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	<title>Tudo 2.0 &#187; redes sociais</title>
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		<title>Redes sociais no III Seminário LingNet</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 13:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[linguística aplicada]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[O núcleo de pesquisas em linguagem, educação e tecnologia do Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da Faculdade de Letras da UFRJ organizou o III Seminário de Estudos em Linguagem, Educação e Tecnologia &#8211; III Seminário LingNet, do qual constam atividades a distância (realizadas desde 23 de maio) e presenciais (realizadas em 27 e 28 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.lingnet.pro.br/" target="_blank">núcleo de pesquisas em linguagem, educação e tecnologia</a> do <a href="http://www.letras.ufrj.br/linguisticaaplicada/" target="_blank">Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Linguística Aplicada</a> da Faculdade de Letras da UFRJ organizou o III Seminário de Estudos em Linguagem, Educação e Tecnologia &#8211; <a href="http://www.lingnet.pro.br/pages/eventos/iii-seminario-lingnet.php" target="_blank">III Seminário LingNet</a>, do qual constam atividades a distância (realizadas desde 23 de maio) e presenciais (realizadas em 27 e 28 de maio).</p>
<p>É notável que <a href="http://www.lingnet.pro.br/pages/eventos/iii-seminario-lingnet/programacao.php" target="_blank">vários trabalhos</a> (comunicações orais e pôsteres) apresentados no evento discutem o valor das redes sociais no processo de ensino-aprendizagem, incluindo a formação de professores. Que as redes sociais se prestem à aprendizagem informal não é novidade e eu mesmo já fiz <a href="http://www.comunicar.pro.br/tag/educacao/" target="_blank">alguns </a><em><a href="http://www.comunicar.pro.br/tag/educacao/" target="_blank">posts</a> </em>sobre isso aqui no <em>blog</em>, mas iniciativas de apropriação deliberada dessas redes para formação discente e docente são uma novidade bastante relevante.</p>
<p>O evento contou ainda com um <a href="http://twitter.com/3semiling" target="_blank">perfil do evento no Twitter</a>, onde foram publicados resumos das falas nas mesas-redondas e palestras. Merece uma visita.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/05/30/redes-sociais-no-iii-seminario-lingnet/" rel="bookmark">Redes sociais no III Seminário LingNet</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 30 de Maio de 2010.</p>
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		<title>Redes sociais: é pra ficar ou sair?</title>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 13:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[A matéria de capa da revista Época desta semana é sobre as redes sociais. Mesmo que os temas sejam meio &#8220;batidos&#8221;, vale uma leitura. Afinal, este é um ano eleitoral e será uma boa prova do poder dessas ferramentas no campo da política nacional. Momento propício para descobrir se o brasileiro superará os hábitos criados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A matéria de capa da <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EIT859-16091,00.html" target="_blank">revista Época desta semana</a> é sobre as redes sociais.</p>
<p>Mesmo que os temas sejam meio &#8220;batidos&#8221;, vale uma leitura. Afinal, este é um ano eleitoral e será uma boa prova do poder dessas ferramentas no campo da política nacional.</p>
<p>Momento propício para descobrir se o brasileiro superará os hábitos criados no Orkut (fofoca, maledicência e bisbilhotagem) e de fato começará a tirar proveito das redes para o bem geral.</p>
<p>A conferir.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/05/30/redes-sociais-e-pra-ficar-ou-sair/" rel="bookmark">Redes sociais: é pra ficar ou sair?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 30 de Maio de 2010.</p>
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		<title>Retuitando à moda antiga</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/12/26/retuitando-a-moda-antiga/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 11:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Que o Twitter é uma ferramenta aperfeiçoada pelo conjunto de seus usuários ninguém duvida. Apenas para lembrar, o uso da sintaxe @nome para sinalizar o destinatário de uma mensagem foi uma inovação introduzida pelos usuários e adotada pela ferramenta. O mesmo se pode dizer do uso da forma RT (abreviação de Retweet) para encaminhar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o Twitter é uma ferramenta aperfeiçoada pelo conjunto de seus usuários ninguém duvida.</p>
<p>Apenas para lembrar, o uso da sintaxe @nome para sinalizar o destinatário de uma mensagem foi uma inovação introduzida pelos usuários e adotada pela ferramenta. O mesmo se pode dizer do uso da forma RT (abreviação de Retweet) para encaminhar uma mensagem recebida aos perfis seguidores.</p>
<p>A questão é que os administradores da ferramenta adotam essas inovações e (aparentemente) tentam aperfeiçoá-las. Isso ocorreu com o RT, cuja função foi assimilada a um discreto botão que fica oculto no site até que se passe o cursor do mouse sobre ele. Surge então a mensagem &#8216;Retweet to your followers?&#8217;. Basta clicar no botão OK para que a mensagem seja encaminhada. Simples assim.</p>
<p>Antes da introdução do botão, o usuário que quisesse encaminhar uma mensagem precisava colar o texto original, adaptá-lo para caber dentro do limite de 140 caracteres exigidos e incluir a sintaxe RT @nome dessa nova mensagem. Não raramente esse processo exigia malabarismos ortográficos para garantir que o sentido fosse preservado. A grande vantagem é que, quando sobravam caracteres, era possível introduzir comentários, indicações do porquê se decidira encaminhar a mensagem etc.</p>
<p>O botão, com seu automatismo, matou a possibilidade de acréscimo de comentários. A simplicidade, portanto, trouxe um custo: a perda do valor social agregado pelo comentário, pela ênfase na relevância do ato de retuitar.</p>
<p>Tudo indica que os usuários se ressentiram dessa perda. Pelo menos é o que sugere o resultado de uma <a href="http://mashable.com/2009/12/25/old-twitter-retweets-win/" target="_blank">pesquisa de opinião realizada pelo blog Mashable</a>. De 2551 participantes, 64% (1625) declararam perferir o estilo antigo de retuitar com comentários, 27% (27%) declararam preferir o botão e apenas 9% (227) disseram não ter preferência entre uma forma ou outra.</p>
<p>Os administradores do Twitter mantiveram, logo após a introdução do &#8216;aperfeiçoamento&#8217; proposto, uma pesquisa no site pedindo a opinião dos usuários. A pesquisa não está mais lá, mas o resultado da pesquisa da Mashable pode sugerir que eles já saibam o que os tuiteiros pensam a respeito.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/12/26/retuitando-a-moda-antiga/" rel="bookmark">Retuitando à moda antiga</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Dezembro de 2009.</p>
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		<title>Aperfeiçoamento profissional informal no Twitter</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/12/19/aperfeicoamento-profissional-informal-no-twitter/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 12:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[O Centre for Learning &#38; Performance Technologies (C4LPT) realiza, desde 2007, uma pesquisa com profissionais da educação (learning professionals) a fim de identificar as 100 ferramentas mais utilizadas no ramo. No ano de 2009, até 3 de outubro, 201 profissionais haviam informado suas ferramentas de preferência, as quais foram listadas em ordem crescente e comparativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centre for Learning &amp; Performance Technologies (C4LPT) realiza, desde 2007, uma <a href="http://www.c4lpt.co.uk/recommended/index.html" target="_blank">pesquisa</a> com profissionais da educação (learning professionals) a fim de identificar as 100 ferramentas mais utilizadas no ramo. No ano de 2009, até 3 de outubro, 201 profissionais haviam informado suas ferramentas de preferência, as quais foram listadas em ordem crescente e comparativa em relação aos anos de 2008 e 2007.</p>
<p>Levando em conta a posição relativa das dez ferramentas mais populares em 2009, em comparação com seus respectivos posicionamentos nos anos anteriores, é notável crescimento do Twitter, que saltou da 43ª posição para a 1ª neste ano. Ele tem, inclusive, superado ferramentas mais conhecidas dos educadores como o aplicativo para criação de apresentações MS PowerPoint (8º em 2008 – 14º lugar em 2009) e o sistema de gestão de cursos Moodle (9º em 2008 – 16º lugar em 2009).</p>
<p>O crescimento do Twitter é notável também se considerarmos que ele não foi criado com o propósito explícito de facilitar a aprendizagem.</p>
<p>O site do C4LPT apresenta ainda <a href="http://www.c4lpt.co.uk/Top100Tools/twitter.html" target="_blank">depoimentos</a> dos educadores que citaram o Twitter como ferramenta preferida. Analisei esses depoimentos a fim de descobrir como essa ferramenta da Web 2.0 auxiliaria processos de aprendizagem que aparentam ser (a) de natureza informal e (b) vinculados ao autodesenvolvimento profissional desses educadores.</p>
<p>Coletei 31 depoimentos disponíveis, que dividi em dois grupos: corpus A (oito depoimentos fornecidos no ano de 2008) e corpus B (23 depoimentos fornecidos no ano de 2009). Esses depoimentos foram extraídos do site do C4LPT, gravados em arquivos de texto puro (TXT) separados e analisados no aplicativo <a href="http://www.lexically.net/wordsmith/" target="_blank">Wordsmith Tools</a> para obtenção de estatísticas das palavras mais frequentes em cada corpus e, em seguida, para obtenção de concordâncias (1) relativas a essas palavras.</p>
<p>Pelo levantamento dos itens lexicais mais frequentes nos depoimentos, eu esperava observar tendências gerais que explicassem como os educadores vinham usando o Twitter em seu autodesenvolvimento profissional. A comparação dos depoimentos feitos por educadores que participaram na pesquisa em dois anos consecutivos (2008 e 2009) também forneceria dados para observação de uma possível variação nas práticas de autodesenvolvimento em um momento no qual a popularidade dessa rede social começava a aumentar.</p>
<p>A análise dos itens lexicais do corpus A demonstrou que os educadores participantes da pesquisa do C4LPT em 2008 ressaltaram mais frequentemente o valor do Twitter como rede de relacionamentos profissionais. É provável que, em decorrência dos relacionamentos estabelecidos na rede social, esses educadores tenham tido acesso a conteúdos relevantes e experiências de aprendizagem de natureza informal. Essa interpretação parecer ser respaldada, ainda que parcialmente, pelo depoimento da educadora Britt: “It is amazing what you can learn from 140 characters”.</p>
<p>Os participantes da pesquisa em 2009, cujos relatos compuseram o corpus B, também valorizaram o Twitter como rede de relacionamentos profissionais, porém o fizeram com mais ênfase do que os participantes do ano anterior. O valor dessa rede para o acesso a informações relevantes também foi mencionado, bem como a possibilidade que ela oferece para a aprendizagem, segundo destacaram os educadores Manish (“It’s been a great learning tool”) e Janet (“once my productivity nemesis, has become a valuable learning tool”).</p>
<p>Três educadores (Barry, Britt e Rodd) participaram da pesquisa em dois anos consecutivos. Isso permitiu uma análise comparativa de suas declarações em busca de possíveis transformações na percepção do valor atribuído à rede social. A comparação foi feita em torno dos temas mais destacados em análises anteriores: (acesso a) informação, (estabelecimento e manutenção de) relacionamentos e (oportunidade de) aprendizagem.</p>
<p>Comprovei que o tema aprendizagem não foi foco nos depoimentos dos educadores destacados, possivelmente porque o tema já estivesse implícito na finalidade pesquisa de que participavam. O tema informação foi recorrente, mas parece ter sido posto em segundo plano mais recentemente em função dos relacionamentos propiciados pela rede social e do valor a eles atribuído pelos depoentes.</p>
<p>A análise dos depoimentos, portanto, demonstrou que os educadores atribuíram grande valor à presença, na rede, de outros educadores e especialistas com os quais poderiam interagir e dos quais obteriam informações relevantes que lhes possibilitariam manter-se atualizados.</p>
<p>Tendo em vista que os sujeitos da pesquisa não pareceram agir orientados por nenhum currículo formal, pode-se concluir que eles têm no Twitter um contexto de aprendizagem informal com potencial para o desenvolvimento na profissão e parecem fazer uso deliberado dos recursos da rede com esse fim.</p>
<p>A gama de usos do Twitter, portanto, parece só aumentar.</p>
<p> </p>
<p>(1) Listagem de contextos em que itens linguísticos ocorrem.</p>
<p> </p>
<p>Nota: Os dados dessa pesquisa serão divulgados oportunamente.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/12/19/aperfeicoamento-profissional-informal-no-twitter/" rel="bookmark">Aperfeiçoamento profissional informal no Twitter</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 19 de Dezembro de 2009.</p>
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		<title>Antropólogos no YouTube</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/28/antropologos-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[O vídeo An anthropological introduction to YouTube é a apresentação que Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural da Universidade do Estado do Kansas, fez na Biblioteca do Congresso em 23 de junho de 2008 com o propósito de divulgar um campo de pesquisa emergente: a antropologia em redes sociais, mais especificamente na rede de compartilhamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=TPAO-lZ4_hU" target="_blank">An anthropological introduction to YouTube</a> é a apresentação que Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural da Universidade do Estado do Kansas, fez na Biblioteca do Congresso em 23 de junho de 2008 com o propósito de divulgar um campo de pesquisa emergente: a antropologia em redes sociais, mais especificamente na rede de compartilhamento de vídeos YouTube.</p>
<p>Wesch inicia sua apresentação com dados surpreendentes: informa que a quantidade de vídeos publicada no YouTube já superou o que é produzido pelas redes tradicionais de mídia, um fato significativo para o que se convencionou chamar de Web 2.0, contexto em que o conteúdo é produzido e consumido por usuários comuns.</p>
<p>Em seguida, Wesch ressalta que as novas mídias da Web 2.0 se intercomunicam, pois um vídeo publicado no YouTube é comentado em blogs e microblogs, originando o que ele chama de Ambiente de Mídias Integrado (<em>Integrated Mediascape</em>). Essa integração vai além das tecnologias e informações, afetando, inclusive, os relacionamentos humanos.</p>
<p>Wesch caracteriza a <a href="http://mediatedcultures.net/" target="_blank">pesquisa</a> que vem realizando com seu grupo no YouTube como de natureza etnográfica e ressalta sua base metodológica na observação participante quando declara a importância de vivenciar os fenômenos para compreendê-los.</p>
<p>A partir da observação longitudinal feita por seus alunos, vários fenômenos característicos dessas novas sociedades em rede vêm sendo elucidados:</p>
<ul>
<li>Implosão do Contexto (<em>Context Collapse</em>): A ideia é que ‘todos estão assistindo, mas não tem ninguém lá’, isto é, as pessoas publicam vídeos sem saber em que contexto eles serão considerados. Esses conteúdos podem, inclusive, ser remixados.</li>
<li>Autoconsciência Exacerbada (<em>Hyper Self-awareness</em>): O próprio autor poderá se tornar plateia de seu vídeo, o que exacerba o potencial para a autorreflexão.</li>
<li>Anonimidade aliada à Distância Física aliada ao Diálogo Raro e Efêmero resulta em Ódio como Performance Pública (demonstração pública de ódio) / liberdade para experimentar ser humano sem medo ou ansiedade. O primeiro aspecto é bastante conhecido como ‘flaming’ em fóruns virtuais. A segunda possibilidade, entretanto, não costuma ser ressaltada em mídias sociais.</li>
<li>Arrebatamento Estético (<em>Aesthetic Arrest</em>): A rede permite que as pessoas invistam na observação de outras sem o medo de serem pegas no ato de observação (staring), que é considerado socialmente condenável. Isso traz admiração profunda pelo outro.</li>
<li>Enganando o Sistema (<em>Gaming the System</em>): Os usuários aproveitam-se das características/limitações do sistema para conquistar popularidade. Ex. Os thumbnails exibidos na pré-apresentação dos vídeos são obtidos no trecho central do vídeo enviado, portanto quem deseja conquistar público insere nesse ponto imagens de impacto.</li>
</ul>
<p>O conceito de Autenticidade também é discutido a partir do questionamento sobre a possibilidade de as pessoas representarem personagens que não refletem suas identidades reais. Esse fenômeno é atualmente analisado sob a perspectiva de que a identidade não é monolítica, mas construída contextualmente .</p>
<p>Esse vídeo é fundamental para quem pretende obter uma compreensão do fenômeno das mídias sociais a partir de uma visão ‘de dentro’.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/28/antropologos-no-youtube/" rel="bookmark">Antropólogos no YouTube</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 28 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Vida longa ao E-mail</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/14/vida-longa-ao-e-mail/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 20:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[cmc]]></category>
		<category><![CDATA[geração y]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem-se alardeado que o e-mail, tecnologia de comunicação mediada por computador (CMC) mais popular durante décadas, estaria com os dias contados. Mas um estudo recente sugere que isso pode não ser verdade e apresenta dados da Geração Y, justamente a mais antenada com novas tecnologias de CMC como as redes e mídias sociais, para mostrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tem-se alardeado que o e-mail, tecnologia de comunicação mediada por computador (CMC) mais popular durante décadas, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/14/o-e-mail-morreu-longa-vida-as-redes" target="_blank">estaria com os dias contados</a>.</p>
<p>Mas um <a href="http://thepmn.org/_blog/The_PMN_Blog/post/Gen_Y_Would_Abandon_Social_Networks_Before_Email_or_Texting/" target="_blank">estudo recente</a> sugere que isso pode não ser verdade e apresenta dados da <a href="http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG87165-7943-219,00-GERACAO+Y.html" target="_blank">Geração Y</a>, justamente a mais antenada com novas tecnologias de CMC como as redes e mídias sociais, para mostrar a fragilidade das notícias sensacionalistas.</p>
<p>O estudo foi realizado em outubro com estudantes universitários dos Estados Unidos, que declararam que dificilmente deixariam de ler e enviar e-mails durante uma semana. Isso para quem passa, em média, 33 horas semanais em sites de redes sociais.</p>
<p>Uma razão apresentada para essa &#8216;fidelidade&#8217; dos jovens a uma tecnologia tão &#8216;antiga&#8217; é o fato de que as redes sociais costumam contar com o e-mail para enviar alertas e avisos de atualização aos usuários.</p>
<p><a href="http://email.exacttarget.com/uploadedFiles/Resources/Whitepapers/ExactTarget_EmailUtilization.pdf" target="_blank">Outra pesquisa</a>**, também feita nos Estados Unidos, mas no primeiro semestre deste ano, já sugeria que as redes sociais não causavam a queda no uso do e-mail.</p>
<p>Será que a morte do e-mail foi, então, decretada prematuramente?</p>
<p> </p>
<p>** Link abre arquivo PDF</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/14/vida-longa-ao-e-mail/" rel="bookmark">Vida longa ao E-mail</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Biz na Veja: o futuro do Twitter</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/10/18/biz-na-veja-o-futuro-do-twitter/</link>
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		<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 16:12:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Christopher Isaac  &#8217;Biz&#8217;  Stone é uma das personalidades mais influentes do mundo, segundo a revista Time. Aos 35 anos, Biz é um dos criadores do Twitter, ferramenta que, segundo declara à revista Veja desta semana, foi lançada sem a certeza de que despertaria algum interesse. De fato, por quase dois anos (2006-2008), o interesse foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Christopher Isaac  &#8217;Biz&#8217;  Stone é uma das personalidades mais influentes do mundo, segundo a revista Time. Aos 35 anos, Biz é um dos criadores do Twitter, ferramenta que, segundo declara à revista Veja desta semana, foi lançada sem a certeza de que despertaria algum interesse.</p>
<p>De fato, por quase dois anos (2006-2008), o interesse foi pouco, mas vem crescendo a ponto de ser considerado um dos trunfos da vitoriosa campanha presidencial de Barack Obama. Biz acredita que essa relação entre o twitter e a política tem a ver tanto com a facilidade que a ferramenta traz para quem deseja publicar na Internet e desconhece as linguagens técnicas quanto com o fato de que ele &#8220;permite a conexão direta&#8221; entre os políticos e os eleitores.</p>
<p>O entrevistado também cita a importância que o Twitter adquiriu em função de movimentos populares no Irã e no <a href="http://www.cnn.com/2008/TECH/04/25/twitter.buck/" target="_blank">Egito</a>, algo totalmente inesperado para os criadores da ferramenta.</p>
<p>Esses fatos desfazem a falsa noção de que as mensagens trocadas no Twitter não passam de trivialidades. Segundo Stone, muitos usuários trocam informações sobre o que ocorre em suas comunidades, o que pode incluir questões tão diversas quanto o trânsito e a violência urbana.</p>
<p>Para o futuro, ele indica o lançamento de contas para empresas com serviços agregados de interesse específico e uma maior integração entre as redes sociais.</p>
<p>Crente no crescimento contínuo de seu produto, Biz Stone afirma que a maior vantagem dele em relação a tecnologias mais tradicionais como o e-mail e as mensagens instantâneas está na liberdade oferecida ao usuário, que não se sente obrigado a responder todas as mensagens que lê.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/18/biz-na-veja-o-futuro-do-twitter/" rel="bookmark">Biz na Veja: o futuro do Twitter</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 18 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>O e-mail morreu! Longa vida às redes!</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 23:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[email]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Matéria recente do Wall Street Journal alardeia que o e-mail vem perdendo terreno para as redes sociais, pois se trata de uma tecnologia que pertence a um mundo cuja dinâmica ocorria predominantemente offline e esporadicamente on-line. Hoje, com a computação móvel ao alcance de nossas mãos, vivemos on-line praticamente todo o tempo. As vantagens das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970203803904574431151489408372.html" target="_blank">Matéria recente do Wall Street Journal</a> alardeia que o e-mail vem perdendo terreno para as redes sociais, pois se trata de uma tecnologia que pertence a um mundo cuja dinâmica ocorria predominantemente offline e esporadicamente on-line. Hoje, com a computação móvel ao alcance de nossas mãos, vivemos on-line praticamente todo o tempo.</p>
<p>As vantagens das novas tecnologias são evidentes: além da agilidade que oferecem à comunicação, elas tornam essa comunicação mais frequente e menos formal. Mas, segundo a jornalista, o preço que se paga com isso é a perda da intimidade, pois, se as minhas mensagens podem ser lidas por qualquer um (como no Twitter), preciso ser mais seletivo com relação ao que direi.</p>
<p>Outra vantagem/desvantagem tem a ver com o fluxo de informações que agora é praticamente ininterrupto. Com isso vêm a sobrecarga informacional e a necessidade de filtrar para extrair o que de fato é relevante. Um filtro possível já existe: o recurso de tagging, que no Twitter, por exemplo, é realizado pelo acréscimo do símbolo # antes de uma palavra.</p>
<p>Se o e-mail de fato vai morrer ainda não se sabe, mas que as redes sociais vêm crescendo em um ritmo acelerado é um fato incontestável.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/14/o-e-mail-morreu-longa-vida-as-redes/" rel="bookmark">O e-mail morreu! Longa vida às redes!</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Outubro de 2009.</p>
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		<title>&#8216;No escuro&#8217; sobre as redes sociais</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 23:46:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa recente da consultoria Deloitte com 2008 empregados e 500 executivos de empresas americanas sugere que o meio corporativo ainda está &#8216;no escuro&#8217; quando o assunto é redes sociais. Esse assunto parece dividir as opiniões dentro da hierarquia das empresas, pois, enquanto 56% dos executivos parecem acreditar que o uso de redes fornece aos empregados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.deloitte.com/dtt/cda/doc/content/us_2009_ethics_workplace_survey_150509.pdf" target="_blank">Pesquisa recente da consultoria Deloitte</a> com 2008 empregados e 500 executivos de empresas americanas sugere que o meio corporativo ainda está &#8216;no escuro&#8217; quando o assunto é redes sociais.</p>
<p>Esse assunto parece dividir as opiniões dentro da hierarquia das empresas, pois, enquanto 56% dos executivos  parecem acreditar que o uso de redes fornece  aos empregados melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal, apenas 31% dos empregados pensam da mesma forma.</p>
<p>Quase metade (44%) dos empregados afirmou nunca frequentar sites de redes sociais, e uma significativa maioria (52%) declarou nunca fazê-lo durante o expediente.</p>
<p>Enquanto 55% das empresas não usam &#8216;oficialmente&#8217; as redes, 22% sequer sabem o que fazer com elas. Mas os empregados também estão &#8216;no escuro&#8217;, pois 24% declaram não saber se suas empresas têm alguma política oficial a respeito do uso de redes, 23% afirmam que elas não têm política nenhuma e 11%, que há políticas, mas simplesmente a desconhecem.</p>
<p>O mais interessante &#8211; e preocupante &#8211; é que 15% dos empregados declaram que seriam capazes de comentar nas redes eventuais deslizes cometidos por seus superiores, o que demonstra um risco de exposição negativa da imagem de suas empresas.</p>
<p>Seus gerentes, por sua vez, declaram acreditar que questões relacionando reputação corporativa e redes socias deveriam ser discutidas nas altas esferas de suas empresas, mas apenas 15% afirmaram que isso de fato ocorre.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/10/no-escuro-sobre-as-redes-sociais/" rel="bookmark">&#8216;No escuro&#8217; sobre as redes sociais</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 10 de Setembro de 2009.</p>
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