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	<title>Tudo 2.0 &#187; google</title>
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	<description>porque naveg@r é impreciso</description>
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		<title>Google Sidewiki</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/10/18/google-sidewiki/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/10/18/google-sidewiki/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 16:36:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência coletiva]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google vai lançar junto com sua barra de serviços para navegadores o Sidewiki, ferramenta que permitirá que os usuários insiram comentários sobre o conteúdo de páginas visitadas. É certamente uma forma de explorar &#8211; no bom sentido &#8211; a inteligência coletiva. Os riscos de &#8216;deixar tanto poder nas mãos dos usuários&#8217; serão minimizados por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Google vai lançar junto com sua barra de serviços para navegadores o Sidewiki, ferramenta que permitirá que os usuários insiram comentários sobre o conteúdo de páginas visitadas.</p>
<p>É certamente uma forma de explorar &#8211; no bom sentido &#8211; a inteligência coletiva. Os riscos de &#8216;deixar tanto poder nas mãos dos usuários&#8217; serão minimizados por meio de um algoritmo que filtrará as contribuições e alçará as mais relevantes para posições de destaque.</p>
<p>O vídeo abaixo mostra como funcionará a ferramenta. Para saber mais, leia o <a href="http://www.readwriteweb.com/archives/google_launches_sidewiki_lets_you_annotate_the_web.php" target="_blank">texto em ReadWriteWeb</a>.</p>
<p><object width="500" height="315"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/CsjJOsx84MA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/CsjJOsx84MA&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="315"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/18/google-sidewiki/" rel="bookmark">Google Sidewiki</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 18 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>Empresa 2.0: diferentes interpretações</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/03/empresa-2-0-diferentes-interpretacoes/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/03/empresa-2-0-diferentes-interpretacoes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 11:17:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A expressão &#8216;Empresa 2.0&#8242; foi cunhada por Andrew MacAffee em 2006 para descrever empresas que exploravam softwares de plataformas sociais emergentes, tanto dentro de suas estruturas quanto no relacionamento com seus parceiros e clientes, para permitir a colaboração e criação de comunidades virtuais. Alguns traços das plataformas descritas por MacAffee são hoje encontrados em diversas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expressão &#8216;Empresa 2.0&#8242; foi cunhada por Andrew MacAffee em 2006 para descrever empresas que exploravam softwares de plataformas sociais emergentes, tanto dentro de suas estruturas quanto no relacionamento com seus parceiros e clientes, para permitir a colaboração e criação de comunidades virtuais.</p>
<p>Alguns traços das plataformas descritas por MacAffee são hoje encontrados em diversas mídia sociais como o Twitter (indiferença a hierarquias formais) e Orkut (aceitação de muitos tipos de dados) etc.</p>
<p>Mas <a href="http://smartdatacollective.com/Home/21119" target="_blank">há outras interpretações para a expressão</a>, como, por exemplo, a de Tom Graves, que acrescenta novos traços constitutivos que permitem abarcar mais do que apenas as mídias sociais colaborativas que conhecemos:</p>
<ol>
<li>Mobilidade: sistemas que permitem consulta ao estoque por meio de dispositivos portáteis como celulares;</li>
<li>Busca e recuperação de dados: adoção da estratégia do Google (são 18 bilhões de páginas à disposição!) à recuperação de documentos corporativos;</li>
<li>Open Source: adoção de sistemas de código aberto como forma de reduzir custos e assegurar controle de versões;</li>
<li>Cloud Computing: acesso à informação para além da estrutura fechada de uma rede corporativa com redução de custos;</li>
<li>Business Intelligence: exploração das informações disponíveis em bancos de dados corporativos para detecção de tendências, previsão de riscos e tomada de decisão.</li>
</ol>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/03/empresa-2-0-diferentes-interpretacoes/" rel="bookmark">Empresa 2.0: diferentes interpretações</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 3 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Pierre Lévy, Google e Web Semântica</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/20/pierre-levy-google-e-web-semantica/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/20/pierre-levy-google-e-web-semantica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2009 11:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Pierre Lévy]]></category>

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		<description><![CDATA[O filósofo Pierre Lévy foi entrevistado, em maio deste ano, pela revista Multitudes. Na ocasião, ele falou sobre o Google, sobre padrões da Web e sob a pesquisa internacional que coordena para desenvolvimento de uma web semântica. Lévy inicialmente reconhece o Google como a primeira ferramenta de busca a explorar, mesmo que de forma pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O filósofo <a href="http://multitudes.samizdat.net/Au-dela-de-Google-Les-voies-de-l" target="_blank">Pierre Lévy foi entrevistado</a>, em maio deste ano, pela revista Multitudes. Na ocasião, ele falou sobre o Google, sobre padrões da Web e sob a pesquisa internacional que coordena para desenvolvimento de uma web semântica.</p>
<p>Lévy inicialmente reconhece o Google como a primeira ferramenta de busca a explorar, mesmo que de forma pouco sofisticada, a inteligência coletiva dos usuários da Web. A explicação é que o algoritmo do PageRank, tecnologia proprietária criada por Sergey Brin e Larry Page, valoriza os sites para os quais converge maior quantidade de links que, por sua vez, tenham sido originados de sites que também recebam muitos links.</p>
<p>Ao mesmo tempo que valoriza a a &#8216;extraordinária ambição computacional&#8217;do Google em abarcar todo o conteúdo da Web, o filósofo alerta para os riscos inerentes nesse projeto: a expisição à censura governamental, à manipulação comercial e à apropriação pelos órgãos de inteligência estatais.</p>
<p>Não obstante o alcance do Google, Lévy afirma que a pesquisa e a filtragem da informação ainda estão na pré-história, pois as ferramentas existentes ainda se baseiam no processamento de caracteres (palavras-chave) e não de conceitos, o que agrava o acesso irrestrito à informação quando se levam em conta o caráter multilingual da Web e as limitações dos sistemas de tradução automática disponíveis.</p>
<p>O entrevistado afirma que, a julgar pelas iniciativas das grandes empresas (Google, Yahoo! Microsoft etc.), que compõem o World Wide Web Consortium (W3C), o quadro não evoluirá muito, pois elas não têm por meta o desenvolvimento da inteligência coletiva da humanidade, e sim os resultados financeiros. Caberá às universidades buscar inovações que realmente tragam benefícios à sociedade, mas essas inovações exigirão a invenção de novos sistemas simbólicos.</p>
<p>A Web atual, segundo Lévy, é uma teia de documentos conectados por hiperlinks &#8211; uma web de dados. Ele até reconhece a existência da iniciativa do W3C de criar algo próximo de uma web semântica, mas alerta que essa iniciativa ainda estará longe de permitir a codificação da informação pelo significado de forma a garantir acesso irrestrito à inteligência coletiva da humanidade.</p>
<p>O que Lévy e sua equipe de pesquisadores propõem é um sistema universal de codificação das ideias e conceitos que independa das linguagens naturais, da mesma forma que, por exemplo, o formato MP3 independe da linguagem musical utilizada. Esse sistema universal originaria uma web de <a href="http://www.ibict.br/anexos_secoes/METADADOS.ppt" target="_blank">metadados</a> &#8211; como nas tags criadas espontaneamente pelos blogueiros &#8211; anexa (e jamais oposta) à web de dados que já existe. Ele explica que, com o poder computacional descentralizado que temos hoje, graças à computação em nuvem, tudo o que falta é justamente o tal sistema simbólico unificador.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/20/pierre-levy-google-e-web-semantica/" rel="bookmark">Pierre Lévy, Google e Web Semântica</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 20 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Twitter é o novo Google?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-e-o-novo-google/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-e-o-novo-google/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 23:28:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Google e Twitter são coisas muito distintas! Mas será mesmo? Vejamos duas situações: 1 &#8211; Você acaba de se mudar para um novo bairro e não conhece os bons restaurantes do local, mas observa que pessoas semelhantes a você em idade, perfil socioeconômico e cultural frequentam uma cantina italiana numa rua residencial a duas quadras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Google e Twitter são coisas muito distintas!</p>
<p>Mas será mesmo?</p>
<p>Vejamos duas situações:</p>
<p>1 &#8211; Você acaba de se mudar para um novo bairro e não conhece os bons restaurantes do local, mas observa que pessoas semelhantes a você em idade, perfil socioeconômico e cultural frequentam uma cantina italiana numa rua residencial a duas quadras de seu prédio. Você passa a frequentar esse restaurante e descobre ter feito uma excelente escolha. Isso é &#8216;a abordagem Google&#8217; à escolha de restaurantes.</p>
<p>O Google é uma ferramenta de busca alimentada por um algoritmo, uma programação inteligente, que segue a seguinte lógica: se há muitos sites importantes apontando links para o site A, este site deve ser relevante, portanto receberá nota alta. É a lógica da academia, segundo a qual o pesquisador mais importante é aquele cujos artigos têm mais citações de outros pesquisadores.</p>
<p>2 &#8211; Você consegue um novo empregado em outra cidade e não conhece bem o bairro para onde se mudou. Para sua sorte, vários de seus novos amigos de empresa, pessoas muito legais, moram na sua vizinhança e recomendam dois restaurantes ótimos: um de comida japonesa e outro de comida mexicana. Você passa a frequentar esses restaurantes e descobre que seus amigos têm ótimo gosto.  Isso é a &#8216;abordagem Twitter&#8217; à escolha de restaurantes.</p>
<p>O Twitter não é (ainda) uma ferramenta de busca, mas poderá se tornar uma, pois seu recurso de pesquisa pode ser usado para buscar mensagens de usuários sobre determinado tema a partir de palavras-chave (como se faz no Google). O interessante é que as mensagens encontradas podem ser de natureza variada: comentários de usuários leigos ou especialistas, críticas de consumidores, links para sites contendo matérias ou resenhas etc.</p>
<p>O grande diferencial é que as pesquisas feitas no Twitter apresentam resultados que são gerados (produzidos ou filtrados e recomendados) pelos próprios usuários da ferramenta. E são geralmente fresquíssimos, podendo conter posts produzidos há alguns minutos.</p>
<p>Isso o Google ainda não consegue fazer.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-e-o-novo-google/" rel="bookmark">Twitter é o novo Google?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 31 de Julho de 2009.</p>
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