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	<title>Tudo 2.0 &#187; Facebook</title>
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		<title>Orkut x Facebook &#8211; novo round na guerra</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/01/orkut-x-facebook-novo-round-na-guerra/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 20:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Matéria da Revista Época desta semana explica o motivo da recente reforma por que passou a rede social Orkut: é mais um capítulo da guerra que com o concorrente Facebook. O alvo da reforma são países como Brasil e Índia, onde o Orkut ainda é a rede social mais popular. No Brasil, com seus 50 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria da Revista Época desta semana explica o motivo da recente reforma por que passou a rede social Orkut: é mais um capítulo da guerra que com o concorrente Facebook. O alvo da reforma são países como Brasil e Índia, onde o Orkut ainda é a rede social mais popular.</p>
<p>No Brasil, com seus 50 milhões de usuários, o Orkut é favorito absoluto, mas não se pode desprezar o crescimento do Twitter, que em setembro registrava 9,2 milhões de usuários.</p>
<p>O Facebook talvez ainda seja <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/13/redes-em-guerra/" target="_blank">uma rede &#8216;da elite&#8217;</a>, mas saltou de 500 mil para 5,3 milhões de usuários desde o início deste ano.</p>
<p>A guerra promete ser duradoura.</p>
<p>FERRARI, B. Orkut para exportação. <strong>Época</strong>. Nº 598. 2 nov. 2009. p. 90</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/01/orkut-x-facebook-novo-round-na-guerra/" rel="bookmark">Orkut x Facebook &#8211; novo round na guerra</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 1 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>O Twitter emburrece?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/22/o-twitter-emburrece/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 22:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
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		<category><![CDATA[Raquel Recuero]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma notícia veiculada na semana anterior dava a entender que os usuários do Facebook estavam em vantagem em relação aos do Twitter no quesito aumento da inteligência. O resumo era mais ou menos assim: os usuários do Twitter estão emburrecendo. A explicação aparentemente estaria nos resultados dos estudos da psicóloga britânica Tracy Alloway, que investiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/09/08/psicologa-diz-que-facebook-faz-as-pessoas-mais-inteligentes-twitter-emburrece-767516803.asp" target="_blank">notícia veiculada na semana anterior</a> dava a entender que os usuários do Facebook estavam em vantagem em relação aos do Twitter no quesito aumento da inteligência. O resumo era mais ou menos assim: os usuários do Twitter estão emburrecendo.</p>
<p>A explicação aparentemente estaria nos resultados dos estudos da psicóloga britânica Tracy Alloway, que investiga a memória ativa, responsável pela capacidade de reter e utilizar informações.</p>
<p>A culpa pelo &#8216;efeito twitter&#8217; estaria na curta extensão das mensagens que a ferramenta permite, as quais são limitadas a 140 caracteres. Os fluxos breves de informação supostamente reduziriam a atenção e impediriam a formação de conexões entre os neurônios.</p>
<p>Tudo isso soa exagerado se considerarmos que o Twitter não costuma ser a única mídia social de um usuário, como <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-blog/" target="_blank">comprovaram as pesquisadoras Raquel Recuero e Gabriela Zago</a>. Elas descobriram que 77% dos participantes de sua pesquisa tinham blog próprio além de perfil no Twitter.</p>
<p>Raquel e Gabriela argumentaram que esse fato poderia ser explicado pela dinâmica Twitter-blog: no Twitter, o usuário obtém conteúdos para elaborar no seu blog pessoal por meio de posts, e esses posts são, por sua vez, divulgados no Twitter. O Twitter, portanto, funciona tanto como uma ferramenta de filtragem social quanto de divulgação.</p>
<p>Considerando as limitações do Twitter, a divulgação de posts do blog exigirá do usuário um esforço de concisão que não pode ser considerado limitante, muito pelo contrário.</p>
<p>Ainda é cedo para criticar os resultados da pesquisa de Tracy Alloway, principalmente porque, conforme ela me declarou em contato por e-mail, ainda é preciso coletar mais dados.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/22/o-twitter-emburrece/" rel="bookmark">O Twitter emburrece?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 22 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Facebook dá as caras</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/10/facebook-da-as-caras/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 11:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<description><![CDATA[A visita de Mark Zuckerberg ao Brasil em agosto foi parte da estratégia do executivo do Facebook de conhecer os países onde sua ferramenta começa a despontar nas estatísticas de usuários. Isso é o que se declara em matéria publicada na revista Época Negócios deste mês. Levando em conta a facilidade dos brasileiros para aderir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A visita de Mark Zuckerberg ao Brasil em agosto foi parte da estratégia do executivo do Facebook de conhecer os países onde sua ferramenta começa a despontar nas estatísticas de usuários. Isso é o que se declara em matéria publicada na revista Época Negócios deste mês.</p>
<p>Levando em conta a facilidade dos brasileiros para aderir às redes sociais, e que o número de usuários no país chegou a 1,3 milhão recentemente, concluímos que essa visita foi coberta de segundas intenções.</p>
<p>Os números impressionam: com 250 milhões de usuários, 70% deles fora dos Estados Unidos, o Facebook é a maior rede do mundo, posição que alcançou em agosto de 2008 após desbancar a líder MySpace. Só no primeiro semestre deste ano, 100 milhões de novos perfis foram criados &#8211; quase a população do México. Diariamente, mais de um bilhão de fotos são publicadas na ferramenta, o que a torna a maior fonte de compartilhamento de imagens existente.</p>
<p>Seu sucesso crescente é explicado, entre outros motivos, pela possibilidade de adaptação do ambiente ao vários idiomas (o que o Twitter ainda não permite) e de agregação de aplicativos desenvolvidos por terceiros, o que a empresa, inclusive, incentiva por meio de um fundo de US$ 10 milhões.</p>
<p>Empresas como Coca-Cola, Ford, Pepsi, Unilever e Ernst &amp; Young marcam presença com propósitos que vão do monitoramento de imagem, passando por atendimento ao consumidor e chegando ao recrutamento de pessoal. Segundo a empresa, 80% dos maiores anunciantes americanos estão literalmente na sua rede.</p>
<p>No Brasil, país onde mais se passa tempo na Internet e onde 87% dos internautas têm perfis em redes, a porta não está tão aberta. Aqui &#8211; como também na Índia &#8211; o terreno, como se sabe, é dominado pelo Orkut, mais simples, mais popular e associado ao igualmente popular Google. Mesmo o Twitter tem mais presença, principalmente quando se fala em empresas.</p>
<p>O desafio de Zuckerberg é grande, bem como sua meta de desbancar os buscadores &#8211; leia-se Google &#8211; oferecendo a filtragem social em substituição aos sofisticados algoritmos de busca.</p>
<p>BARIFOUSE, R. Ele é o futuro da internet? In: <em>Época Negócios</em>. Setembro 2009. p. 100-117.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/10/facebook-da-as-caras/" rel="bookmark">Facebook dá as caras</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 10 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Twitter &#8211; jovens fora?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/08/twitter-jovens-fora/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 16:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Myspace]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudos demográficos têm demonstrado que o usuário do Twitter é adulto, na faixa dos 25-35 anos. Considerando a facilidade de uso da ferramenta e a presença de sua marca nos noticiários, a pergunta mais frequentemente feita era por que usuários mais jovens &#8211; adolescentes &#8211; não têm representatividade nessa demografia. Segundo Geoff Cook, o questionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos demográficos têm demonstrado que o usuário do Twitter é adulto, na faixa dos 25-35 anos.</p>
<p>Considerando a facilidade de uso da ferramenta e a presença de sua marca nos noticiários, a pergunta mais frequentemente feita era por que usuários mais jovens &#8211; adolescentes &#8211; não têm representatividade nessa demografia.</p>
<p>Segundo Geoff Cook, o questionamento é falho, pois, para começar, há mais adolescentes no Twitter do que no Facebook.</p>
<p>Além disso, o resultado de uma <a href="http://www.techcrunch.com/2009/08/30/why-dont-teens-tweet-we-asked-over-10000-of-them/" target="_blank">pesquisa</a> feita com mais de 10.000 jovens americanos na faixa de 13 a 17 anos demonstra que esse grupo tem mais representatividade nas estatísticas de visitas da ferramenta do que outros grupos etários (25-34 e 35-44).</p>
<p>E os jovens que de fato usam a ferramenta o fazem mais frequentemente (5,2 vezes por mês) do que os adultos na faixa de 25-44.</p>
<p>Apesar disso, é fato que um número expressivo de participantes da pesquisa declara não usar a ferramenta. E 45% dos que criaram uma conta não postam comentários.</p>
<p>A razão, segundo Cook, é simples: o Twitter não traz nada de diferente em relação às outras redes sociais (Facebook e Myspace) nas quais esses jovens já estão. Não há valor adicional, portanto, em investir em mais uma rede.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/08/twitter-jovens-fora/" rel="bookmark">Twitter &#8211; jovens fora?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 8 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Dentro da cabeça do filósofo</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/dentro-da-cabeca-do-filosofo/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 12:40:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[cognição]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<description><![CDATA[O filósofo Pierre Lévy deu uma entrevista ao Portal G1 na qual fala sobre o projeto que coordena para criação de uma linguagem que dê à Web um caráter realmente universal (não fragmentado pelas línguas naturais) e permita a potencialização da inteligência coletiva. Não vou comentar o projeto, sobre o qual já twittei, mas sim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filósofo Pierre Lévy deu uma <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL1284962-6174,00.html" target="_blank">entrevista ao Portal G1</a> na qual fala sobre o projeto que coordena para criação de uma linguagem que dê à Web um caráter realmente universal (não fragmentado pelas línguas naturais) e permita a potencialização da inteligência coletiva.</p>
<p>Não vou comentar o projeto, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/20/pierre-levy-google-e-web-semantica/" target="_blank">sobre o qual já twittei</a>, mas sim as declarações finais feitas pelo filósofo sobre as mídias sociais que ele usa no dia a dia. Essa informação é valiosa, pois nos abre uma janela para a mente de um formador de opinião.</p>
<p>Lévy declara que usa o Twitter, que considera &#8220;social e intelectualmente muito complexo&#8221;, e segue 134 pessoas no momento em que escrevo, mas afirma ter dificuldade para ler tudo.</p>
<p>Considerando seus 2200 seguidores, <a href="http://www.webecologyproject.org/wp-content/uploads/2009/09/influence-report-final.pdf" target="_blank">pode-se concluir que ele não tem o propósito de usar a rede prioritariamente para o diálogo</a>, mas, talvez, para se manter em dia com as novidades relativas aos assuntos de seu interesse. Manter uma rede pequena e bem selecionada deve, portanto, ser sua estratégia de uso da rede social.</p>
<p>Outra ferramenta 2.0 usada pelo filósifo é o <a href="http://delicious.com/about" target="_blank">Delicious</a>, um serviço para manutenção de bookmarks que permite a indexação (tagging), armazenamento e compartilhamento de referências úteis. Ele declara que a ferramenta é uma forma de &#8220;organizar a memória de longo prazo&#8221;, atribuindo a ela, portanto, uma função cognitiva importante, mas também de &#8220;descobrir pessoas que estão interessadas nos mesmos assuntos&#8221;, isto é, de filtragem social da informação.</p>
<p>Lévy também usa o <a href="http://www.twine.com/item/125cmssw7-2s8/semantic-web-use-cases-and-case-studies-twine" target="_blank">Twine</a>, ferramenta construída como plataforma de aplicativos semânticos que emprega processamento de linguagem natural, análise estatística e análise de grafos para ajudar as pessoas a lidar com a sobrecarga de informações que as assola atualmente. Ele declara que já &#8220;[descobriu] coisas no Twine que [acabou] postando no Twitter&#8221;, caracterizando a ferramenta como outro filtro social importante.</p>
<p>Saber como Pierre Lévy e outros pensadores exploram as mídias sociais nos dá uma oportunidade de entender sua função como apoios à cognição ou, nos termos do próprio Lévy, tecnologias da inteligência.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/dentro-da-cabeca-do-filosofo/" rel="bookmark">Dentro da cabeça do filósofo</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 5 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Facebookicídio?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 11:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[Duas matérias recentes sobre o Facebook chamaram minha atenção. Na primeira, publicada no New York Times, fala-se em um pequeno, mas significativo, &#8216;êxodo&#8217; de usuários, não obstante os 87,7 milhões de visitantes que a rede social recebeu nos Estados Unidos apenas em julho. A razão, segundo a matéria, está na constatação de que há interesses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas matérias recentes sobre o Facebook chamaram minha atenção.</p>
<p>Na <a href="http://www.nytimes.com/2009/08/30/magazine/30FOB-medium-t.html" target="_blank">primeira, publicada no New York Times</a>, fala-se em um pequeno, mas significativo, &#8216;êxodo&#8217; de usuários, não obstante os 87,7 milhões de visitantes que a rede social recebeu nos Estados Unidos apenas em julho. A razão, segundo a matéria, está na constatação de que há interesses comerciais por trás da ferramenta.</p>
<p>Eu pergunto: mas isso não é óbvio? Todas as mídias 2.0 que hoje permitem acesso gratuito estão em busca de um modelo de negócios que lhes dê retorno. Assim é com o YouTube e assim também será com o Facebook. A questão é que deve haver um contrato claro que ofereça aos usuários garantias de que sua privacidade seja preservada quando eles assim o desejarem.</p>
<p>O que eu chamo de &#8216;Facebookicídio&#8217; já ocorreu há alguns anos com o Google no Brasil, mas por razões diferentes, como descrevi em um <a href="http://www.comunicar.pro.br/artigos/invasprivac.pdf" target="_blank">artigo</a>.</p>
<p>A <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204660604574370450465849142.html" target="_blank">segunda matéria, publicada no Wall Street Journal</a>, explica por que o Facebook &#8216;mata&#8217; as amizades. Segundo Liz Bernstein, as pessoas hoje dizem que estão muito ocupadas para encontrar os amigos e mesmo para pegar o telefone e ligar para eles, mas dedicam horas às mídias sociais. Além disso, elas parecem estar alheias ao fato de que nem tudo o que publicam nas redes será do interesse dos amigos ou será interpretado corretamente ou de forma positiva.</p>
<p>Muito embora tudo o que Liz afirma possa ser verdade, não culparia o Facebook nem qualquer outras tecnologia. Da mesma forma que não culparia os carros potentes pelos desastres nas estradas. O uso &#8211; e o abuso &#8211; das ferramentas é praticado pelas pessoas, portanto a decisão de manter os relacionamentos saudáveis também deve ser delas.</p>
<p>A questão é muito mais complexa do que se apresenta.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/" rel="bookmark">Facebookicídio?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 2 de Setembro de 2009.</p>
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		</item>
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		<title>Onde as classes se encontram</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/30/onde-as-classes-se-encontram/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 20:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa sobre hábitos na Internet feita pelo Instituto Informa sob encomenda da agência Binder/FC+M, as diferenças entre as classes sociais no Brasil tendem a se reduzir quando o assunto é uso de mídias sociais pelos jovens. Dos cerca de 500 rapazes e moças brasileiros de 27 capitais consultados, o uso do Orkut está nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo pesquisa sobre hábitos na Internet feita pelo Instituto Informa sob encomenda da agência Binder/FC+M, as diferenças entre as classes sociais no Brasil tendem a se reduzir quando o assunto é uso de mídias sociais pelos jovens.</p>
<p>Dos cerca de 500 rapazes e moças brasileiros de 27 capitais consultados, o uso do Orkut está nos hábitos de 20% da classe A e 15% da classe C, sendo que o site social empata nas duas classes como o mais visitado em 63%, disparado acima do YouTube (A: 8%; C:10%).</p>
<p>Mas as diferenças se insinuam de outras formas:</p>
<ol>
<li>Uma vez que o Orkut se tornou extremamente popular, a classe média alta começa a migrar para o Facebook a fim de buscar alguma diferenciação;</li>
<li>O significado atribuído pelos jovens ao fato de estarem na rede também varia em função da classe: para a classe A é uma oportunidade de autoexpressão, enquanto que a classe C é uma forma de crescimento pessoal;</li>
<li>A classe A (21%) lê mais na rede do que na C (14%), sendo que os blogs são mais lidos por jovens da região Sudeste (15%).</li>
</ol>
<p>Fonte: BALBIO, M. Encontro de geração. <strong>Revista O Globo</strong>. 30 ago. 2009. p. 20-21.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/30/onde-as-classes-se-encontram/" rel="bookmark">Onde as classes se encontram</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 30 de Agosto de 2009.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Novos Usos para Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/18/novos-usos-para-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Aug 2009 12:47:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[LinkedIn]]></category>
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		<description><![CDATA[A comunidade Social Media Today fez uma pesquisa com 632 de seus participantes e visitantes que, de alguma forma, estão envolvidos com mídias sociais de forma profissional. O resultado da pesquisa foi a constatação de que as empresas hoje usam as mídias sociais mais para broadcasting, isto é, para realizar ações de marketing e RP, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A comunidade Social Media Today fez uma <a href="http://www.socialmediatoday.com/SMC/99991" target="_blank">pesquisa</a> com 632 de seus participantes e visitantes que, de alguma forma, estão envolvidos com mídias sociais de forma profissional.</p>
<p>O resultado da pesquisa foi a constatação de que as empresas hoje usam as mídias sociais mais para <em>broadcasting</em>, isto é, para realizar ações de marketing e RP, do que para se engajar em comunicação efetiva com seus clientes. A revelação mais significativa desse estudo, entretanto, é que há indícios de que esse quadro se inverterá no futuro, com maior tendência ao foco no engajamento.</p>
<p>O relatório da pesquisa divide-se em três partes:</p>
<p>(1) Na primeira, apresenta-se um quadro geral do uso das mídias sociais. Nesse quadro, descobre-se que marketing e RP são os usos mais frequentes, com apoio às vendas e trabalho colaborativo vindo bem atrás. Empresas grandes (&gt; 1000 empregados) frequentemente usam as mídias sociais para comunicação interna, enquanto as empresas pequenas (até 10 empregados) usam-nas para trabalho colaborativo. A existência de profissionais dedicados também às mídias sociais ocorre em 41,2% das empresas pesquisadas. As mídias mais usadas são: LinkedIn (79%), Facebook (77%), Twitter (75%) e blogs (68%). Apesar do posicionamento menos expressivo, é para os blogs que as empresas pretendem se voltar no futuro. Isso confirmaria a profissionalização da mídia sobre a qual <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/24/entrevista-com-rosana-hermann/" target="_blank">falou Rosana Hermann</a>.</p>
<p>(2) Na segunda, o Twitter e suas aplicações são destacadas. Atualmente, as empresas que utilizam a rede social o fazem para divulgar notícias quentes e apresentar uma face mais &#8216;pessoal&#8217; de sua marca. A expectativa é que, no futuro, essas empresas passem a priorizar o engajamento, a criação de um relacionamento mais direto com seus clientes. Poucas empresas usam o Twitter para comunicação interna, e as que o fazem priorizam o compartilhamento de informações, conhecimentos e recursos, bem como para o networking.</p>
<p>(3) Na terceira, faz-se um apanhado das quatro funções gerais de mídias como Facebook e LinkedIn nas organizações.</p>
<p>(a) <strong>Vendas</strong>: Manter contatos com clientes e entender suas atitudes são os usos principais dessas mídias nas empresas. A tendência é que no futuro elas se dediquem à comunicação direta e à prospecção de vendas com foco em novos clientes autoidentificados ou conquistados nas redes sociais. A ideia por trás dessa tendência é que por meio da conversação genuína se chega à compreensão do que o cliente pensa sobre a marca, de seus valores e interesses e se obtém uma aproximação mais pessoal que pode trazer resultados. É importante lembrar que as pessoas estão nas redes para socializar e não para sofrer assédio de vendendores, o qual, quando ocorre, pode ter resultados negativos imprevisíveis.</p>
<p>(b) <strong>Marketing</strong>: Metade das organizações que usam essas redes o faz para autopromoção por meio de mensagens, para monitorar tendências dos consumidores e para oferecer um canal de comunicação com seus clientes. Cerca de 34% o faz para pesquisar ideias para novos produtos. A tendência futura é de ampliar o uso das redes como canal de comunicação direta com os clientes, o que se apresenta como uma necessidade para organizações que não queiram perder o espaço para os concorrentes.</p>
<p>(c) <strong>Relações Públicas</strong>: Manter uma página com o perfil da organização, distribuição de press releases e notícias, monitorar e responder às menções sobre a organização e seus produtos e interagir com blogueiros e jornalistas são os usos mais comuns nesta área. A visão é que os usos futuros continuem nessa linha.</p>
<p>(d) <strong>Comunicação Interna</strong>: As redes são usadas para compartilhar documentos e manter a comunicação entre equipes de trabalho, mas a visão de futuro tende a favorecer menos o primeiro uso.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/18/novos-usos-para-midias-sociais/" rel="bookmark">Novos Usos para Mídias Sociais</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 18 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Redes em Guerra</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/13/redes-em-guerra/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 01:10:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
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		<description><![CDATA[A competição entre as redes sociais, ou melhor, entre as empresas por trás delas, tem aumentado de forma perceptível nos últimos meses. Mark Zuckerberg, criador do Facebook, acabou de visitar o Brasil, único país onde o Orkut, rede social do Google, é soberana, contando com mais de 35 milhões de usuários. O Twitter, rede existente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A competição entre as redes sociais, ou melhor, entre as empresas por trás delas, tem aumentado de forma perceptível nos últimos meses.</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/noticias/tecnologia+link,mark-zuckerberg-e-o-facebook-vem-ao-brasil-pela-primeira-vez,2898,0.shtm" target="_blank">Mark Zuckerberg, criador do Facebook, acabou de visitar o Brasil</a>, único país onde o Orkut, rede social do Google, é soberana, contando com mais de 35 milhões de usuários.</p>
<p>O Twitter, rede existente desde 2006 que só neste ano alcançou destaque, tem apenas 32 milhões de usuários, nem chegando perto dos 250 milhões do Facebook, mas <a href="http://info.abril.com.br/noticias/internet/usuarios-do-twitter-triplicam-em-dois-meses-21052009-40.shl" target="_blank">vem crescendo muito rapidamente</a>.</p>
<p><a href="http://info.abril.com.br/blog/nalinhadogoogle/20090810_listar.shtml?187808" target="_blank">Para Maurício Moraes, a visita de Zuckerberg talvez não traga resultados significativos</a>, pois o Facebook, com seus critérios de privacidade e aplicativos embutidos, não traz nenhuma novidade que o Orkut já não ofereça, logo a vitória dessa guerra, no Brasil, provavelmente será do Google.</p>
<p>Mas <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/07/30/novo-twitter-pode-impactar-marketing-de-busca/" target="_blank">é justamente com o Google, a ferramenta de busca, e não com o Orkut, que o Twitter parece estar concorrendo</a>. Pelo menos é isso que se deduz da reformulação recente por que passou a página inicial dessa rede.</p>
<p>Agora, ela privilegia as buscas. Como se sabe que o diferencial do Twitter em relação ao Google é significativo &#8211; ele tem sua própria base de dados e permite a obtenção de resultados oriundos de filtragem social e quase em tempo real &#8211; a empresa de Brin e Page terá novamente de inovar no quesito buscas relevantes.</p>
<p>Por fim, um novo entrante se insinua: <a href="http://oglobo.globo.com/tecnologia/mat/2009/08/12/yahoo-avalia-criar-um-concorrente-para-twitter-757381580.asp" target="_blank">o Yahoo! sinalizou a intenção de lançar sua própria ferramenta de microblogging</a>.</p>
<p>Uma batalha como nunca antes se viu parece surgir no horizonte, só que, desta vez, parece que nós teremos muito a ganhar.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/13/redes-em-guerra/" rel="bookmark">Redes em Guerra</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 13 de Agosto de 2009.</p>
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