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	<title>Tudo 2.0 &#187; pesquisa</title>
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		<title>Redes sociais no III Seminário LingNet</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2010/05/30/redes-sociais-no-iii-seminario-lingnet/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 13:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[linguística aplicada]]></category>
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		<description><![CDATA[O núcleo de pesquisas em linguagem, educação e tecnologia do Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Faculdade de Letras da UFRJ organizou o III Seminário de Estudos em Linguagem, Educação e Tecnologia &#8211; III Seminário LingNet, do qual constam atividades a distância (realizadas desde 23 de maio) e presenciais (realizadas em 27 e 28 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.lingnet.pro.br/" target="_blank">núcleo de pesquisas em linguagem, educação e tecnologia</a> do <a href="http://www.letras.ufrj.br/linguisticaaplicada/" target="_blank">Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada</a> da Faculdade de Letras da UFRJ organizou o III Seminário de Estudos em Linguagem, Educação e Tecnologia &#8211; <a href="http://www.lingnet.pro.br/pages/eventos/iii-seminario-lingnet.php" target="_blank">III Seminário LingNet</a>, do qual constam atividades a distância (realizadas desde 23 de maio) e presenciais (realizadas em 27 e 28 de maio).</p>
<p>É notável que <a href="http://www.lingnet.pro.br/pages/eventos/iii-seminario-lingnet/programacao.php" target="_blank">vários trabalhos</a> (comunicações orais e pôsteres) apresentados no evento discutem o valor das redes sociais no processo de ensino-aprendizagem, incluindo a formação de professores. Que as redes sociais se prestem à aprendizagem informal não é novidade e eu mesmo já fiz <a href="http://www.comunicar.pro.br/tag/educacao/" target="_blank">alguns </a><em><a href="http://www.comunicar.pro.br/tag/educacao/" target="_blank">posts</a> </em>sobre isso aqui no <em>blog</em>, mas iniciativas de apropriação deliberada dessas redes para formação discente e docente são uma novidade bastante relevante.</p>
<p>O evento contou ainda com um <a href="http://twitter.com/3semiling" target="_blank">perfil do evento no Twitter</a>, onde foram publicados resumos das falas nas mesas-redondas e palestras. Merece uma visita.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/05/30/redes-sociais-no-iii-seminario-lingnet/" rel="bookmark">Redes sociais no III Seminário LingNet</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 30 de Maio de 2010.</p>
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		<title>III Seminário LingNet &#8211; Chamada de trabalhos até 22/3</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2010/02/09/iii-seminario-lingnet-chamada-de-trabalhos-ate-223/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 09:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[linguística aplicada]]></category>
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		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados colegas, O III Seminário de Estudos em Linguagem, Educação e Tecnologia (Seminário LingNet), organizado pelo núcleo de pesquisas LingNet (www.lingnet.pro.br), do Programa Interdisciplinar de Linguística Aplicada da UFRJ será realizado em 27 e 28 de maio na Faculdade de Letras da UFRJ, tendo também atividades on-line antes, durante e depois da parte presencial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados colegas,</p>
<p>O III Seminário de Estudos em Linguagem, Educação e Tecnologia (Seminário LingNet), organizado pelo núcleo de pesquisas LingNet (www.lingnet.pro.br), do Programa Interdisciplinar de Linguística Aplicada da UFRJ será realizado em 27 e 28 de maio na Faculdade de Letras da UFRJ, tendo também atividades on-line antes, durante e depois da parte presencial do evento.</p>
<p>Com o título &#8220;2010: o ano em que faremos contatos&#8221;, o III Seminário LingNet receberá propostas de trabalho até 22/03 (segunda-feira), em duas modalidades: comunicação (atividade presencial) e pôster eletrônico (atividade a distância).</p>
<p>Visite o site do evento http://bit.ly/9WAKX3 para obter mais informações e enviar sua proposta de trabalho.</p>
<p>Pedimos sua ajuda para divulgar amplamente o evento e esta chamada de trabalho.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Comissão Organizadora<br />
III Seminário LingNet http://bit.ly/9WAKX3</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/02/09/iii-seminario-lingnet-chamada-de-trabalhos-ate-223/" rel="bookmark">III Seminário LingNet &#8211; Chamada de trabalhos até 22/3</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 9 de Fevereiro de 2010.</p>
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		<title>Retuitando à moda antiga</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/12/26/retuitando-a-moda-antiga/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 11:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o Twitter é uma ferramenta aperfeiçoada pelo conjunto de seus usuários ninguém duvida. Apenas para lembrar, o uso da sintaxe @nome para sinalizar o destinatário de uma mensagem foi uma inovação introduzida pelos usuários e adotada pela ferramenta. O mesmo se pode dizer do uso da forma RT (abreviação de Retweet) para encaminhar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o Twitter é uma ferramenta aperfeiçoada pelo conjunto de seus usuários ninguém duvida.</p>
<p>Apenas para lembrar, o uso da sintaxe @nome para sinalizar o destinatário de uma mensagem foi uma inovação introduzida pelos usuários e adotada pela ferramenta. O mesmo se pode dizer do uso da forma RT (abreviação de Retweet) para encaminhar uma mensagem recebida aos perfis seguidores.</p>
<p>A questão é que os administradores da ferramenta adotam essas inovações e (aparentemente) tentam aperfeiçoá-las. Isso ocorreu com o RT, cuja função foi assimilada a um discreto botão que fica oculto no site até que se passe o cursor do mouse sobre ele. Surge então a mensagem &#8216;Retweet to your followers?&#8217;. Basta clicar no botão OK para que a mensagem seja encaminhada. Simples assim.</p>
<p>Antes da introdução do botão, o usuário que quisesse encaminhar uma mensagem precisava colar o texto original, adaptá-lo para caber dentro do limite de 140 caracteres exigidos e incluir a sintaxe RT @nome dessa nova mensagem. Não raramente esse processo exigia malabarismos ortográficos para garantir que o sentido fosse preservado. A grande vantagem é que, quando sobravam caracteres, era possível introduzir comentários, indicações do porquê se decidira encaminhar a mensagem etc.</p>
<p>O botão, com seu automatismo, matou a possibilidade de acréscimo de comentários. A simplicidade, portanto, trouxe um custo: a perda do valor social agregado pelo comentário, pela ênfase na relevância do ato de retuitar.</p>
<p>Tudo indica que os usuários se ressentiram dessa perda. Pelo menos é o que sugere o resultado de uma <a href="http://mashable.com/2009/12/25/old-twitter-retweets-win/" target="_blank">pesquisa de opinião realizada pelo blog Mashable</a>. De 2551 participantes, 64% (1625) declararam perferir o estilo antigo de retuitar com comentários, 27% (27%) declararam preferir o botão e apenas 9% (227) disseram não ter preferência entre uma forma ou outra.</p>
<p>Os administradores do Twitter mantiveram, logo após a introdução do &#8216;aperfeiçoamento&#8217; proposto, uma pesquisa no site pedindo a opinião dos usuários. A pesquisa não está mais lá, mas o resultado da pesquisa da Mashable pode sugerir que eles já saibam o que os tuiteiros pensam a respeito.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/12/26/retuitando-a-moda-antiga/" rel="bookmark">Retuitando à moda antiga</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Dezembro de 2009.</p>
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		<title>Antropólogos no YouTube</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/28/antropologos-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Wesch]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[O vídeo An anthropological introduction to YouTube é a apresentação que Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural da Universidade do Estado do Kansas, fez na Biblioteca do Congresso em 23 de junho de 2008 com o propósito de divulgar um campo de pesquisa emergente: a antropologia em redes sociais, mais especificamente na rede de compartilhamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=TPAO-lZ4_hU" target="_blank">An anthropological introduction to YouTube</a> é a apresentação que Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural da Universidade do Estado do Kansas, fez na Biblioteca do Congresso em 23 de junho de 2008 com o propósito de divulgar um campo de pesquisa emergente: a antropologia em redes sociais, mais especificamente na rede de compartilhamento de vídeos YouTube.</p>
<p>Wesch inicia sua apresentação com dados surpreendentes: informa que a quantidade de vídeos publicada no YouTube já superou o que é produzido pelas redes tradicionais de mídia, um fato significativo para o que se convencionou chamar de Web 2.0, contexto em que o conteúdo é produzido e consumido por usuários comuns.</p>
<p>Em seguida, Wesch ressalta que as novas mídias da Web 2.0 se intercomunicam, pois um vídeo publicado no YouTube é comentado em blogs e microblogs, originando o que ele chama de Ambiente de Mídias Integrado (<em>Integrated Mediascape</em>). Essa integração vai além das tecnologias e informações, afetando, inclusive, os relacionamentos humanos.</p>
<p>Wesch caracteriza a <a href="http://mediatedcultures.net/" target="_blank">pesquisa</a> que vem realizando com seu grupo no YouTube como de natureza etnográfica e ressalta sua base metodológica na observação participante quando declara a importância de vivenciar os fenômenos para compreendê-los.</p>
<p>A partir da observação longitudinal feita por seus alunos, vários fenômenos característicos dessas novas sociedades em rede vêm sendo elucidados:</p>
<ul>
<li>Implosão do Contexto (<em>Context Collapse</em>): A ideia é que ‘todos estão assistindo, mas não tem ninguém lá’, isto é, as pessoas publicam vídeos sem saber em que contexto eles serão considerados. Esses conteúdos podem, inclusive, ser remixados.</li>
<li>Autoconsciência Exacerbada (<em>Hyper Self-awareness</em>): O próprio autor poderá se tornar plateia de seu vídeo, o que exacerba o potencial para a autorreflexão.</li>
<li>Anonimidade aliada à Distância Física aliada ao Diálogo Raro e Efêmero resulta em Ódio como Performance Pública (demonstração pública de ódio) / liberdade para experimentar ser humano sem medo ou ansiedade. O primeiro aspecto é bastante conhecido como ‘flaming’ em fóruns virtuais. A segunda possibilidade, entretanto, não costuma ser ressaltada em mídias sociais.</li>
<li>Arrebatamento Estético (<em>Aesthetic Arrest</em>): A rede permite que as pessoas invistam na observação de outras sem o medo de serem pegas no ato de observação (staring), que é considerado socialmente condenável. Isso traz admiração profunda pelo outro.</li>
<li>Enganando o Sistema (<em>Gaming the System</em>): Os usuários aproveitam-se das características/limitações do sistema para conquistar popularidade. Ex. Os thumbnails exibidos na pré-apresentação dos vídeos são obtidos no trecho central do vídeo enviado, portanto quem deseja conquistar público insere nesse ponto imagens de impacto.</li>
</ul>
<p>O conceito de Autenticidade também é discutido a partir do questionamento sobre a possibilidade de as pessoas representarem personagens que não refletem suas identidades reais. Esse fenômeno é atualmente analisado sob a perspectiva de que a identidade não é monolítica, mas construída contextualmente .</p>
<p>Esse vídeo é fundamental para quem pretende obter uma compreensão do fenômeno das mídias sociais a partir de uma visão ‘de dentro’.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/28/antropologos-no-youtube/" rel="bookmark">Antropólogos no YouTube</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 28 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Senadores que tuítam</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/10/26/senadores-que-tuitam/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Publiquei aqui, há algumas semanas, um texto em que afirmava que nossos políticos estão mais acostumados a se comunicar pelas mídias tradicionais, que exploram o formato um-para-muitos, do que pelas modernas mídias sociais, cuja natureza pede o diálogo aberto e sem limitações. Pois o Webinsider publicou na semana passada um texto do consultor Alvaro Lins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publiquei aqui, há algumas semanas, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/06/teremos-politicos-2-0/" target="_blank">um texto</a> em que afirmava que nossos políticos estão mais acostumados a se comunicar pelas mídias tradicionais, que exploram o formato um-para-muitos, do que pelas modernas mídias sociais, cuja natureza pede o diálogo aberto e sem limitações.</p>
<p>Pois o Webinsider publicou na semana passada um <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/21/nossos-senadores-no-twitter-procurando-o-tom/" target="_blank">texto do consultor Alvaro Lins</a> em que se afirma que nossos senadores ainda não acertaram o tom no uso da rede social mais falada do momento: o Twitter.</p>
<p>Fiquei curioso e decidi investigar mais a fundo a questão para saber se, de fato, não teria havido alguma evolução no perfil de uso da rede social por esses representantes do povo. Para isso, analisei o perfil de cada um dos senadores nomeados na matéria do consultor com auxílio do <a href="http://www.twitalyzer.com/" target="_blank">Twitalyzer</a>.</p>
<p>Concentrei-me nos seguintes aspectos avaliados pela ferramenta:</p>
<p><strong>Relação Sinal-Ruído</strong>: Tem a ver com a qualidade da informação publicada. Quanto maior essa qualidade, isto é, quanto menos trivial ela for, maior o poder de influência de quem a publica. Leva-se em conta neste aspecto o envio de mensagens a outros usuários, identificado pelo uso do &#8216;@&#8217;; a recomendação de sites que devem ser visitados, identificados por suas URLs; a marcação de palavras-chave por meio de &#8216;#; o encaminhamento (retuitar) de mensagens de terceiros, identificado pelo uso de RT ou &#8216;via.</p>
<p><strong>Generosidade</strong>: Tem a ver com disposição para recomendar aos seguidores informações consideradas relevantes e de passar ideias adiante. Esse aspecto é assinalado pela relação entre as mensagens retuitadas por um usuário e o total de mensagens por ele enviadas.</p>
<p><strong>Velocidade</strong>: É simplesmente a frequência com que o usuário publica novas mensagens.</p>
<p><strong>Acesso</strong>: Tem a ver com as chances que o usuário tem de ser citado por outros.</p>
<p>Esses aspectos combinados demonstram o quão influente um usuário pode ser em determinado momento. Como eles são baseados em fatores que podem sofrer alterações, seus valores relativos também variarão com o tempo.</p>
<p>Uma vez que meu objetivo não era avaliar a influência dos senadores que têm perfil no Twitter, mas apenas verificar se estariam fazendo bom uso dessa rede social, atribuí maior importância aos três aspectos iniciais, mas também analisei o último.</p>
<p>Todos os perfis avaliados tiveram um resultado geral comum:</p>
<p><strong>Baixa relação sinal-ruído</strong>: Isso quer dizer que nossos representantes (79%) vêm realmente fazendo um mau uso do Twitter, provavelmente publicando notas autopromocionais  (&#8216;chapa branca&#8217; no jargão jornalístico), que devem ser publicadas também no Jornal do Senado, e, portanto, têm baixa relevância para o usuário da rede social.</p>
<p><strong>Baixíssima generosidade</strong>: Em outras palavras, eles não demonstram que se interessam por seus seguidores, pois não lhes enviam ou encaminham conteúdos que possam ser de interesse.</p>
<p><strong>Lentidão</strong>: Eles não parecem se preocupar de manter seus potenciais seguidores supridos de informações frescas, pois publicam infrequentemente.</p>
<p><strong>Baixísimo acesso</strong>: Apenas um senador dos pesquisados apresentou índice superior a 50%, o que talvez possa ser avaliado como um indicador de sua confiabilidade perante os usuários do Twitter.</p>
<p>Se levarmos em conta que o usuário dessa rede social é basicamente um formador de opinião, nossos senadores estão perdendo uma enorme oportunidade de ouvir os anseios de parcela relevante de nossa sociedade e, mais importante, de realmente se comunicar com ela.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/26/senadores-que-tuitam/" rel="bookmark">Senadores que tuítam</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>Comunicação Empresarial nas Redes</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/10/14/comunicacao-empresarial-nas-redes/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 22:49:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Jakob Nielsen]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[RSS]]></category>

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		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen traz informações importantíssimas para as empresas que pretendem explorar o nicho das redes sociais. Com base nos resultados de duas pesquisas &#8211; uma recente e outra de 2006, totalizando 73 usuários americanos, britânicos e australianos &#8211; Nielsen demonstra que os usuários de redes e de recursos como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.useit.com/alertbox/streams-feeds.html" target="_blank">A coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> traz informações importantíssimas para as empresas que pretendem explorar o nicho das redes sociais. Com base nos resultados de duas pesquisas &#8211; uma recente e outra de 2006, totalizando 73 usuários americanos, britânicos e australianos &#8211; Nielsen demonstra que os usuários de redes e de recursos como o Really Simple Syndication (RSS) já desenvolveram padrões de comportamento específicos no uso dessas novas mídias.</p>
<p>Os resultados sugerem que empresas que publicam em excesso e usam linguagem excessivamente marqueteira afugentam os usuários, que, em geral, esperam um estilo mais casual e direto mesmo quando não têm dúvidas de que o interlocutor é uma empresa cujos objetivos são comerciais.</p>
<p>Apelar para o desejo dos usuários parece ser uma a estratégia certa, pois muitos estão interessados em obter bons negócios. Prover conteúdo &#8216;com substância&#8217;, atualizado e no momento certo é a forma mais segura de conquistar a fidelidade dos clientes nas redes.</p>
<p>As descobertas sobre o comportamento dos usuários são potencialmente interessantes: a entrada nas redes costuma ocorrer após a recomendação de um amigo, o recebimento de mala-direta de uma empresa ou a partir de um link no site dessa empresa. Os usuários tendem a ler feeds de RSS no trabalho e a acessar as redes sociais em casa. O acesso móvel ainda não é significativo, mas poderá aumentar.</p>
<p>Um aspecto extremamente interessante observados por Nielsen tem a ver com a forma como a maioria das redes sociais apresentam as mensagens publicadas em seus walls ou timelines: em ordem cronológica inversa, isto é, com a mensagem mais recente no topo e as mais antigas provavelmente organizadas em páginas acessíveis mediante links. Muito embora os usuários não pareçam ter nenhuma dificuldade em navegar por essa sequência de informações, eles não demonstram interesse em buscar mensagens anteriores que possam ter deixado de ler e leem apenas as mais recentes. Isso traz implicações para as empresas que pretendem realizar ações de marketing nessas redes, pois seus anúncios poderão simplesmente ser ignorados.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/14/comunicacao-empresarial-nas-redes/" rel="bookmark">Comunicação Empresarial nas Redes</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>Twitter e oportunidades de trabalho</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/24/twitter-e-oportunidades-de-trabalho/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/24/twitter-e-oportunidades-de-trabalho/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 23:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Já não é novidade que as empresas vêm pesquisando as redes sociais em busca de informações sobre os candidatos às vagas que oferecem. O percentual é até bastante alto: 45%, segundo resultado de uma pesquisa do CareerBuilder feita com 2.667 gerentes de contratação e profissionais de RH americanos entre maio e junho deste ano. Esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já não é novidade que <a href="http://www.marketingcharts.com/interactive/nearly-half-of-us-employers-use-socnets-to-research-candidates-10350/" target="_blank">as empresas vêm pesquisando as redes sociais em busca de informações sobre os candidatos</a> às vagas que oferecem. O percentual é até bastante alto: 45%, segundo resultado de uma pesquisa do CareerBuilder feita com 2.667 gerentes de contratação e profissionais de RH americanos entre maio e junho deste ano.</p>
<p>Esse percentual é mais alto do que o do ano anterior (22%) e parece que tende a aumentar, visto que 11% dos pesquisados afirmaram que pretendem passar a usar as redes sociais como fonte de consulta sobre os potenciais candidatos às suas vagas.</p>
<p>As redes mais exploradas com esse fim são o Facebook (26%) e o LinkedIn (21%), com o Twitter vindo bem atrás com apenas 7% de preferência.</p>
<p>Ainda que aparentemente não tenha conquistado status como ferramenta de consulta, é <a href="http://online.wsj.com/article/SB125245173098293989.html" target="_blank">na divulgação de vagas de emprego que o Twitter parece despontar</a>. É crescente o número de empresas &#8211; principalmente da indústria de tecnologia de informação &#8211; que divulga a abertura de vagas por meio dessa rede.</p>
<p>Além de ser uma forma mais barata de divulgar as vagas &#8211; em comparação com as agências e grandes sites -, o Twitter traz para as empresas uma imagem de vanguardismo que as aproxima dos candidatos de perfil desejável, os quais, em sua maioria, são familiarizados com as redes sociais.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/24/twitter-e-oportunidades-de-trabalho/" rel="bookmark">Twitter e oportunidades de trabalho</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 24 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>&#8216;No escuro&#8217; sobre as redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 23:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa recente da consultoria Deloitte com 2008 empregados e 500 executivos de empresas americanas sugere que o meio corporativo ainda está &#8216;no escuro&#8217; quando o assunto é redes sociais. Esse assunto parece dividir as opiniões dentro da hierarquia das empresas, pois, enquanto 56% dos executivos parecem acreditar que o uso de redes fornece aos empregados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.deloitte.com/dtt/cda/doc/content/us_2009_ethics_workplace_survey_150509.pdf" target="_blank">Pesquisa recente da consultoria Deloitte</a> com 2008 empregados e 500 executivos de empresas americanas sugere que o meio corporativo ainda está &#8216;no escuro&#8217; quando o assunto é redes sociais.</p>
<p>Esse assunto parece dividir as opiniões dentro da hierarquia das empresas, pois, enquanto 56% dos executivos  parecem acreditar que o uso de redes fornece  aos empregados melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal, apenas 31% dos empregados pensam da mesma forma.</p>
<p>Quase metade (44%) dos empregados afirmou nunca frequentar sites de redes sociais, e uma significativa maioria (52%) declarou nunca fazê-lo durante o expediente.</p>
<p>Enquanto 55% das empresas não usam &#8216;oficialmente&#8217; as redes, 22% sequer sabem o que fazer com elas. Mas os empregados também estão &#8216;no escuro&#8217;, pois 24% declaram não saber se suas empresas têm alguma política oficial a respeito do uso de redes, 23% afirmam que elas não têm política nenhuma e 11%, que há políticas, mas simplesmente a desconhecem.</p>
<p>O mais interessante &#8211; e preocupante &#8211; é que 15% dos empregados declaram que seriam capazes de comentar nas redes eventuais deslizes cometidos por seus superiores, o que demonstra um risco de exposição negativa da imagem de suas empresas.</p>
<p>Seus gerentes, por sua vez, declaram acreditar que questões relacionando reputação corporativa e redes socias deveriam ser discutidas nas altas esferas de suas empresas, mas apenas 15% afirmaram que isso de fato ocorre.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/10/no-escuro-sobre-as-redes-sociais/" rel="bookmark">&#8216;No escuro&#8217; sobre as redes sociais</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 10 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Quem é influente no Twitter?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/08/quem-e-influente-no-twitter/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 23:54:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Aparentemente, é muito fácil dizer quem tem poder de influência no Twitter: basta contar o número de seguidores (followers) de um usuário, pois quanto maior esse número, maior será a influência desse usuário. Uma forma alternativa envolve o cálculo da razão entre o número de seguidores e o de seguidos, tal como é feito no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aparentemente, é muito fácil dizer quem tem poder de influência no Twitter: basta contar o número de seguidores (<em>followers</em>) de um usuário, pois quanto maior esse número, maior será a influência desse usuário.</p>
<p>Uma forma alternativa envolve o cálculo da razão entre o número de seguidores e o de seguidos, tal como é feito no <a href="http://tffratio.com/history.aspx/tudo2ponto0" target="_blank">Twitter Follower-Friend Ratio</a>.</p>
<p>Mas, segundo o Web Ecology Project, um grupo de pesquisa interdisciplinar que estuda a cultura na web por meio de técnicas de data mining,  esses raciocínios são ruins, pois não levam em conta o potencial de interação entre os usuários, o conteúdo e a plataforma.</p>
<p>A proposta dos pesquisadores do WEP é que para estudar a influência devem-se levar em conta os comportamentos capazes de induzir ações em outros usuários. No Twitter, as ações mais comuns são as respostas, sinalizadas pelo sinal &#8216;@&#8217;, e os repasses (retweets), sinalizados por &#8216;RT&#8217;, associadas a comportamentos/perfis conversacionais e informacionais, respectivamente.</p>
<p>Foi com base nessas ações simples que <a href="http://www.webecologyproject.org/wp-content/uploads/2009/09/influence-report-final.pdf" target="_blank">os pesquisadores do WEP decidiram buscar evidências sobre o potencial de influência dos usuários</a>. Foram observados os comportamentos (2.143 mensagens) de 12 usuários, classificados como celebridades, fontes de notícias e analistas de mídias sociais, durante dez dias, no mês de agosto de 2009. Ao todo, foram analisados 15.866.629 seguidores, 899.773 seguidos e 134.654 mensagens.</p>
<p>OS resultados da pesquisa, apesar do escopo limitado, são interessantes:</p>
<ol>
<li>Analistas de mídias sociais não têm muito sucesso conversacional com seus seguidores;</li>
<li>Celebridades, ao contrário, têm muito mais sucesso conversacional do que os analistas, pois inspiram seus seguidores ao diálogo;</li>
<li>As fontes de notícia estimulam intensamente os repasses de informações.</li>
</ol>
<p>Sob a ótica de que a influência é a capacidade de produzir a ação do outro, as celebridades e fontes de informação são muito mais influentes no Twitter do que as &#8216;autoridades&#8217; na ferramenta.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/08/quem-e-influente-no-twitter/" rel="bookmark">Quem é influente no Twitter?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 8 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Twitter &#8211; jovens fora?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Sep 2009 16:27:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Myspace]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudos demográficos têm demonstrado que o usuário do Twitter é adulto, na faixa dos 25-35 anos. Considerando a facilidade de uso da ferramenta e a presença de sua marca nos noticiários, a pergunta mais frequentemente feita era por que usuários mais jovens &#8211; adolescentes &#8211; não têm representatividade nessa demografia. Segundo Geoff Cook, o questionamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estudos demográficos têm demonstrado que o usuário do Twitter é adulto, na faixa dos 25-35 anos.</p>
<p>Considerando a facilidade de uso da ferramenta e a presença de sua marca nos noticiários, a pergunta mais frequentemente feita era por que usuários mais jovens &#8211; adolescentes &#8211; não têm representatividade nessa demografia.</p>
<p>Segundo Geoff Cook, o questionamento é falho, pois, para começar, há mais adolescentes no Twitter do que no Facebook.</p>
<p>Além disso, o resultado de uma <a href="http://www.techcrunch.com/2009/08/30/why-dont-teens-tweet-we-asked-over-10000-of-them/" target="_blank">pesquisa</a> feita com mais de 10.000 jovens americanos na faixa de 13 a 17 anos demonstra que esse grupo tem mais representatividade nas estatísticas de visitas da ferramenta do que outros grupos etários (25-34 e 35-44).</p>
<p>E os jovens que de fato usam a ferramenta o fazem mais frequentemente (5,2 vezes por mês) do que os adultos na faixa de 25-44.</p>
<p>Apesar disso, é fato que um número expressivo de participantes da pesquisa declara não usar a ferramenta. E 45% dos que criaram uma conta não postam comentários.</p>
<p>A razão, segundo Cook, é simples: o Twitter não traz nada de diferente em relação às outras redes sociais (Facebook e Myspace) nas quais esses jovens já estão. Não há valor adicional, portanto, em investir em mais uma rede.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/08/twitter-jovens-fora/" rel="bookmark">Twitter &#8211; jovens fora?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 8 de Setembro de 2009.</p>
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