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	<title>Tudo 2.0 &#187; reflexão</title>
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		<title>Redes sociais: é pra ficar ou sair?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2010/05/30/redes-sociais-e-pra-ficar-ou-sair/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 13:21:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[A matéria de capa da revista Época desta semana é sobre as redes sociais. Mesmo que os temas sejam meio &#8220;batidos&#8221;, vale uma leitura. Afinal, este é um ano eleitoral e será uma boa prova do poder dessas ferramentas no campo da política nacional. Momento propício para descobrir se o brasileiro superará os hábitos criados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A matéria de capa da <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EIT859-16091,00.html" target="_blank">revista Época desta semana</a> é sobre as redes sociais.</p>
<p>Mesmo que os temas sejam meio &#8220;batidos&#8221;, vale uma leitura. Afinal, este é um ano eleitoral e será uma boa prova do poder dessas ferramentas no campo da política nacional.</p>
<p>Momento propício para descobrir se o brasileiro superará os hábitos criados no Orkut (fofoca, maledicência e bisbilhotagem) e de fato começará a tirar proveito das redes para o bem geral.</p>
<p>A conferir.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/05/30/redes-sociais-e-pra-ficar-ou-sair/" rel="bookmark">Redes sociais: é pra ficar ou sair?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 30 de Maio de 2010.</p>
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		<title>III Seminário LingNet &#8211; Chamada de trabalhos até 22/3</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2010/02/09/iii-seminario-lingnet-chamada-de-trabalhos-ate-223/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 09:55:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[linguística aplicada]]></category>
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		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Prezados colegas, O III Seminário de Estudos em Linguagem, Educação e Tecnologia (Seminário LingNet), organizado pelo núcleo de pesquisas LingNet (www.lingnet.pro.br), do Programa Interdisciplinar de Linguística Aplicada da UFRJ será realizado em 27 e 28 de maio na Faculdade de Letras da UFRJ, tendo também atividades on-line antes, durante e depois da parte presencial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados colegas,</p>
<p>O III Seminário de Estudos em Linguagem, Educação e Tecnologia (Seminário LingNet), organizado pelo núcleo de pesquisas LingNet (www.lingnet.pro.br), do Programa Interdisciplinar de Linguística Aplicada da UFRJ será realizado em 27 e 28 de maio na Faculdade de Letras da UFRJ, tendo também atividades on-line antes, durante e depois da parte presencial do evento.</p>
<p>Com o título &#8220;2010: o ano em que faremos contatos&#8221;, o III Seminário LingNet receberá propostas de trabalho até 22/03 (segunda-feira), em duas modalidades: comunicação (atividade presencial) e pôster eletrônico (atividade a distância).</p>
<p>Visite o site do evento http://bit.ly/9WAKX3 para obter mais informações e enviar sua proposta de trabalho.</p>
<p>Pedimos sua ajuda para divulgar amplamente o evento e esta chamada de trabalho.</p>
<p>Atenciosamente,<br />
Comissão Organizadora<br />
III Seminário LingNet http://bit.ly/9WAKX3</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/02/09/iii-seminario-lingnet-chamada-de-trabalhos-ate-223/" rel="bookmark">III Seminário LingNet &#8211; Chamada de trabalhos até 22/3</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 9 de Fevereiro de 2010.</p>
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		<title>O Twitter é uma comunidade?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2010/01/08/o-twitter-e-uma-comunidade/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 13:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A resposta não é simples. O termo &#8216;comunidade&#8217; aparentemente pressupõe a existência de vínculos fortes entre as pessoas: interesses, necessidades, sonhos comuns. Se analisarmos o Twitter sob esta lente, será difícil dizer que exista uma comunidade, pois há interesses, necessidades, sonhos diversos e muitas vezes conflitantes. As grandes empresas, por exemplo, podem ter criado perfis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta não é simples. </p>
<p>O termo &#8216;comunidade&#8217; aparentemente pressupõe a existência de vínculos fortes entre as pessoas: interesses, necessidades, sonhos comuns. Se analisarmos o Twitter sob esta lente, será difícil dizer que exista uma comunidade, pois há interesses, necessidades, sonhos diversos e muitas vezes conflitantes. </p>
<p>As grandes empresas, por exemplo, podem ter criado perfis para ter um contato mais próximo com seus clientes. Ou podem simplesmente ter contratado consultorias apenas para monitorar o que esses clientes dizem sobre suas marcas. Neste caso, claro, a finalidade é saber o que esses clientes desejam para que elas possam vender mais. De um lado está a comunicação bilateral supostamente benéfica para ambos os lados; de outro, o lucro.</p>
<p>Mas podemos analisar as comunidades também a partir do caldo cultural comum que une seus membros e que é também por eles criado. Analisado sob essa lente, o Twitter pode, sim, ser considerado uma comunidade. E passa no teste com louvor! Basta, para isso, considerarmos que as funcionalidades mais básicas &#8211; o uso de &#8216;@&#8217; para identificar destinatários e de RT para sinalizar encaminhamento &#8211;  foram criadas pelos usuários e só depois incorporadas pelos gestores ao próprio sistema.</p>
<p>Outro item do caldo cultural que merece ser citado é o Follow Friday, a autêntica tradição de indicar à coletividade os perfis de confiança, de qualidade ou simplesmente que se deseja destacar.</p>
<p>Considerando que existem os dois lados &#8211; as tensões conflitantes e o caldo comum &#8211;  talvez seja mais justo dizer que o Twitter espelha no &#8216;virtual&#8217; aquilo que vemos no &#8216;real&#8217;/físico: uma supracultura globalizada que permite o surgimento de subculturas locais ou globalizadas ligeiramente diversas da matriz, mas ainda assim submetidas aos seus princípios organizadores. </p>
<p>A metáfora é um tanto precária, admito, mas parece fazer sentido.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/01/08/o-twitter-e-uma-comunidade/" rel="bookmark">O Twitter é uma comunidade?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 8 de Janeiro de 2010.</p>
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		<title>Educação 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/24/educacao-2-0-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:07:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[Michael Wesch]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[No artigo From Knowledgeable to Knowledge-able: Learning in New Media Environments, Michael Wesch, professor da Universidade do Kansas, apresenta neste artigo uma reflexão sobre a educação que ainda predomina em grande parte das escolas e que se fundamenta nos pressupostos de que aprender é acumular conhecimentos valiosos que são transmitidos dentro de uma estrutura social [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo <em><a href="http://www.academiccommons.org/commons/essay/knowledgable-knowledge-able" target="_blank">From Knowledgeable to Knowledge-able</a>: Learning in New Media Environments</em>, <a href="http://ksuanth.weebly.com/wesch.html" target="_blank">Michael Wesch</a>, professor da Universidade do Kansas, apresenta neste artigo uma reflexão sobre a educação que ainda predomina em grande parte das escolas e que se fundamenta nos pressupostos de que aprender é acumular conhecimentos valiosos que são transmitidos dentro de uma estrutura social na qual se destaca a autoridade do professor.</p>
<p>Para o autor, essa educação vem sendo ameaçada pelas novas tecnologias de informação e comunicação, que há algum tempo vêm instaurando novas formas de interação, discurso, sociabilidade e colaboração. E as novas gerações parecem cada vez mais familiarizadas com essa verdadeira revolução tecnológica e social.</p>
<p>Wesch assinala dentre os marcos dessa revolução: a popularização dos blogs, que deram aos usuários o poder de se transformar em produtores de informação e não mais meros consumidores como nas décadas anteriores; a Wikipedia, que provou que conteúdo produzido por usuários pode ter qualidade compatível com a de obras produzidas por especialistas; e as novas formas de organizar coletivamente o aparente caos da Web, tais como as tags (etiquetas).</p>
<p>Nesse novo contexto de mídias, ele afirma, chega-se ao ponto em que o usuário não mais precisará buscar a informação, pois ela poderá chegar até ele.</p>
<p>Ao ignorar essa realidade, a educação acaba por gerar o fenômeno que wesch chama de &#8216;crise da significância&#8217;, pela qual os alunos lutam para encontrar sentido naquilo que a escola lhes impõe e quando não o encontram demonstram comportamentos disruptivos &#8211; desatenção, confrontação e até agressividade.</p>
<p>A solução para Wesch está na aceitação de que a informação no mundo atual não mais se encontra em um lugar privilegiado (a escola) nem tampouco nas mãos de um ser privilegiado (o professor). Ela está em todos os lugares, acessível por diversas tecnologias que os próprios alunos já dominam. O que falta é lançar o foco sobre o porquê aprender (a significância para o aluno), facilitar o como aprender (dando-lhe recursos que a tecnologia não garante) e deixar que a aprendizagem ocorra naturalmente.</p>
<p>O &#8216;como&#8217; é para Wesch de vital importância. Na educação que vimos fazendo até então, simplesmente organizávamos o conhecimento a ser transmitido em disciplinas estanques (língua portuguesa não tem a ver com matemática, que não tem a ver com geografia etc.). Na educação verdadeiramente contemporânea, wesch defende que o foco seja deslocado para as subjetividades, isto é, para as formas de abordar, compreender e interagir com o mundo.</p>
<p>Ensinar com foco em subjetividades implica criar instabilidade, desafiar os pressupostos que todos os seres humanos têm arraigados dentro de si. Isso é desafiador e só ocorre onde há respeito mútuo entre professor e aluno. Cabe ao professor, nesse contexto, instilar no aluno a confiança necessária de que ele precisará para enfrentar o desafio de questionar tudo, inclusive a si mesmo.</p>
<p>Wesch não tem respostas sobre a forma certa de enfrentar esse desafio, que ele chama de &#8216;antiensino&#8217;. Na verdade, ele aponta as dificuldades inerentes ao processo a partir de sua própria prática no ensino superior &#8211; p.ex. a necessidade de cumprir exigências institucionais para avaliação de aprendizagem.</p>
<p>O que ele destaca, entretanto, também a partir de sua experiência, é que o antiensino permite criar ambientes efetivamente favoráveis à aprendizagem significativa para o aluno.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/24/educacao-2-0-2/" rel="bookmark">Educação 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 24 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Facebookicídio?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 11:39:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[2.0]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas matérias recentes sobre o Facebook chamaram minha atenção. Na primeira, publicada no New York Times, fala-se em um pequeno, mas significativo, &#8216;êxodo&#8217; de usuários, não obstante os 87,7 milhões de visitantes que a rede social recebeu nos Estados Unidos apenas em julho. A razão, segundo a matéria, está na constatação de que há interesses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas matérias recentes sobre o Facebook chamaram minha atenção.</p>
<p>Na <a href="http://www.nytimes.com/2009/08/30/magazine/30FOB-medium-t.html" target="_blank">primeira, publicada no New York Times</a>, fala-se em um pequeno, mas significativo, &#8216;êxodo&#8217; de usuários, não obstante os 87,7 milhões de visitantes que a rede social recebeu nos Estados Unidos apenas em julho. A razão, segundo a matéria, está na constatação de que há interesses comerciais por trás da ferramenta.</p>
<p>Eu pergunto: mas isso não é óbvio? Todas as mídias 2.0 que hoje permitem acesso gratuito estão em busca de um modelo de negócios que lhes dê retorno. Assim é com o YouTube e assim também será com o Facebook. A questão é que deve haver um contrato claro que ofereça aos usuários garantias de que sua privacidade seja preservada quando eles assim o desejarem.</p>
<p>O que eu chamo de &#8216;Facebookicídio&#8217; já ocorreu há alguns anos com o Google no Brasil, mas por razões diferentes, como descrevi em um <a href="http://www.comunicar.pro.br/artigos/invasprivac.pdf" target="_blank">artigo</a>.</p>
<p>A <a href="http://online.wsj.com/article/SB10001424052970204660604574370450465849142.html" target="_blank">segunda matéria, publicada no Wall Street Journal</a>, explica por que o Facebook &#8216;mata&#8217; as amizades. Segundo Liz Bernstein, as pessoas hoje dizem que estão muito ocupadas para encontrar os amigos e mesmo para pegar o telefone e ligar para eles, mas dedicam horas às mídias sociais. Além disso, elas parecem estar alheias ao fato de que nem tudo o que publicam nas redes será do interesse dos amigos ou será interpretado corretamente ou de forma positiva.</p>
<p>Muito embora tudo o que Liz afirma possa ser verdade, não culparia o Facebook nem qualquer outras tecnologia. Da mesma forma que não culparia os carros potentes pelos desastres nas estradas. O uso &#8211; e o abuso &#8211; das ferramentas é praticado pelas pessoas, portanto a decisão de manter os relacionamentos saudáveis também deve ser delas.</p>
<p>A questão é muito mais complexa do que se apresenta.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/02/facebookicidio/" rel="bookmark">Facebookicídio?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 2 de Setembro de 2009.</p>
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		</item>
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		<title>Ainda em resposta ao Culto do Amador</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/ainda-em-resposta-ao-culto-do-amador/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 20:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Andrew Keen]]></category>
		<category><![CDATA[copyright]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[O vídeo de casamento de Jill e Kevin foi postado no YouTube e se tornou um sucesso de audiência (14.728.141 exibições até hoje). Não fosse o vídeo interessante em si pela alegria do casal e dos presentes à cerimônia, ele também é interessante porque mostra que nem tudo no argumento de Andrew Keen sobre as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4-94JhLEiN0" target="_blank">vídeo de casamento de Jill e Kevin</a> foi postado no YouTube e se tornou um sucesso de audiência (14.728.141 exibições até hoje).</p>
<p>Não fosse o vídeo interessante em si pela alegria do casal e dos presentes à cerimônia, ele também é interessante porque mostra que nem tudo no argumento de <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/29/culto-do-amador/" target="_blank">Andrew Keen sobre as redes sociais estarem matando nossa cultura, economia e valores</a> está correto &#8211; se é que há, de fato, algo correto nos argumentos dele.</p>
<p>O fato é que a música dançante que toca na cerimônia (<em>Forever</em>) é de Chris Brown e, muito provavelmente, não teve sua execução autorizada para aquele tipo de evento.</p>
<p>A gravadora poderia ter exigido que o YouTube removesse o vídeo por uso não-autorizado de material protegido por direitos autorais.</p>
<p>Mas ela não fez isso. Ela simplesmente acrescentou uma camada de anúncio sobre o vídeo &#8211; uma funcionalidade recente no YouTube &#8211; com links para vender a canção na Amazon e na iTunes. O sucesso da iniciativa não demorou a aparecer e superou resultados esperados.</p>
<p>Nada mal para uma tecnologia que &#8216;incentiva amadores a burlar direitos autorais&#8217;. A gravadora de Chris Brown, pelo menos, viu valor nela.</p>
<p>OBS.: Post baseado em <a href="http://open.salon.com/blog/future_of_journalism/2009/07/31/wedding_dance_video_yup_theres_a_lesson" target="_blank">matéria de Jay Rosen no Open Salon</a>.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/ainda-em-resposta-ao-culto-do-amador/" rel="bookmark">Ainda em resposta ao Culto do Amador</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 2 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Mas o que é esse tal de Tuíta?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/mas-o-que-e-esse-tal-de-tuita/</link>
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		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 14:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[cmc]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[pmc]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Para justificar esse esquema, encontrei os seguintes exemplos: Comunicação Pessoal:  manutenção de vínculo entre amigos e conhecidos, mas também para acompanhamento da vida de personalidades; Pesquisa: busca de informações, com propósitos pessoais, acadêmicos ou profissionais, e as vantagens de obter resultados filtrados por uma rede social e com atualização em tempo real; Marketing: uso corporativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_177" class="wp-caption alignnone" style="width: 280px"><img class="size-medium wp-image-177  " title="Usos do Twitter" src="http://www.comunicar.pro.br/wp-content/2009/08/twitter-300x196.png" alt="Usos do Twitter" width="270" height="176" /><p class="wp-caption-text">Usos do Twitter - (c) José Paulo de Araújo</p></div>
<p>Para justificar esse esquema, encontrei os seguintes exemplos:</p>
<ul>
<li><strong>Comunicação Pessoal</strong>:  manutenção de vínculo entre amigos e conhecidos, mas também para acompanhamento da vida de personalidades;</li>
<li><strong>Pesquisa</strong>: busca de informações, com propósitos pessoais, acadêmicos ou profissionais, e as vantagens de obter resultados filtrados por uma rede social e com atualização em tempo real;</li>
<li><strong>Marketing</strong>: uso corporativo para monitoramento de imagem, divulgação de marca, oferta de promoções;</li>
<li><strong>Publicação</strong>: <em>clipping </em>(geralmente) com direcionamento para outras fontes por meio de links curtos (<em>tiny URLs</em>).</li>
</ul>
<p>Já que não custa nada, me arrisco no embaraçoso mundo da futurologia: o Twitter poderá se tornar uma &#8216;über rede social&#8217; agregadora de funcionalidades customizáveis que permitirão aos usuários executar atividades variadas (sociais, profissionais, acadêmicas, lúdicas) a partir de um ponto central.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/mas-o-que-e-esse-tal-de-tuita/" rel="bookmark">Mas o que é esse tal de Tuíta?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 2 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Por que Tudo 2.0?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/porque-tudo-2-0/</link>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 13:06:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[linguística aplicada]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>

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		<description><![CDATA[Este blog é o resultado das reflexões feitas com os colegas da empresa no curso de Introdução à Gestão do Conhecimento do Crie (Coppe-UFRJ). Na última aula (não a final, mas a mais recente), o professor Nepô, cujo blog está na minha lista de favoritos à direita, fez uma provocação para que experimentássemos as novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este blog é o resultado das reflexões feitas com os colegas da empresa no <a href="http://nepo.com.br/2009/07/16/wikishop-eletrobras/" target="_blank">curso de Introdução à Gestão do Conhecimento</a> do <a href="http://portal.crie.coppe.ufrj.br/" target="_blank">Crie</a> (Coppe-UFRJ).</p>
<p>Na última aula (não a final, mas a mais recente), o professor Nepô, cujo blog está na minha lista de favoritos à direita, fez uma provocação para que experimentássemos as novas tecnologias sociais disponíveis. Foi como se ele tivesse dito: &#8216;evite dizer que não gostou de um livro que nem mesmo leu!&#8217;</p>
<p>Já estive no Orkut por algum tempo, ainda não tenho Twitter, nunca fiz wiki, mas vou aceitar o desafio de entender um pouco melhor algumas dessas tecnologias. Decidi começar pelo blog, a mais estável delas.</p>
<p>Para mim, o grande benefício desse curso é a &#8216;sacudida mental&#8217;. Além de nos fazer pensar em gestão do conhecimento, os professores nos estimulam a pensar no que vem acontecendo no mundo <a href="http://www.lingnet.pro.br/site/pages/entrevistas/marcos-cavalcanti-coppe.php" target="_blank">desde que esse fator de produção começou a ser encarado como mais seriedade</a>.</p>
<p>Este blog também resulta de leituras recentes sobre <a href="http://www.veramenezes.com/linaplic.pdf" target="_blank">as mudanças que vêm ocorrendo em minha área de especialidade &#8211; a Linguística Aplicada</a>. Antes, definíamos nosso foco de investigação como a busca de soluções para problemas relacionados ao uso da linguagem. Agora, a tendência tem sido a problematização e busca de inteligibilidades sobre os problemas com que nos defrontamos.</p>
<p>Nesse sentido, eu diria que o &#8216;problema&#8217; (não necessariamente algo a ser eliminado) seria a compreensão das formas como esse mundo 2.0 vem modificando nossas formas de conviver, trabalhar e aprender. Esse é o problema ao qual pretendo me dedicar.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/18/porque-tudo-2-0/" rel="bookmark">Por que Tudo 2.0?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 18 de Julho de 2009.</p>
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