<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Tudo 2.0 &#187; escrita</title>
	<atom:link href="http://www.comunicar.pro.br/tag/escrita/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.comunicar.pro.br</link>
	<description>porque naveg@r é impreciso</description>
	<lastBuildDate>Fri, 25 Jun 2010 14:11:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=</generator>
		<item>
		<title>O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Jul 2009 13:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[blogueiros]]></category>
		<category><![CDATA[cmc]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[pmc]]></category>
		<category><![CDATA[Saramago]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=123</guid>
		<description><![CDATA[A entrevista começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira: &#8220;As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.&#8221; Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/prosa/posts/2009/07/26/jose-saramago-fala-sobre-twitter-lula-seu-novo-livro-208101.asp" target="_blank">entrevista</a> começa com uma descrição do que deveria ser a produção blogueira:</p>
<p>&#8220;As frases longas e bem elaboradas a que os leitores de José Saramago estão acostumados continuam lá, mas o ambiente é outro, justamente um que costuma pedir frases curtas, sem a necessidade de muita elaboração.&#8221;</p>
<p>Mas Saramago desmente essa opinião ao declarar:</p>
<p>&#8220;Escrever num blog não difere em nada de escrever numa folha de papel. Salvo a extensão do texto em que, no caso do blog, se aconselha uma certa brevidade, os escritores não estão condicionados por normas ou regras que, supostamente, caracterizariam o blog.&#8221;</p>
<p>E ainda:</p>
<p>&#8220;Continuo a utilizar frases longas, das que dão espaço e tempo para observações e análises quer considero necessárias. A tão louvada clareza das sínteses é, não raro, enganosa.&#8221;</p>
<p>Isso vai ao encontro de minha proposta de que o blog não é apenas (será que é de alguma forma?) uma ferramenta de comunicação mediada por computador, mas, sim, uma ferramenta de publicação mediada por computador. Não é <a title="Twitter é CMC" href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/twitter-e-cmc/" target="_self">CMC</a>, mas <a title="Twittando" href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/" target="_self">PMC</a>.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/" rel="bookmark">O Blog de Saramago ou Saramago sobre Blogs</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Julho de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/26/o-blog-de-saramago-ou-saramago-sobre-blogs/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escrita e pensamento</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/21/escrita-e-pensamento/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/21/escrita-e-pensamento/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 22:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.comunicar.pro.br/?p=79</guid>
		<description><![CDATA[Há alguns anos li a obra Oralidade e Cultura Escrita, de Walter Ong, à qual tenho retornado com certa frequência. A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita. O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos li a obra Oralidade e Cultura Escrita, de Walter Ong, à qual tenho retornado com certa frequência.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o que espero deste blog. Cito um trecho:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;A escrita, em seu sentido comum, foi e é a mais importante de todas as invenções humanas. Não é um mero apêndice da fala. Em virtude de mover a fala do mundo oral-auricular para um novo mundo sensorial, o da visão, ela transforma tanto a fala quanto o pensamento.&#8221; (p.100)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">E mais:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;Dizer que a escrita é artificial não é condená-la, mas elogiá-la. Como outras criações artificiais, e, na verdade, mais do que qualquer outra, ela é inestimável e de fato fundamental para a realização de potenciais humanos mais elevados, interiores. As tecnologias não constituem meros auxílios exteriores, mas, sim, transformações interiores da consciência, e mais ainda quando afeitas à palavra. [...] A escrita aumenta a consciência.&#8221; (p.98)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ao se propriar da escrita, portanto, a pessoa descobre novas formas de organizar seu arcabouço cognitivo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Entre outras coisas, isso faz pensar no crime que é cometido toda vez que uma criança sai da escola com um diploma, mas é incapaz de escrever uma mensagem minimamente inteligível. Ela será privada de se apropriar do poder da escrita, que lhe garantiria o direito de reivindicar seu status de cidadã.Há alguns anos li a obra Oralidade e cultura escrita, de Walter Ong, à qual tenho retornado com certa frequência.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o que espero deste blog. Cito um trecho:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;A escrita, em seu sentido comum, foi e é a mais importante de todas as invenções humanas. Não é um mero apêndice da fala. Em virtude de mover a fala do mundo oral-auricular para um novo mundo sensorial, o da visão, ela transforma tanto a fala quanto o pensamento.&#8221; (p.100)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">E mais:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;Dizer que a escrita é artificial não é condená-la, mas elogiá-la. Como outras criações artificiais, e, na verdade, mais do que qualquer outra, ela é inestimável e de fato fundamental para a realização de potenciais humanos mais elevados, interiores. As tecnologias não constituem meros auxílios exteriores, mas, sim, transformações interiores da consciência, e mais ainda quando afeitas à palavra. [...] A escrita aumenta a consciência.&#8221; (p.98)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ao se propriar da escrita, portanto, a pessoa descobre novas formas de organizar seu arcabouço cognitivo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Entre outras coisas, isso faz pensar no crime que é cometido toda vez que uma criança sai da escola com um diploma, mas é incapaz de escrever uma mensagem minimamente inteligível. Ela será privada de se apropriar do poder da escrita, que lhe garantiria o direito de reivindicar seu status de cidadã.Há alguns anos li a obra Oralidade e cultura escrita, de Walter Ong, à qual tenho retornado com certa frequência.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o que espero deste blog. Cito um trecho:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;A escrita, em seu sentido comum, foi e é a mais importante de todas as invenções humanas. Não é um mero apêndice da fala. Em virtude de mover a fala do mundo oral-auricular para um novo mundo sensorial, o da visão, ela transforma tanto a fala quanto o pensamento.&#8221; (p.100)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">E mais:</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">&#8220;Dizer que a escrita é artificial não é condená-la, mas elogiá-la. Como outras criações artificiais, e, na verdade, mais do que qualquer outra, ela é inestimável e de fato fundamental para a realização de potenciais humanos mais elevados, interiores. As tecnologias não constituem meros auxílios exteriores, mas, sim, transformações interiores da consciência, e mais ainda quando afeitas à palavra. [...] A escrita aumenta a consciência.&#8221; (p.98)</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Ao se propriar da escrita, portanto, a pessoa descobre novas formas de organizar seu arcabouço cognitivo.</div>
<div id="_mcePaste" style="overflow-y: hidden; left: -10000px; overflow-x: hidden; width: 1px; position: absolute; top: 0px; height: 1px;">Entre outras coisas, isso faz pensar no crime que é cometido toda vez que uma criança sai da escola com um diploma, mas é incapaz de escrever uma mensagem minimamente inteligível. Ela será privada de se apropriar do poder da escrita, que lhe garantiria o direito de reivindicar seu status de cidadã.</div>
<p>A obra, como o próprio nome declara, faz uma análise comparativa entre a cultura oral e a cultura escrita.</p>
<p>O capítulo 4, chamado &#8216;A escrita reestrutura a consciência&#8217;, de certa forma diz muito sobre o que espero deste blog. Cito um trecho:</p>
<p>&#8220;A escrita, em seu sentido comum, foi e é a mais importante de todas as invenções humanas. Não é um mero apêndice da fala. Em virtude de mover a fala do mundo oral-auricular para um novo mundo sensorial, o da visão, ela transforma tanto a fala quanto o pensamento.&#8221; (p.100)</p>
<p>E mais:</p>
<p>&#8220;Dizer que a escrita é artificial não é condená-la, mas elogiá-la. Como outras criações artificiais, e, na verdade, mais do que qualquer outra, ela é inestimável e de fato fundamental para a realização de potenciais humanos mais elevados, interiores. As tecnologias não constituem meros auxílios exteriores, mas, sim, transformações interiores da consciência, e mais ainda quando afeitas à palavra. [...] A escrita aumenta a consciência.&#8221; (p.98)</p>
<p>Ao se propriar da escrita, portanto, a pessoa descobre novas formas de organizar seu arcabouço cognitivo.</p>
<p>Entre outras coisas, isso faz pensar no crime que é cometido toda vez que uma criança sai da escola com um diploma, mas é incapaz de escrever uma mensagem minimamente inteligível. Ela será privada de se apropriar do poder da escrita, que lhe garantiria o direito de reivindicar seu status de cidadã.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/21/escrita-e-pensamento/" rel="bookmark">Escrita e pensamento</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 21 de Julho de 2009.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/21/escrita-e-pensamento/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

