca de uma solução para uma demanda do negócio e que cada empresa terá necessidade de uma ou/e outra ferramenta, mas não de todas.</p>
<p>Ele relaciona, enfim, alguns fatores interessantes como resultado de uma pesquisa envolvendo 14 empresas, de 6 países, que já têm Intranets 2.0:</p>
<ol>
<li>A Intranet 2.0 costuma surgir e crescer na empresa como uma iniciativa &#8216;sem patrocínio&#8217; até que demonstre seu valor à alta hierarquia;</li>
<li>A alta hierarquia raramente tem entre seus membros representantes da Geração Y, portanto são os empregados da ponta os que aderem mais facilmente e &#8216;levantam a bandeira&#8217;;</li>
<li>As comunidades formadas por meio dessas ferramentas costumam ser &#8216;autopoliciadas&#8217;, dispensando medidas de segurança drásticas. Basta que haja algum treinamento sobre a conduta apropriada e que não se permita o anonimato;</li>
<li>A Intranet 2.0 tem a ver com a comunicação, mas também com negócios, portanto é necessário que alguém fique oficialmente responsável por garantir que os produtos dessa comunicação retroalimentem as áreas de negócio;</li>
<li>As ferramentas devem ser integradas de forma natural aos recursos de Intranet já existentes, de forma que os empregados não precisem ter informações duplicadas em diferentes ambientes.</li>
</ol>
<p>A implantação de uma Intranet 2.0 não é um processo simples nem tampouco rápido e depende muito da cultura da empresa. Naquelas em que os empregados percebem que a informação tem mais valor quando é guardada, uma iniciativa dessa natureza pode resultar em fracasso.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/" rel="bookmark">Nielsen e as Intranets 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Mas o que é esse tal de Tuíta?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/mas-o-que-e-esse-tal-de-tuita/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 14:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para justificar esse esquema, encontrei os seguintes exemplos: Comunicação Pessoal:  manutenção de vínculo entre amigos e conhecidos, mas também para acompanhamento da vida de personalidades; Pesquisa: busca de informações, com propósitos pessoais, acadêmicos ou profissionais, e as vantagens de obter resultados filtrados por uma rede social e com atualização em tempo real; Marketing: uso corporativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_177" class="wp-caption alignnone" style="width: 280px"><img class="size-medium wp-image-177  " title="Usos do Twitter" src="http://www.comunicar.pro.br/wp-content/2009/08/twitter-300x196.png" alt="Usos do Twitter" width="270" height="176" /><p class="wp-caption-text">Usos do Twitter - (c) José Paulo de Araújo</p></div>
<p>Para justificar esse esquema, encontrei os seguintes exemplos:</p>
<ul>
<li><strong>Comunicação Pessoal</strong>:  manutenção de vínculo entre amigos e conhecidos, mas também para acompanhamento da vida de personalidades;</li>
<li><strong>Pesquisa</strong>: busca de informações, com propósitos pessoais, acadêmicos ou profissionais, e as vantagens de obter resultados filtrados por uma rede social e com atualização em tempo real;</li>
<li><strong>Marketing</strong>: uso corporativo para monitoramento de imagem, divulgação de marca, oferta de promoções;</li>
<li><strong>Publicação</strong>: <em>clipping </em>(geralmente) com direcionamento para outras fontes por meio de links curtos (<em>tiny URLs</em>).</li>
</ul>
<p>Já que não custa nada, me arrisco no embaraçoso mundo da futurologia: o Twitter poderá se tornar uma &#8216;über rede social&#8217; agregadora de funcionalidades customizáveis que permitirão aos usuários executar atividades variadas (sociais, profissionais, acadêmicas, lúdicas) a partir de um ponto central.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/mas-o-que-e-esse-tal-de-tuita/" rel="bookmark">Mas o que é esse tal de Tuíta?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 2 de Agosto de 2009.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 13:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<category><![CDATA[escrita]]></category>
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		<category><![CDATA[Saramago]]></category>

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		<description><![CDATA[A entrevista começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira: &#8220;As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.&#8221; Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2009/07/26/jose-saramago-fala-sobre-twitter-lula-seu-novo-livro-208101.asp" target="_blank">entrevista</a> começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira:</p>
<p>&#8220;As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.&#8221;</p>
<p>Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar:</p>
<p>&#8220;Escrever num blog não difere em nada de escrever numa folha de papel. Salvo a extensão do texto em que, no caso do blog, se aconselha uma certa brevidade, os escritores não estão condicionados por normas ou regras que, supostamente, caracterizariam o blog.&#8221;</p>
<p>E ainda:</p>
<p>&#8220;Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises quer considero necessárias. A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.&#8221;</p>
<p>Isso vai ao encontro de minha proposta de que o blog não é apenas (será que é de alguma forma?) uma ferramenta de comunicação mediada por computador, mas, sim, uma ferramenta de publicação mediada por computador. Não é <a title="Twitter é CMC" href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/" target="_self">CMC</a>, mas <a title="Twittando" href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/" target="_self">PMC</a>.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/" rel="bookmark">O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Julho de 2009.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Twitter é CMC!</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 13:47:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[discurso]]></category>
		<category><![CDATA[oralidade]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Walter Ong]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois que publiquei o post anterior, fiquei pensando durante um bom tempo sobre a proposta de distinguir blog de Twitter em termos de PMC e CMC, respectivamente. Algo começou a sugerir que uma relida do livro do Ong (Oralidade e cultura escrita) poderia trazer mais luz sobre o caso. E trouxe mesmo. Ainda que Ong [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois que publiquei o <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/" target="_blank">post anterior</a>, fiquei pensando durante um bom tempo sobre a proposta de distinguir blog de Twitter em termos de PMC e CMC, respectivamente.</p>
<p>Algo começou a sugerir que uma relida do <a href="http://books.google.com.br/books?id=q6qIHSeGgGQC&amp;printsec=frontcover&amp;dq=walter+ong+orality" target="_blank">livro do Ong</a> (Oralidade e cultura escrita) poderia trazer mais luz sobre o caso.</p>
<p>E trouxe mesmo.</p>
<p>Ainda que Ong tenha escrito muito antes de a Internet tornar-se popular, sua exposição sobre cultura oral primária, cultura escrita e cultura oral secundária tem muito a ver com o entendimento do que o Twitter representa enquanto ferramenta de CMC.</p>
<p>A oralidade primária de que fala o autor só é encontrada em culturas que não desenvolveram a escrita, algo cada vez mais raro no mundo contemporâneo, onde a oralidade é necessariamente secundária, isto é, fortemente influenciada pela escrita. Nos contextos de oralidade primária, as palavras, que são apenas faladas, correspondem a verdadeiros eventos, ocorrências que se perdem no tempo porque não podem ser fixadas por meio visual (p. 42). Elas podem até ser reevocadas, mas nunca adquirem status de objetos tal como ocorre em culturas de oralidade secundária.</p>
<p>O Twitter é obviamente uma ferramenta criada dentro da (e para a) cultura escrita, mas as condições de produção e recepção por ela oferecidas (restrição de extensão, sequências de posts de origem diversa e em ordem aleatória) praticamente determinam as características formais dessa produção: textos curtos, provavelmente referenciadores das atividades realizadas pelo autor, e com forte tendência à um registro de oralidade secundária.</p>
<p>É interessante dizer que Ong foi quase profético ao afirmar que &#8220;[...] a tecnologia eletrônica levou-nos à era da &#8216;oralidade secundária&#8217;. Essa nova oralidade tem semelhanças notáveis com a antiga em sua mística participatória, em seu favorecimento de um sentido comunal, em sua concentração no momento presente e até mesmo em seu uso de fórmulas.&#8221; (p. 155)</p>
<p>Uma rede social como o Twitter, mais do que qualquer outra rede (como dito no <a href="http://fr.readwriteweb.com/2009/07/20/analyse/twitter-twitter-twitter/" target="_blank">texto recomendado por Pierre Lévy</a>), permite interlocuções mesmo de participantes que não mantêm vínculos de relacionamento direto.</p>
<p>Minha interpretação de que o Twitter se aproxima da oralidade secundária é reforçada quando relaciono esse potencial de interlocuções com o seguinte trecho de Ong:</p>
<p>&#8220;[...] a oralidade secundária gerou um forte sentimento de grupo, um verdadeiro público, exatamente como a leitura de textos escritos ou impressos os transforma em indivíduos, faz com que eles se voltem para dentro de si. Porém, a oralidade secundária dá sentido a grupos incomensuravelmente mais amplos do que os da cultura oral primária.&#8221; (ibid.)</p>
<p>Supreendentemente, é também possível que o Twitter resgate traços de cultura oral primária, na qual a existência de um interlocutor é essencial e o pensamento fica &#8216;preso&#8217; à comunicação. Vale lembrar o que eu mencionei no post anterior sobre o reconhecimento da dificuldade dos novos entrantes para constituir suas redes sociais no Twitter: quem publica posts sem relevância não é seguido, não forma sua rede social e acaba abandonando a ferramenta, o que reforça a interpretação da primazia da comunicação.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/" rel="bookmark">Twitter é CMC!</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 24 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Twittando</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 23:40:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[cmc]]></category>
		<category><![CDATA[Pierre Lévy]]></category>
		<category><![CDATA[pmc]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Minhas primeiras horas no Twitter foram proveitosas. Além de já ter o Nepô &#8216;na minha cola&#8217; (e eu na dele), procurei o Pierre Lévy, ainda que sem muita convicção. Mas ele estava lá! E agora eu estou &#8216;na cola dele&#8217;. O mais interessante foi descobrir, nas mensagens do Pierre, uma dica de texto bem interessante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minhas primeiras horas no Twitter foram proveitosas.</p>
<p>Além de já ter o Nepô &#8216;na minha cola&#8217; (e eu na dele), procurei o Pierre Lévy, ainda que sem muita convicção.</p>
<p>Mas ele estava lá! E agora eu estou &#8216;na cola dele&#8217;.</p>
<p>O mais interessante foi descobrir, nas mensagens do Pierre, uma dica de <a href="http://fr.readwriteweb.com/2009/07/20/analyse/twitter-twitter-twitter/" target="_blank">texto bem interessante sobre o Twitter</a>. Esse texto me fez pensar se é válido chamar a ferramenta de microblog.</p>
<p>Do tal texto, destaco alguns pontos importantes:</p>
<p>(1) O Twitter é uma ferramenta para escutar e ser escutado. &#8216;Escutar&#8217; aqui quer dizer seguir alguém. Na balbúrdia gerada pelo incrível e crescente número de usuários, é difícil conseguir ouvir alguma voz realmente interessante.</p>
<p>Por outro lado, ser escolhido como uma voz que vale a pena ser escutada também é difícil, pois é necessário ter algo a dizer que seja relevante para alguém.</p>
<p>Nos dois casos, os processos são muito longos e constituem uma barreira de entrada que acaba por desencorajar muitos usuários. Por esse motivo, o Twitter acaba se diferenciando das outras redes sociais, pois não oferece nenhuma aparente vantagem aos novos entrantes.</p>
<p>(2) A rede do Twitter é assimétrica.</p>
<p>Isso ocorre porque nem sempre os usuários que escolhemos escutar também nos escolherão e vice-versa. Isso não ocorre nas demais redes sociais.</p>
<p>(3) A disseminação de informações é imprevisível.</p>
<p>Pela prática do &#8216;retweet&#8217;, a republicação de uma mensagem escutada por um usuário para outros que o escutam, gera-se uma propagação rápida e imprevisível de informações que podem, inclusive, ter sido originadas de fontes absolutamente desconhecidas. Nenhuma rede social até então permitia esse tipo de propagação.</p>
<p>(4) O Twitter permite a comunicação por sinais.</p>
<p>Uma vez que a ferramenta restringe a extensão das mensagens a 140 caracteres, os usuários experientes que têm mais a dizer não publicam textos, mas links para outros lugares onde as informações completas podem ser encontradas.</p>
<p>Enquanto lia o texto, lembrei-me de uma resposta de Rosana Hermann na entrevista que me concedeu:</p>
<p><em>EU: O Twitter é o novo blog?<br />
RH: O Twitter não tem nada a ver com o blog. O Twitter é um  espaço de broadcasting, de marketing, de relacionamento. É muito mais neurótico que o blog, mais veloz, mais perigoso, mais confuso e impreciso. </em></p>
<p>Se, de fato, estamos diante de um fenômeno totalmente diverso, o desafio está em explicá-lo.</p>
<p>Aqui vai minha tentativa:</p>
<p>(a) O blog é uma ferramenta para publicação mediada por computador (PMC), permitindo (mas não determinando) a produção discursiva mais extensa, resultante de algum aprofundamento reflexivo. Esse aprofundamento pode se dar também em função de   discussões (comentários) a respeito dos conteúdos publicados.</p>
<p>(b) O Twitter é uma ferramenta para comunicação mediada por computador (CMC) que permite a manutenção de registros das díades dialógicas, mesmo que elas sejam constituídas apenas de sinais para outras fontes de informação. Nestes casos, seriam equivalentes à sugestão &#8220;Leia isto!&#8221;.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Minhas primeiras horas no Twitter foram proveitosas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Além de já ter o Nepô &#8216;na minha cola&#8217; (e eu na dele), procurei o Pierre Lévy, ainda que sem muita convicção.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Mas ele estava lá! E agora eu estou &#8216;na cola dele&#8217;.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O mais interessante foi descobrir, nas mensagens do Pierre, uma dica de texto bem interessante sobre o Twitter. Esse texto me</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">fez pensar se é válido chamar a ferramenta de microblogging.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Do tal texto, destaco alguns pontos importantes:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">(1) O Twitter é uma ferramenta para escutar e ser escutado. &#8216;Escutar&#8217; aqui quer dizer seguir alguém. Na balbúrdia gerada pelo</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">incrível e crescente número de usuários, é difícil conseguir ouvir alguma voz realmente interessante.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Por outro lado, ser escolhido como uma voz que vale a pena ser escutada também é difícil, pois é necessário ter algo a dizer</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">que seja relevante para alguém.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Nos dois casos, os processos são muito longos e constituem uma barreira de entrada que acaba por desencorajar muitos</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">usuários. Por esse motivo, o Twitter acaba se diferenciando das outras redes sociais, pois não oferece nenhuma aparente</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">vantagem aos novos entrantes.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">(2) A rede do Twitter é assimétrica.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Isso ocorre porque nem sempre os usuários que escolhemos escutar também nos escolherão e vice-versa. Isso não ocorre nas</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">demais redes sociais.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">(3) A disseminação de informações é imprevisível.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Pela prática do &#8216;retweet&#8217;, a republicação de uma mensagem escutada por um usuário para outros que o escutam, gera-se uma</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">propagação rápida e imprevisível de informações que podem, inclusive, ter sido originadas de fontes absolutamente</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">desconhecidas. Nenhuma rede social até então permitia esse tipo de propagação.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Uma vez que a ferramenta restringe a extensão das mensagens a 140 caracteres, os usuários experientes que têm mais a dizer</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">não publicam textos, mas links para outros lugares onde as informações completas podem ser encontradas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Enquanto lia o texto, lembrei-me de uma resposta de Rosana Hermann na entrevista que me concedeu:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">EU: O Twitter é o novo blog?</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">RH: O Twitter não tem nada a ver com o blog. O Twitter é um  espaço de broadcasting, de marketing, de relacionamento. É muito</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">mais neurótico que o blog, mais veloz, mais perigoso, mais confuso e impreciso.</div>
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<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Aqui vai minha tentativa:</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">(a) O blog é uma ferramenta para publicação mediada por computador (PMC), permitindo (mas não determinando) a produção</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">discursiva mais extensa, resultante de algum aprofundamento reflexivo. Esse aprofundamento pode se dar também em função de</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">discussões (comentários) a respeito dos conteúdos publicados.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">(b) O Twitter é uma ferramenta para comunicação mediada por computador (CMC) que permite a manutenção de registros das díades dialógicas, mesmo que elas sejam constituídas apenas de sinais para outras fontes de informação. Nestes casos, seriam equivalentes à sugestão &#8220;Leia isto!&#8221;</div>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/" rel="bookmark">Twittando</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 23 de Julho de 2009.</p>
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