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	<title>Tudo 2.0 &#187; imprensa</title>
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		<title>Twitter no currículo da faculdade</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 10:56:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Twitter vai se tornar curso na Universidade DePaul em Chicago, EUA. Confiabilidade da informação e uso das &#8216;notícias de primeira mão&#8217; publicadas na ferramenta de microblogging estão entre os assuntos abordados. O impacto de novas mídias sociais no jornalismo também é tema de outros cursos oferecidos pela DePaul, o que demonstra que o valor que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI3954474-EI4802,00-Universidade+nos+EUA+oferece+curso+sobre+Twitter+a+alunos.html" target="_blank">O Twitter vai se tornar curso</a> na Universidade DePaul em Chicago, EUA.</p>
<p>Confiabilidade da informação e uso das &#8216;notícias de primeira mão&#8217; publicadas na ferramenta de microblogging estão entre os assuntos abordados.</p>
<p>O impacto de novas mídias sociais no jornalismo também é tema de outros cursos oferecidos pela DePaul, o que demonstra que o valor que elas têm na sociedade já ultrapassou a esfera do relacionamento interpessoal informal.</p>
<p>Cada vez mais, ao que tudo indica, essas mídias estarão associadas à criação e circulação de intangíveis financeiros, intelectuais etc.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/03/twitter-no-curriculo-da-faculdade/" rel="bookmark">Twitter no currículo da faculdade</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 3 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Ei, Twitter, o que você está fazendo?</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Jul 2009 00:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
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		<description><![CDATA[Para uma ferramenta lançada em 2006, sem muito sucesso (DELFINI, 2009), até que ele vem surpreendendo, tanto na audiência quanto nos usos. Usuários Um estudo de 2008 (KRISHNAMURTHY, GILL e ARLITT, 2008) demonstrou que o Brasil estava na lista dos 10 países com maior presença no Twitter, mas foi apenas no primeiro semestre de 2009 que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para uma ferramenta lançada em 2006, sem muito sucesso (DELFINI, 2009), até que ele vem surpreendendo, tanto na audiência quanto nos usos.</p>
<p><strong>Usuários</strong><strong></strong><br />
Um estudo de 2008 (KRISHNAMURTHY, GILL e ARLITT, 2008) demonstrou que o Brasil estava na lista dos 10 países com maior presença no Twitter, mas foi apenas no primeiro semestre de 2009 que a ferramenta de fato se popularizou no país. Segundo o Ibope (FELITTI, 2009), o número de visitantes do Twitter no Brasil saltou de 344 mil em fevereiro deste ano para 677 mil em março, um aumento de quase 97%. E o perfil desses usuários já é conhecido: predominam homens adultos (entre 35 e 49 anos), solteiros, muitos com experiência em outras ferramentas de redes sociais.</p>
<p>As pesquisas indicam que eles conheceram a ferramenta por meio do velho boca a boca, e a usam para se ficar atualizados, trocar conteúdos e manter contato pessoal com amigos (BULLET, 2009; FELITTI, 2009).</p>
<p>Tal como ocorre nos blogs, os usuários do Twitter usam a ferramenta como fonte de informações confiáveis na busca de opiniões e dicas. Um número significativo desses usuários (87%), segundo pesquisa da Bullet, aprovou as dicas recebidas na rede social.</p>
<p>Proporcionalmente, entretanto, ainda há poucos usuários no país, contando apenas 3,9% do total estimado de 255 milhões de internautas. O potencial de crescimento é enorme e, a julgar pelos usos que vêm sendo dados à ferramenta, esse potencial poderá logo se converter em realidade.</p>
<p><strong>Uso Corporativo</strong><strong><br />
</strong>As grandes empresas, principalmente estrangeiras, têm demonstrado interesse  no potencial do Twitter. Segundo a revista Fortune, 36 das 100 maiores empresas de seu ranking já exploram a ferramenta de alguma forma (DELFINI, 2009).</p>
<p>Empresas de construção vêm aproveitando a popularidade da rede social para divulgar promoções exclusivas que acabam resultando em vendas (PACHECO, 2009). A audiência conquistada acaba por aumentar também a presença da marca das empresas a custo zero, o que pode se traduzir em resultados.</p>
<p>Para empresas como as corretoras de investimentos, que precisam ter agilidade no fornecimento de informações aos clientes, ter uma conta no Twitter representa um enorme diferencial competitivo (PACHECO, 2009).</p>
<p>Serviços de atendimento a clientes (SACs) de grandes empresas também já migraram para a ferramenta (BARIFOUSE, 2008).</p>
<p>Mesmo empresas preocupadas em apenas rastrear os movimentos do mercado a partir das opiniões dos consumidores têm a ganhar com a existência do Twitter, pois já existem ferramentas capazes de rastrear os comentários sobre seus produtos e serviços feitos pelos usuários da rede social (BARIFOUSE,2008). Para o presidente da agência DM9DDB, monitorar as redes sociais é uma forma de proteger os clientes, pois comentários feitos no Orkut e no Twitter, por exemplo, podem &#8220;derrubar uma marca ou destruir uma promoção&#8221; (VALENTE, 2009).</p>
<p>Outro uso possível do Twitter é a formação de redes internas nas empresa para estímulo às inovações, fez a IBM com o lançamento da Blue Twit (BARIFOUSE, 2008).</p>
<p>Os benefícios também existem para quem busca emprego, pois algumas consultorias de RH já têm suas contas no Twitter para oferta de vagas (PACHECO, 2009).</p>
<p><strong>Uso Social</strong><strong><br />
</strong>O Twitter tem começado a despontar como ferramenta de mobilização. Vários cidadãos organizados já veem a possibilidade de usar a rede social para, por exemplo, partilhar informações que garantam a circulação segura em vias públicas de grandes cidades (GERBASE, 2009).</p>
<p>A ferramenta também vem sendo empregada por motoristas para criar uma rede de informações sobre as condições do trânsito, o que poderá facilitar o fluxo em regiões críticas das metrópoles (O TRÂNSITO, 2009).</p>
<p><strong>Twitter na Política</strong><strong></strong><br />
Dois grandes eventos da política internacional demonstraram o poder do Twitter: a eleição de Barack Obama nos Estados Unidos em 2008 e a crise no Irã após as eleições de 2009.</p>
<p>A campanha de Obama, embora não tenha sido a primeira na história da política americana a explorar as tecnologias de redes sociais, foi a primeira a fazê-lo de forma abrangente (várias tecnologias) e criativa (NATIONS, s.d).</p>
<p>No caso do Irã, a divulgação dos resultados da eleição de 2009 deflagrou protestos que, durante algum tempo, contaram com a cobertura da imprensa internacional. Quando os jornalistas internacionais começaram a ser censurados e mesmo expulsos do país, coube aos internautas iranianos enviar para fora, via Twitter, o relato dos fatos que ocorriam diariamente em seu país (PEREIRA, 2009).</p>
<p>Um estudo estimou que, entre 7 (período pré-eleitoral) e 26 de junho, pouco mais de dois milhões de mensagens foram publicadas na rede social (BLANCO, 2009). A possibilidade de publicar mensagens a partir de telefones celulares contribuiu para que os relatos sobre a crise continuassem a ser divulgados mesmo sob risco de bloqueio no acesso à Internet a partir do país.</p>
<p>China, Moldávia e Guatemala engrossam a lista de países com regimes &#8216;linha-dura&#8217; que também  tiveram de enfrentar o poder do Twitter.</p>
<p><strong>Twitter vs. Mídias Tradicionais</strong><strong></strong><br />
O Twitter, mais do que os blogs, demonstrou o poder democrático das redes sociais na disseminação da informação. A exigência de concisão (publicar com até 140 caracteres) e a facilidade de uso deram à ferramenta um apelo irresistível, pois qualquer usuário passou a poder tornar-se &#8216;jornalista e editor&#8217; de seu próprio veículo informativo. (ALBUQUERQUE, 2009)</p>
<p>Uma das principais críticas que se faz ao Twitter, bem como às demais redes sociais, tem a ver com a credibilidade (BLANCO, 2009), a qual, para alguns estudiosos, só é garantida pelos veículos tradicionais e já estabelecidos, que &#8220;conseguem processar relatos, debates, pensamentos com independência dos poderes constituídos&#8221; (BUCCI, 2009).</p>
<p><strong>Referências</strong><strong></strong><br />
ALBUQUERQUE, A. de. Tocqueville vai ao Twitter. <em>O Globo,</em> Rio de Janeiro,  18 jul. 2009. p.3.</p>
<p>BARIFOUSE, D. O que você está fazendo? In: <em>Época Negócios</em>. Outubro 2008. p. 30.</p>
<p>BLANCO, S. Twitter não basta para revolução. <em>El País</em>. 10 jul. 2009.</p>
<p>BUCCI, E. Entrevista. <em>O Globo</em>. Rio de Janeiro, 18 jul. 2009,  p.2.</p>
<p>BULLET. Twitter Brasil. Disponível em: &lt;http://colunas.cbn.globoradio.globo.com/files/615/2009/06/pesquisa_twitter.pdf&gt;. Data de acesso: 17 jul. 2009</p>
<p>DELFINI, L. Twitter: O que você está fazendo? <em>Locaweb</em>, São Paulo. Edição 16, Jul. 2009, p. 34-43</p>
<p>FELITTI, G. Tráfego do Twitter cresce 96,8% em março no Brasil. <em>IDG Now</em>. Disponível em: &lt;http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/04/13/trafego-do-twitter-cresce-96-8-em-marco-no-brasil-afirma-ibope/&gt;. Data de acesso: 17 jul. 2009.</p>
<p>GERBASE, F. Moradores de Botafogo criam movimento para conter violência. <em>O Globo</em>, Rio de Janeiro, 12 jul. 2009,  p.15.</p>
<p>KRISHNAMURTHY, B.; GILL, P. e ARLITT, M. A few chirps about twitter.  In:  <strong>WOSP &#8217;08</strong>: Proceedings of the first workshop on Online social networks. 2008, pp. 19-24.</p>
<p>O TRÂNSITO está livre no Twitter. <em>O Globo</em>, Rio de Janeiro, 18 jul. 2009, p.4.</p>
<p>NATIONS, D. How Barack Obama Is Using Web 2.0 to Run for President. s.d. Disponível em: &lt;http://webtrends.about.com/od/web20/a/obama-web.htm&gt; Data de acesso: 22 jul. 2009.</p>
<p>PACHECO, N. Twitter: nova ferramenta de negócios. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 16 jul. 2009, p. E1.</p>
<p>PEREIRA, R. Rebelião 2.0. <em>Época</em>: São Paulo. p. 102-106. 22 jun. 2009</p>
<p>VALENTE, S. &#8216;Passamos a monitorar todas as redes sociais&#8217;. <em>O Globo</em>, Rio de Janeiro, 26 jul. 2009, p. 27.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/22/ei-twitter-o-que-voce-esta-fazendo/" rel="bookmark">Ei, Twitter, o que você está fazendo?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 22 de Julho de 2009.</p>
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		<title>Escrita e Poder 1</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 20:29:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Estou lendo <a href="http://books.google.com.br/books?id=lfveI4ppj0sC&amp;dq=blog+hewitt&amp;printsec=frontcover&amp;source=bl&amp;ots=4UOQTXR-SB&amp;sig=Y03uESrEEOWgSr7sF8cdNaTZ4Wg&amp;hl=pt-BR&amp;ei=HH9jSq_HKoSktgfiuLX1Dw&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=3" target="_blank">Blog</a>, do jornalista e professor universitário Hugh Hewitt, como &#8216;dever de casa&#8217; para entender uma das tecnologias 2.0 de maior sucesso.</p>
<p>No segundo capítulo do livro, o autor afirma que vivemos hoje uma revolução na tecnologia da comunicação semelhante à ocorrida no século XVI.</p>
<p>Naquele século, se lembrarmos as aulas de História, o monge <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Martinho_Lutero" target="_blank">Martinho Lutero</a> questionou a interpretação que Roma dava às escrituras.</p>
<p>O filme Lutero encena os fatos ocorridos na época e destaco uma cena importante:</p>
<p>16:32-18:15: Lutero começa a questionar a interpretação das escrituras então dominante</p>
<p><object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5Dn33_2IGrY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/5Dn33_2IGrY&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p>O ponto do capítulo na obra de Hewitt é que Lutero teve a sorte de viver na época em que já existiam os tipos móveis, a origem da imprensa, criados por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Gutenberg" target="_blank">Gutenberg</a>. A invenção de Gutenberg retirou dos monges copistas (portanto da Igreja) a exclusividade pela reprodução de textos.</p>
<p>Outra cena do filme mostra como os dois fatos históricos (invenção da imprensa e questionamentos de Lutero) deram origem ao movimento da Reforma, que, como sabemos hoje, teve consequências que foram além da religião.</p>
<p>02:02-04:00: Lutero prega suas 95 Teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg. Elas são então copiadas e impressas.</p>
<p><object width="445" height="364"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3BOWRRVbpq4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/3BOWRRVbpq4&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;color1=0x006699&#038;color2=0x54abd6&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="445" height="364"></embed></object></p>
<p>Hewitt afirma que &#8220;Gutenberg amplificou a voz humana de tal modo que ela pôde ser ouvida em todo o mundo. Ele forneceu os meios pelos quais uma pessoa pode se comunicar com as massas sem a interferência das estruturas institucionais. Finalmente os indivíduos podiam falar, e ninguém podia silenciá-los.&#8221;</p>
<p>É mais ou menos isso que vivemos hoje, não é?</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/19/escrita-e-poder/" rel="bookmark">Escrita e Poder 1</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 19 de Julho de 2009.</p>
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