Posts tagged: redes sociais

Vida longa ao E-mail

Tem-se alardeado que o e-mail, tecnologia de comunicação mediada por computador (CMC) mais popular durante décadas, estaria com os dias contados.

Mas um estudo recente sugere que isso pode não ser verdade e apresenta dados da Geração Y, justamente a mais antenada com novas tecnologias de CMC como as redes e mídias sociais, para mostrar a fragilidade das notícias sensacionalistas.

O estudo foi realizado em outubro com estudantes universitários dos Estados Unidos, que declararam que dificilmente deixariam de ler e enviar e-mails durante uma semana. Isso para quem passa, em média, 33 horas semanais em sites de redes sociais.

Uma razão apresentada para essa ‘fidelidade’ dos jovens a uma tecnologia tão ‘antiga’ é o fato de que as redes sociais costumam contar com o e-mail para enviar alertas e avisos de atualização aos usuários.

Outra pesquisa**, também feita nos Estados Unidos, mas no primeiro semestre deste ano, já sugeria que as redes sociais não causavam a queda no uso do e-mail.

Será que a morte do e-mail foi, então, decretada prematuramente?

 

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Biz na Veja: o futuro do Twitter

Christopher Isaac  ’Biz’  Stone é uma das personalidades mais influentes do mundo, segundo a revista Time. Aos 35 anos, Biz é um dos criadores do Twitter, ferramenta que, segundo declara à revista Veja desta semana, foi lançada sem a certeza de que despertaria algum interesse.

De fato, por quase dois anos (2006-2008), o interesse foi pouco, mas vem crescendo a ponto de ser considerado um dos trunfos da vitoriosa campanha presidencial de Barack Obama. Biz acredita que essa relação entre o twitter e a política tem a ver tanto com a facilidade que a ferramenta traz para quem deseja publicar na Internet e desconhece as linguagens técnicas quanto com o fato de que ele “permite a conexão direta” entre os políticos e os eleitores.

O entrevistado também cita a importância que o Twitter adquiriu em função de movimentos populares no Irã e no Egito, algo totalmente inesperado para os criadores da ferramenta.

Esses fatos desfazem a falsa noção de que as mensagens trocadas no Twitter não passam de trivialidades. Segundo Stone, muitos usuários trocam informações sobre o que ocorre em suas comunidades, o que pode incluir questões tão diversas quanto o trânsito e a violência urbana.

Para o futuro, ele indica o lançamento de contas para empresas com serviços agregados de interesse específico e uma maior integração entre as redes sociais.

Crente no crescimento contínuo de seu produto, Biz Stone afirma que a maior vantagem dele em relação a tecnologias mais tradicionais como o e-mail e as mensagens instantâneas está na liberdade oferecida ao usuário, que não se sente obrigado a responder todas as mensagens que lê.

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O e-mail morreu! Longa vida às redes!

Matéria recente do Wall Street Journal alardeia que o e-mail vem perdendo terreno para as redes sociais, pois se trata de uma tecnologia que pertence a um mundo cuja dinâmica ocorria predominantemente offline e esporadicamente on-line. Hoje, com a computação móvel ao alcance de nossas mãos, vivemos on-line praticamente todo o tempo.

As vantagens das novas tecnologias são evidentes: além da agilidade que oferecem à comunicação, elas tornam essa comunicação mais frequente e menos formal. Mas, segundo a jornalista, o preço que se paga com isso é a perda da intimidade, pois, se as minhas mensagens podem ser lidas por qualquer um (como no Twitter), preciso ser mais seletivo com relação ao que direi.

Outra vantagem/desvantagem tem a ver com o fluxo de informações que agora é praticamente ininterrupto. Com isso vêm a sobrecarga informacional e a necessidade de filtrar para extrair o que de fato é relevante. Um filtro possível já existe: o recurso de tagging, que no Twitter, por exemplo, é realizado pelo acréscimo do símbolo # antes de uma palavra.

Se o e-mail de fato vai morrer ainda não se sabe, mas que as redes sociais vêm crescendo em um ritmo acelerado é um fato incontestável.

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‘No escuro’ sobre as redes sociais

Pesquisa recente da consultoria Deloitte com 2008 empregados e 500 executivos de empresas americanas sugere que o meio corporativo ainda está ‘no escuro’ quando o assunto é redes sociais.

Esse assunto parece dividir as opiniões dentro da hierarquia das empresas, pois, enquanto 56% dos executivos parecem acreditar que o uso de redes fornece aos empregados melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal, apenas 31% dos empregados pensam da mesma forma.

Quase metade (44%) dos empregados afirmou nunca frequentar sites de redes sociais, e uma significativa maioria (52%) declarou nunca fazê-lo durante o expediente.

Enquanto 55% das empresas não usam ‘oficialmente’ as redes, 22% sequer sabem o que fazer com elas. Mas os empregados também estão ‘no escuro’, pois 24% declaram não saber se suas empresas têm alguma política oficial a respeito do uso de redes, 23% afirmam que elas não têm política nenhuma e 11%, que há políticas, mas simplesmente a desconhecem.

O mais interessante – e preocupante – é que 15% dos empregados declaram que seriam capazes de comentar nas redes eventuais deslizes cometidos por seus superiores, o que demonstra um risco de exposição negativa da imagem de suas empresas.

Seus gerentes, por sua vez, declaram acreditar que questões relacionando reputação corporativa e redes socias deveriam ser discutidas nas altas esferas de suas empresas, mas apenas 15% afirmaram que isso de fato ocorre.

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