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	<title>Tudo 2.0 &#187; opinião</title>
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	<description>porque naveg@r é impreciso</description>
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		<title>Ainda o Blog do Planalto</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/ainda-o-blog-do-planalto/</link>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 12:01:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[pmc]]></category>

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		<description><![CDATA[A polêmica sobre o Blog do Planalto frequentou as redes sociais e noticiários esta semana. A principal crítica feita pelos especialistas e veteranos das mídias sociais foi a respeito da unidirecionalidade adotada na ferramenta, isto é, da impossibilidade de os leitores comentarem as informações publicadas. Trata-se de uma decisão tomada pela Secretaria de Comunicação Social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A polêmica sobre o Blog do Planalto frequentou as redes sociais e <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/09/04/especialistas-criticam-formato-do-blog-do-planalto/" target="_blank">noticiários</a> esta semana.</p>
<p>A principal crítica feita pelos especialistas e veteranos das mídias sociais foi a respeito da unidirecionalidade adotada na ferramenta, isto é, da impossibilidade de os leitores comentarem as informações publicadas.</p>
<p>Trata-se de uma decisão tomada pela Secretaria de Comunicação Social (Secom), gestora da ferramenta, que <a href="http://blog.planalto.gov.br/sobre/" target="_blank">a apresenta</a> como &#8220;o novo canal de comunicação do governo com a sociedade&#8221; e &#8220;um primeiro passo para estabelecermos um diálogo cada vez mais próximo e informal entre governo e sociedade&#8221;.</p>
<p>Se essas declarações de propósitos devem ser levadas ao pé da letra, as críticas têm fundamento, pois só se estabelece comunicação dialógica quando o canal está aberto dos dois lados, emissor e receptor, dando ao receptor a possibilidade de também assumir o papel de emissor.</p>
<p>Mas o mesmo texto declaratório informa que o blog será para &#8220;compartilhar [...] informações sobre o cotidiano da Presidência da República&#8221;, isto é, será (também) uma ferramenta de informação.</p>
<p>Dessa forma, uma vez que a vertente de comunicação ainda não está habilitada, pode-se considerar que o Blog do Planalto é apenas uma ferramenta de informação (ou <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/23/twittando/" target="_blank">PMC</a>), no tradicional estilo &#8216;broadcasting&#8217;, isto é, de um para muitos.</p>
<p>Quando a comunicação estiver, enfim, habilitada, o &#8220;boa leitura!&#8221; da frase final poderá ser atualizado para &#8220;vamos conversar!&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/05/ainda-o-blog-do-planalto/" rel="bookmark">Ainda o Blog do Planalto</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 5 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Culto do amador</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/29/culto-do-amador/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 23:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de ler o livro do Hewitt, tive de ler o do Keen para ter os dois pontos vista sobre as tecnologias 2.0. Dito assim, até parece que os pontos de vista são radicalmente opostos. E quase que são mesmo. Keen investe sete capítulos de oito para descrever, com dados e referências, por que &#8220;blogs, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ler <a href="http://books.google.com.br/books?id=lfveI4ppj0sC&amp;dq=blog+hewitt&amp;printsec=frontcover&amp;source=bl&amp;ots=4UOQTXR-SB&amp;sig=Y03uESrEEOWgSr7sF8cdNaTZ4Wg&amp;hl=pt-BR&amp;ei=HH9jSq_HKoSktgfiuLX1Dw&amp;sa=X&amp;oi=book_result&amp;ct=result&amp;resnum=3" target="_blank">o livro do Hewitt</a>, tive de ler <a href="http://veja.abril.com.br/250309/p_130.shtml" target="_blank">o do Keen</a> para ter os dois pontos vista sobre as tecnologias 2.0.</p>
<p>Dito assim, até parece que os pontos de vista são radicalmente opostos. E quase que são mesmo.</p>
<p>Keen investe sete capítulos de oito para descrever, com dados e referências, por que &#8220;blogs, MySpace, YouTube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, culturas e valores&#8221; (são palavras dele, não minhas, fique claro).</p>
<p>Mas Keen não é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luddismo">neoludita</a>, como deixa claro (apenas) no último capítulo, quando enxerga saídas para que as novas tecnologias convivam de forma saudável com as mídias tradicionais.</p>
<p>Ainda que sob o risco de simplificar excessivamente a interpretação da obra de Keen, diria que ele parece pôr toda a culpa nas tecnologias, demonizando-as como se tivessem um poder oculto de despertar os nossos piores instintos/pecados: mentira, luxúria, cobiça.</p>
<p>Mas nós sabemos que os vícios supostamente estimulados pelas tecnologias 2.0 sempre estiveram aí, muito antes mesmo de a Internet se tornar popular. Afinal, antes que se pudesse copiar ilegalmente os CDs para distribuição nas redes P2P, já se copiavam ilegalmente os LPs por meio de fitas magnéticas, não é verdade?</p>
<p>O que ocorreu de fato foi um aumento de volume das práticas ilegais, mas, se elas sempre estiveram presentes de alguma forma e não conseguiram destruir nossa economia, cultura e valores, por que as tecnologias atuais conseguiriam fazê-lo?</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/29/culto-do-amador/" rel="bookmark">Culto do amador</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 29 de Julho de 2009.</p>
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