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	<title>Tudo 2.0 &#187; geração y</title>
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		<title>Vida longa ao E-mail</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[cmc]]></category>
		<category><![CDATA[geração y]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem-se alardeado que o e-mail, tecnologia de comunicação mediada por computador (CMC) mais popular durante décadas, estaria com os dias contados. Mas um estudo recente sugere que isso pode não ser verdade e apresenta dados da Geração Y, justamente a mais antenada com novas tecnologias de CMC como as redes e mídias sociais, para mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem-se alardeado que o e-mail, tecnologia de comunicação mediada por computador (CMC) mais popular durante décadas, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/14/o-e-mail-morreu-longa-vida-as-redes" target="_blank">estaria com os dias contados</a>.</p>
<p>Mas um <a href="http://thepmn.org/_blog/The_PMN_Blog/post/Gen_Y_Would_Abandon_Social_Networks_Before_Email_or_Texting/" target="_blank">estudo recente</a> sugere que isso pode não ser verdade e apresenta dados da <a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87165-7943-219,00-GERACAO+Y.html" target="_blank">Geração Y</a>, justamente a mais antenada com novas tecnologias de CMC como as redes e mídias sociais, para mostrar a fragilidade das notícias sensacionalistas.</p>
<p>O estudo foi realizado em outubro com estudantes universitários dos Estados Unidos, que declararam que dificilmente deixariam de ler e enviar e-mails durante uma semana. Isso para quem passa, em média, 33 horas semanais em sites de redes sociais.</p>
<p>Uma razão apresentada para essa &#8216;fidelidade&#8217; dos jovens a uma tecnologia tão &#8216;antiga&#8217; é o fato de que as redes sociais costumam contar com o e-mail para enviar alertas e avisos de atualização aos usuários.</p>
<p><a href="http://email.exacttarget.com/uploadedFiles/Resources/Whitepapers/ExactTarget_EmailUtilization.pdf" target="_blank">Outra pesquisa</a>**, também feita nos Estados Unidos, mas no primeiro semestre deste ano, já sugeria que as redes sociais não causavam a queda no uso do e-mail.</p>
<p>Será que a morte do e-mail foi, então, decretada prematuramente?</p>
<p> </p>
<p>** Link abre arquivo PDF</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/14/vida-longa-ao-e-mail/" rel="bookmark">Vida longa ao E-mail</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>A Revolução das Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/14/a-revolucao-das-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 23:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
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		<description><![CDATA[Não sei se os dados são confiáveis, mas a mensagem é clara: as mídias sociais são o novo continente ainda por mapear. Obrigado, @cronai.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se os dados são confiáveis, mas a mensagem é clara: as mídias sociais são o novo continente ainda por mapear. Obrigado, <a href="http://twitter.com/cronai" target="_blank">@cronai</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="315" src="http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/14/a-revolucao-das-midias-sociais/" rel="bookmark">A Revolução das Mídias Sociais</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Nielsen e as Intranets 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/</link>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 11:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas. Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da Geração Y no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.useit.com/alertbox/social-intranet-features.html" target="_blank">coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas.</p>
<p>Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG76933-8376-2,00-A+GERACAO+QUE+O+MARKETING+AINDA+NAO+DECIFROU.html" target="_blank">Geração Y</a> no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar essas ferramentas (YouTube, Wikipedia, Facebook, Twitter, blogs) na vida cotidiana, logo deverão esperar encontrar essas ferramentas também nas empresas onde trabalharem.</p>
<p>Nielsen alerta que o processo não se restringe à adoção de ferramentas &#8211; não importa quais -, mas deve ser encarado como a busca de uma solução para uma demanda do negócio e que cada empresa terá necessidade de uma ou/e outra ferramenta, mas não de todas.</p>
<p>Ele relaciona, enfim, alguns fatores interessantes como resultado de uma pesquisa envolvendo 14 empresas, de 6 países, que já têm Intranets 2.0:</p>
<ol>
<li>A Intranet 2.0 costuma surgir e crescer na empresa como uma iniciativa &#8216;sem patrocínio&#8217; até que demonstre seu valor à alta hierarquia;</li>
<li>A alta hierarquia raramente tem entre seus membros representantes da Geração Y, portanto são os empregados da ponta os que aderem mais facilmente e &#8216;levantam a bandeira&#8217;;</li>
<li>As comunidades formadas por meio dessas ferramentas costumam ser &#8216;autopoliciadas&#8217;, dispensando medidas de segurança drásticas. Basta que haja algum treinamento sobre a conduta apropriada e que não se permita o anonimato;</li>
<li>A Intranet 2.0 tem a ver com a comunicação, mas também com negócios, portanto é necessário que alguém fique oficialmente responsável por garantir que os produtos dessa comunicação retroalimentem as áreas de negócio;</li>
<li>As ferramentas devem ser integradas de forma natural aos recursos de Intranet já existentes, de forma que os empregados não precisem ter informações duplicadas em diferentes ambientes.</li>
</ol>
<p>A implantação de uma Intranet 2.0 não é um processo simples nem tampouco rápido e depende muito da cultura da empresa. Naquelas em que os empregados percebem que a informação tem mais valor quando é guardada, uma iniciativa dessa natureza pode resultar em fracasso.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/" rel="bookmark">Nielsen e as Intranets 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
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