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	<title>Tudo 2.0 &#187; cognição</title>
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		<title>Dentro da cabeça do filósofo</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 12:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[Pierre Lévy]]></category>
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		<description><![CDATA[O filósofo Pierre Lévy deu uma entrevista ao Portal G1 na qual fala sobre o projeto que coordena para criação de uma linguagem que dê à Web um caráter realmente universal (não fragmentado pelas línguas naturais) e permita a potencialização da inteligência coletiva. Não vou comentar o projeto, sobre o qual já twittei, mas sim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filósofo Pierre Lévy deu uma <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1284962-6174,00.html" target="_blank">entrevista ao Portal G1</a> na qual fala sobre o projeto que coordena para criação de uma linguagem que dê à Web um caráter realmente universal (não fragmentado pelas línguas naturais) e permita a potencialização da inteligência coletiva.</p>
<p>Não vou comentar o projeto, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/20/pierre-levy-google-e-web-semantica/" target="_blank">sobre o qual já twittei</a>, mas sim as declarações finais feitas pelo filósofo sobre as mídias sociais que ele usa no dia a dia. Essa informação é valiosa, pois nos abre uma janela para a mente de um formador de opinião.</p>
<p>Lévy declara que usa o Twitter, que considera &#8220;social e intelectualmente muito complexo&#8221;, e segue 134 pessoas no momento em que escrevo, mas afirma ter dificuldade para ler tudo.</p>
<p>Considerando seus 2200 seguidores, <a href="http://www.webecologyproject.org/wp-content/uploads/2009/09/influence-report-final.pdf" target="_blank">pode-se concluir que ele não tem o propósito de usar a rede prioritariamente para o diálogo</a>, mas, talvez, para se manter em dia com as novidades relativas aos assuntos de seu interesse. Manter uma rede pequena e bem selecionada deve, portanto, ser sua estratégia de uso da rede social.</p>
<p>Outra ferramenta 2.0 usada pelo filósifo é o <a href="http://delicious.com/about" target="_blank">Delicious</a>, um serviço para manutenção de bookmarks que permite a indexação (tagging), armazenamento e compartilhamento de referências úteis. Ele declara que a ferramenta é uma forma de &#8220;organizar a memória de longo prazo&#8221;, atribuindo a ela, portanto, uma função cognitiva importante, mas também de &#8220;descobrir pessoas que estão interessadas nos mesmos assuntos&#8221;, isto é, de filtragem social da informação.</p>
<p>Lévy também usa o <a href="http://www.twine.com/item/125cmssw7-2s8/semantic-web-use-cases-and-case-studies-twine" target="_blank">Twine</a>, ferramenta construída como plataforma de aplicativos semânticos que emprega processamento de linguagem natural, análise estatística e análise de grafos para ajudar as pessoas a lidar com a sobrecarga de informações que as assola atualmente. Ele declara que já &#8220;[descobriu] coisas no Twine que [acabou] postando no Twitter&#8221;, caracterizando a ferramenta como outro filtro social importante.</p>
<p>Saber como Pierre Lévy e outros pensadores exploram as mídias sociais nos dá uma oportunidade de entender sua função como apoios à cognição ou, nos termos do próprio Lévy, tecnologias da inteligência.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/dentro-da-cabeca-do-filosofo/" rel="bookmark">Dentro da cabeça do filósofo</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 5 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Escrita e pensamento</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/21/escrita-e-pensamento/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 22:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>

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		<description><![CDATA[Há alguns anos li a obra Oralidade e Cultura Escrita, de Walter Ong, à qual tenho retornado com certa frequência. A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita. O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos li a obra Oralidade e Cultura Escrita, de Walter Ong, à qual tenho retornado com certa frequência.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o que espero deste blog. Cito um trecho:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;A escrita, em seu sentido comum, foi e é a mais importante de todas as invenções humanas. Não é um mero apêndice da fala. Em virtude de mover a fala do mundo oral-auricular para um novo mundo sensorial, o da visão, ela transforma tanto a fala quanto o pensamento.&#8221; (p.100)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">E mais:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;Dizer que a escrita é artificial não é condená-la, mas elogiá-la. Como outras criações artificiais, e, na verdade, mais do que qualquer outra, ela é inestimável e de fato fundamental para a realização de potenciais humanos mais elevados, interiores. As tecnologias não constituem meros auxílios exteriores, mas, sim, transformações interiores da consciência, e mais ainda quando afeitas à palavra. [...] A escrita aumenta a consciência.&#8221; (p.98)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ao se propriar da escrita, portanto, a pessoa descobre novas formas de organizar seu arcabouço cognitivo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Entre outras coisas, isso faz pensar no crime que é cometido toda vez que uma criança sai da escola com um diploma, mas é incapaz de escrever uma mensagem minimamente inteligível. Ela será privada de se apropriar do poder da escrita, que lhe garantiria o direito de reivindicar seu status de cidadã.Há alguns anos li a obra Oralidade e cultura escrita, de Walter Ong, à qual tenho retornado com certa frequência.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o que espero deste blog. Cito um trecho:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;A escrita, em seu sentido comum, foi e é a mais importante de todas as invenções humanas. Não é um mero apêndice da fala. Em virtude de mover a fala do mundo oral-auricular para um novo mundo sensorial, o da visão, ela transforma tanto a fala quanto o pensamento.&#8221; (p.100)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">E mais:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;Dizer que a escrita é artificial não é condená-la, mas elogiá-la. Como outras criações artificiais, e, na verdade, mais do que qualquer outra, ela é inestimável e de fato fundamental para a realização de potenciais humanos mais elevados, interiores. As tecnologias não constituem meros auxílios exteriores, mas, sim, transformações interiores da consciência, e mais ainda quando afeitas à palavra. [...] A escrita aumenta a consciência.&#8221; (p.98)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ao se propriar da escrita, portanto, a pessoa descobre novas formas de organizar seu arcabouço cognitivo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Entre outras coisas, isso faz pensar no crime que é cometido toda vez que uma criança sai da escola com um diploma, mas é incapaz de escrever uma mensagem minimamente inteligível. Ela será privada de se apropriar do poder da escrita, que lhe garantiria o direito de reivindicar seu status de cidadã.Há alguns anos li a obra Oralidade e cultura escrita, de Walter Ong, à qual tenho retornado com certa frequência.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o que espero deste blog. Cito um trecho:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;A escrita, em seu sentido comum, foi e é a mais importante de todas as invenções humanas. Não é um mero apêndice da fala. Em virtude de mover a fala do mundo oral-auricular para um novo mundo sensorial, o da visão, ela transforma tanto a fala quanto o pensamento.&#8221; (p.100)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">E mais:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;Dizer que a escrita é artificial não é condená-la, mas elogiá-la. Como outras criações artificiais, e, na verdade, mais do que qualquer outra, ela é inestimável e de fato fundamental para a realização de potenciais humanos mais elevados, interiores. As tecnologias não constituem meros auxílios exteriores, mas, sim, transformações interiores da consciência, e mais ainda quando afeitas à palavra. [...] A escrita aumenta a consciência.&#8221; (p.98)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ao se propriar da escrita, portanto, a pessoa descobre novas formas de organizar seu arcabouço cognitivo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Entre outras coisas, isso faz pensar no crime que é cometido toda vez que uma criança sai da escola com um diploma, mas é incapaz de escrever uma mensagem minimamente inteligível. Ela será privada de se apropriar do poder da escrita, que lhe garantiria o direito de reivindicar seu status de cidadã.</div>
<p>A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita.</p>
<p>O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o que espero deste blog. Cito um trecho:</p>
<p>&#8220;A escrita, em seu sentido comum, foi e é a mais importante de todas as invenções humanas. Não é um mero apêndice da fala. Em virtude de mover a fala do mundo oral-auricular para um novo mundo sensorial, o da visão, ela transforma tanto a fala quanto o pensamento.&#8221; (p.100)</p>
<p>E mais:</p>
<p>&#8220;Dizer que a escrita é artificial não é condená-la, mas elogiá-la. Como outras criações artificiais, e, na verdade, mais do que qualquer outra, ela é inestimável e de fato fundamental para a realização de potenciais humanos mais elevados, interiores. As tecnologias não constituem meros auxílios exteriores, mas, sim, transformações interiores da consciência, e mais ainda quando afeitas à palavra. [...] A escrita aumenta a consciência.&#8221; (p.98)</p>
<p>Ao se propriar da escrita, portanto, a pessoa descobre novas formas de organizar seu arcabouço cognitivo.</p>
<p>Entre outras coisas, isso faz pensar no crime que é cometido toda vez que uma criança sai da escola com um diploma, mas é incapaz de escrever uma mensagem minimamente inteligível. Ela será privada de se apropriar do poder da escrita, que lhe garantiria o direito de reivindicar seu status de cidadã.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/21/escrita-e-pensamento/" rel="bookmark">Escrita e pensamento</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 21 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Naveg@r é impreciso</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/17/navegar-e-impreciso/</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 23:45:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>

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		<description><![CDATA[Até hoje, nunca havia desejado ter um blog, porque acreditava que não tinha nada a dizer que pudesse interessar a alguém. Mas vários fatos, dos quais falarei em outros posts, me fizeram repensar essa decisão. Para começar, entendi que um blog não é apenas um diário pessoal que alguém cria para estimular o voyerismo alheio. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Até hoje, nunca havia desejado ter um blog, porque acreditava que não tinha nada a dizer que pudesse interessar a alguém. Mas vários fatos, dos quais falarei em outros posts, me fizeram repensar essa decisão.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Para começar, entendi que um blog não é apenas um diário pessoal que alguém cria para estimular o voyerismo alheio. Pode ser que há cerca de dez anos, quando os primeiros blogs foram criados, a intenção dos blogueiros fosse realmente essa, mas as coisas mudaram.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Hoje há blogs com propósitos variados e em contextos igualmente variados. Há blogs pessoais servindo como livros de fotos e comentários entre amigos, blogs jornalísticos, blogs corporativos. Quase um tipo de blog para cada propósito que se possa imaginar para essa ferramenta.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">E há um outro propósito para os blogs que talvez não seja tão evidente: uma ferramenta de desenvolvimento cognitivo coletivo, ou seja, um recurso para pensar e desenvolver as ideias com a colaboração de outras pessoas.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Foi com esse objetivo que criei este blog. E espero ser capaz de realizar esse propósito. Se não conseguir, não terá sido por culpa da ferramenta.</div>
<p>Até hoje, nunca havia desejado ter um blog, porque acreditava que não tinha nada a dizer que pudesse interessar a alguém. Mas vários fatos, dos quais falarei em outros posts, me fizeram repensar essa decisão.</p>
<p>Para começar, entendi que um blog não é apenas um diário pessoal que alguém cria para estimular o voyeurismo alheio. Pode ser que há cerca de dez anos, quando os primeiros blogs foram criados, a intenção dos blogueiros fosse realmente essa, mas as coisas mudaram.</p>
<p>Hoje há blogs com propósitos variados e em contextos igualmente variados. Há blogs pessoais servindo como livros de fotos e comentários entre amigos, blogs jornalísticos, blogs corporativos. Quase um tipo de blog para cada propósito que se possa imaginar para essa ferramenta.</p>
<p>E há um outro propósito para os blogs que talvez não seja tão evidente: uma ferramenta de desenvolvimento cognitivo coletivo, ou seja, um recurso para pensar e desenvolver ideias com a colaboração de outras pessoas.</p>
<p>Foi com esse objetivo que criei este blog. E espero ser capaz de realizar esse propósito. Se não conseguir, não terá sido por culpa da ferramenta.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/17/navegar-e-impreciso/" rel="bookmark">Naveg@r é impreciso</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 17 de Julho de 2009.</p>
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