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	<title>Tudo 2.0 &#187; twitter</title>
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	<description>porque naveg@r é impreciso</description>
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		<title>Encurtar (URLs) ou não encurtar</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Apr 2010 13:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesses tempos de caracteres escassos (140 no Twitter), os encurtadores de URLs viraram serviços de primeira necessidade. Sou fã do Bit.ly, que além de ser fácil de usar oferece um rastreamento em tempo real dos cliques. Imagino que outros serviços tenham firulas até melhores, mas a gente se apega ao primeiro encurtador e fica difícil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesses tempos de caracteres escassos (140 no Twitter), os encurtadores de URLs viraram serviços de primeira necessidade.</p>
<p>Sou fã do<a href="http://bit.ly/" target="_blank"> Bit.ly</a>, que além de ser fácil de usar oferece um rastreamento em tempo real dos cliques. Imagino que outros serviços tenham firulas até melhores, mas a gente se apega ao primeiro encurtador e fica difícil largar.</p>
<p>A questão é que os encurtadores podem representar um risco: já que não se consegue ver o URL real, espertalhões podem muito bem levar o navegador incauto a sites contendo arquivos maliciosos. Mas nada que um bom antivírus e um firewall (alguém, por acaso, não os usa?) não consigam detectar.</p>
<p>Felizmente (será?), parece que o risco não é tão alto quanto o pintam: <a href="http://info.abril.com.br/noticias/seguranca/urls-curtas-nao-sao-tao-ameacadoras-06042010-0.shl" target="_blank">os usuários acabam não clicando nesses URLs encurtados</a> e sabotam as eventuais más intenções alheias.</p>
<p>Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. A solução parece ser menos radical: os encurtadores são úteis, não podemos funcionar no Twitter sem eles. Sendo assim, vale o princípio da confiança: se o URL encurtado vem de um usuário conhecido, vale um crédito de confiança.</p>
<p>Mas, como segudo morreu de velho, nada de navegar sem antivírus e firewall!</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/04/06/encurtar-urls-ou-nao-encurtar/" rel="bookmark">Encurtar (URLs) ou não encurtar</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 6 de Abril de 2010.</p>
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		<title>O Twitter é uma comunidade?</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jan 2010 13:25:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[A resposta não é simples. O termo &#8216;comunidade&#8217; aparentemente pressupõe a existência de vínculos fortes entre as pessoas: interesses, necessidades, sonhos comuns. Se analisarmos o Twitter sob esta lente, será difícil dizer que exista uma comunidade, pois há interesses, necessidades, sonhos diversos e muitas vezes conflitantes. As grandes empresas, por exemplo, podem ter criado perfis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A resposta não é simples. </p>
<p>O termo &#8216;comunidade&#8217; aparentemente pressupõe a existência de vínculos fortes entre as pessoas: interesses, necessidades, sonhos comuns. Se analisarmos o Twitter sob esta lente, será difícil dizer que exista uma comunidade, pois há interesses, necessidades, sonhos diversos e muitas vezes conflitantes. </p>
<p>As grandes empresas, por exemplo, podem ter criado perfis para ter um contato mais próximo com seus clientes. Ou podem simplesmente ter contratado consultorias apenas para monitorar o que esses clientes dizem sobre suas marcas. Neste caso, claro, a finalidade é saber o que esses clientes desejam para que elas possam vender mais. De um lado está a comunicação bilateral supostamente benéfica para ambos os lados; de outro, o lucro.</p>
<p>Mas podemos analisar as comunidades também a partir do caldo cultural comum que une seus membros e que é também por eles criado. Analisado sob essa lente, o Twitter pode, sim, ser considerado uma comunidade. E passa no teste com louvor! Basta, para isso, considerarmos que as funcionalidades mais básicas &#8211; o uso de &#8216;@&#8217; para identificar destinatários e de RT para sinalizar encaminhamento &#8211;  foram criadas pelos usuários e só depois incorporadas pelos gestores ao próprio sistema.</p>
<p>Outro item do caldo cultural que merece ser citado é o Follow Friday, a autêntica tradição de indicar à coletividade os perfis de confiança, de qualidade ou simplesmente que se deseja destacar.</p>
<p>Considerando que existem os dois lados &#8211; as tensões conflitantes e o caldo comum &#8211;  talvez seja mais justo dizer que o Twitter espelha no &#8216;virtual&#8217; aquilo que vemos no &#8216;real&#8217;/físico: uma supracultura globalizada que permite o surgimento de subculturas locais ou globalizadas ligeiramente diversas da matriz, mas ainda assim submetidas aos seus princípios organizadores. </p>
<p>A metáfora é um tanto precária, admito, mas parece fazer sentido.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2010/01/08/o-twitter-e-uma-comunidade/" rel="bookmark">O Twitter é uma comunidade?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 8 de Janeiro de 2010.</p>
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		<title>Retuitando à moda antiga</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/12/26/retuitando-a-moda-antiga/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 11:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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		<description><![CDATA[Que o Twitter é uma ferramenta aperfeiçoada pelo conjunto de seus usuários ninguém duvida. Apenas para lembrar, o uso da sintaxe @nome para sinalizar o destinatário de uma mensagem foi uma inovação introduzida pelos usuários e adotada pela ferramenta. O mesmo se pode dizer do uso da forma RT (abreviação de Retweet) para encaminhar uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que o Twitter é uma ferramenta aperfeiçoada pelo conjunto de seus usuários ninguém duvida.</p>
<p>Apenas para lembrar, o uso da sintaxe @nome para sinalizar o destinatário de uma mensagem foi uma inovação introduzida pelos usuários e adotada pela ferramenta. O mesmo se pode dizer do uso da forma RT (abreviação de Retweet) para encaminhar uma mensagem recebida aos perfis seguidores.</p>
<p>A questão é que os administradores da ferramenta adotam essas inovações e (aparentemente) tentam aperfeiçoá-las. Isso ocorreu com o RT, cuja função foi assimilada a um discreto botão que fica oculto no site até que se passe o cursor do mouse sobre ele. Surge então a mensagem &#8216;Retweet to your followers?&#8217;. Basta clicar no botão OK para que a mensagem seja encaminhada. Simples assim.</p>
<p>Antes da introdução do botão, o usuário que quisesse encaminhar uma mensagem precisava colar o texto original, adaptá-lo para caber dentro do limite de 140 caracteres exigidos e incluir a sintaxe RT @nome dessa nova mensagem. Não raramente esse processo exigia malabarismos ortográficos para garantir que o sentido fosse preservado. A grande vantagem é que, quando sobravam caracteres, era possível introduzir comentários, indicações do porquê se decidira encaminhar a mensagem etc.</p>
<p>O botão, com seu automatismo, matou a possibilidade de acréscimo de comentários. A simplicidade, portanto, trouxe um custo: a perda do valor social agregado pelo comentário, pela ênfase na relevância do ato de retuitar.</p>
<p>Tudo indica que os usuários se ressentiram dessa perda. Pelo menos é o que sugere o resultado de uma <a href="http://mashable.com/2009/12/25/old-twitter-retweets-win/" target="_blank">pesquisa de opinião realizada pelo blog Mashable</a>. De 2551 participantes, 64% (1625) declararam perferir o estilo antigo de retuitar com comentários, 27% (27%) declararam preferir o botão e apenas 9% (227) disseram não ter preferência entre uma forma ou outra.</p>
<p>Os administradores do Twitter mantiveram, logo após a introdução do &#8216;aperfeiçoamento&#8217; proposto, uma pesquisa no site pedindo a opinião dos usuários. A pesquisa não está mais lá, mas o resultado da pesquisa da Mashable pode sugerir que eles já saibam o que os tuiteiros pensam a respeito.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/12/26/retuitando-a-moda-antiga/" rel="bookmark">Retuitando à moda antiga</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Dezembro de 2009.</p>
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		<title>Aperfeiçoamento profissional informal no Twitter</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/12/19/aperfeicoamento-profissional-informal-no-twitter/</link>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 12:16:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[C4LPT]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[O Centre for Learning &#38; Performance Technologies (C4LPT) realiza, desde 2007, uma pesquisa com profissionais da educação (learning professionals) a fim de identificar as 100 ferramentas mais utilizadas no ramo. No ano de 2009, até 3 de outubro, 201 profissionais haviam informado suas ferramentas de preferência, as quais foram listadas em ordem crescente e comparativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Centre for Learning &amp; Performance Technologies (C4LPT) realiza, desde 2007, uma <a href="http://www.c4lpt.co.uk/recommended/index.html" target="_blank">pesquisa</a> com profissionais da educação (learning professionals) a fim de identificar as 100 ferramentas mais utilizadas no ramo. No ano de 2009, até 3 de outubro, 201 profissionais haviam informado suas ferramentas de preferência, as quais foram listadas em ordem crescente e comparativa em relação aos anos de 2008 e 2007.</p>
<p>Levando em conta a posição relativa das dez ferramentas mais populares em 2009, em comparação com seus respectivos posicionamentos nos anos anteriores, é notável crescimento do Twitter, que saltou da 43ª posição para a 1ª neste ano. Ele tem, inclusive, superado ferramentas mais conhecidas dos educadores como o aplicativo para criação de apresentações MS PowerPoint (8º em 2008 – 14º lugar em 2009) e o sistema de gestão de cursos Moodle (9º em 2008 – 16º lugar em 2009).</p>
<p>O crescimento do Twitter é notável também se considerarmos que ele não foi criado com o propósito explícito de facilitar a aprendizagem.</p>
<p>O site do C4LPT apresenta ainda <a href="http://www.c4lpt.co.uk/Top100Tools/twitter.html" target="_blank">depoimentos</a> dos educadores que citaram o Twitter como ferramenta preferida. Analisei esses depoimentos a fim de descobrir como essa ferramenta da Web 2.0 auxiliaria processos de aprendizagem que aparentam ser (a) de natureza informal e (b) vinculados ao autodesenvolvimento profissional desses educadores.</p>
<p>Coletei 31 depoimentos disponíveis, que dividi em dois grupos: corpus A (oito depoimentos fornecidos no ano de 2008) e corpus B (23 depoimentos fornecidos no ano de 2009). Esses depoimentos foram extraídos do site do C4LPT, gravados em arquivos de texto puro (TXT) separados e analisados no aplicativo <a href="http://www.lexically.net/wordsmith/" target="_blank">Wordsmith Tools</a> para obtenção de estatísticas das palavras mais frequentes em cada corpus e, em seguida, para obtenção de concordâncias (1) relativas a essas palavras.</p>
<p>Pelo levantamento dos itens lexicais mais frequentes nos depoimentos, eu esperava observar tendências gerais que explicassem como os educadores vinham usando o Twitter em seu autodesenvolvimento profissional. A comparação dos depoimentos feitos por educadores que participaram na pesquisa em dois anos consecutivos (2008 e 2009) também forneceria dados para observação de uma possível variação nas práticas de autodesenvolvimento em um momento no qual a popularidade dessa rede social começava a aumentar.</p>
<p>A análise dos itens lexicais do corpus A demonstrou que os educadores participantes da pesquisa do C4LPT em 2008 ressaltaram mais frequentemente o valor do Twitter como rede de relacionamentos profissionais. É provável que, em decorrência dos relacionamentos estabelecidos na rede social, esses educadores tenham tido acesso a conteúdos relevantes e experiências de aprendizagem de natureza informal. Essa interpretação parecer ser respaldada, ainda que parcialmente, pelo depoimento da educadora Britt: “It is amazing what you can learn from 140 characters”.</p>
<p>Os participantes da pesquisa em 2009, cujos relatos compuseram o corpus B, também valorizaram o Twitter como rede de relacionamentos profissionais, porém o fizeram com mais ênfase do que os participantes do ano anterior. O valor dessa rede para o acesso a informações relevantes também foi mencionado, bem como a possibilidade que ela oferece para a aprendizagem, segundo destacaram os educadores Manish (“It’s been a great learning tool”) e Janet (“once my productivity nemesis, has become a valuable learning tool”).</p>
<p>Três educadores (Barry, Britt e Rodd) participaram da pesquisa em dois anos consecutivos. Isso permitiu uma análise comparativa de suas declarações em busca de possíveis transformações na percepção do valor atribuído à rede social. A comparação foi feita em torno dos temas mais destacados em análises anteriores: (acesso a) informação, (estabelecimento e manutenção de) relacionamentos e (oportunidade de) aprendizagem.</p>
<p>Comprovei que o tema aprendizagem não foi foco nos depoimentos dos educadores destacados, possivelmente porque o tema já estivesse implícito na finalidade pesquisa de que participavam. O tema informação foi recorrente, mas parece ter sido posto em segundo plano mais recentemente em função dos relacionamentos propiciados pela rede social e do valor a eles atribuído pelos depoentes.</p>
<p>A análise dos depoimentos, portanto, demonstrou que os educadores atribuíram grande valor à presença, na rede, de outros educadores e especialistas com os quais poderiam interagir e dos quais obteriam informações relevantes que lhes possibilitariam manter-se atualizados.</p>
<p>Tendo em vista que os sujeitos da pesquisa não pareceram agir orientados por nenhum currículo formal, pode-se concluir que eles têm no Twitter um contexto de aprendizagem informal com potencial para o desenvolvimento na profissão e parecem fazer uso deliberado dos recursos da rede com esse fim.</p>
<p>A gama de usos do Twitter, portanto, parece só aumentar.</p>
<p> </p>
<p>(1) Listagem de contextos em que itens linguísticos ocorrem.</p>
<p> </p>
<p>Nota: Os dados dessa pesquisa serão divulgados oportunamente.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/12/19/aperfeicoamento-profissional-informal-no-twitter/" rel="bookmark">Aperfeiçoamento profissional informal no Twitter</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 19 de Dezembro de 2009.</p>
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		<title>Blogosfera 2009</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/20/blogosfera-2009/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 12:20:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização social]]></category>
		<category><![CDATA[Technorati]]></category>
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		<category><![CDATA[Yoani Sánchez]]></category>

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		<description><![CDATA[A pesquisa anual Estado da Blogosfera, feita pela Technorati, apresentou seu sexto relatório no mês passado. Embora os dados abranjam blogs de 50 países, quase a metade dos blogueiros que participaram é dos Estados Unidos. De qualquer forma, os resultados da pesquisa apontam um amadurecimento da blogosfera mundial e sugerem uma grande familiaridade com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisa anual <a href="http://technorati.com/blogging/feature/state-of-the-blogosphere-2009/" target="_blank">Estado da Blogosfera</a>, feita pela <a href="http://technorati.com/" target="_blank">Technorati</a>, apresentou seu sexto relatório no mês passado. Embora os dados abranjam blogs de 50 países, quase a metade dos blogueiros que participaram é dos Estados Unidos.</p>
<p>De qualquer forma, os resultados da pesquisa apontam um amadurecimento da blogosfera mundial e sugerem uma grande familiaridade com a mídia, visto que os participantes relataram ter, em média, três ou quatro blogs.</p>
<p>Blogueiros continuam a apresentar um perfil diferenciado: homens (2/3 do total), adultos (18-44 anos), com nível educacional alto em relação à população geral (40% são pós-graduados). Pode-se dizer que se trata de um público formador de opinião ou, pelo menos, capaz de refletir sobre os fatos. Cerca de 30% são, de fato, capazes de influenciar a opinião dos internautas, pois são de alguma forma relacionados às mídias tradicionais (escritores, repórteres).</p>
<p>A pesquisa propõe uma classificação dos blogueiros em quatro categorias:</p>
<ul>
<li>Blogueiros por Passatempo: Representam a maioria (72%). Diferentemente dos demais, não são remunerados por sua atividade, que realizam por diversão. Costumam publicar semanalmente.</li>
<li>Blogueiros em Tempo Parcial: Representam os 15% que têm no blog um complemento de renda. A maioria (75%) quer apenas compartilhar seus conhecimentos.</li>
<li>Blogueiros Autônomos: Representam os 9% mais profissionais desse universo, pois são remunerados por sua atividade, a qual é executada em tempo integral em nome de sua própria empresa ou organização. Coincidentemente, são os que mais usam (88%) o Twitter.</li>
<li>Blogueiros Profissionais: Representam os 4% que blogam para uma empresa ou organização. A maioria (70%) o faz para compartilhar expertise.</li>
</ul>
<p>Autoexpressão e compartilhamento de expertise são as razões mais frequentemente apresentadas para serem blogueiros &#8211; o que não representa uma mudança em relação às pesquisas anteriores. Os Blogueiros por Passatempo têm maior propensão a discutir os aspectos políticos dos temas que publicam, o que raramente ocorre nas demais categorias.</p>
<p>A emergência de outras mídias (p.ex. Twitter) e redes sociais vem causando impacto na blogosfera, pois os blogueiros que vêm aderindo às novidades relatam que têm atualizado seus blogs com frequência menor. De fato, blogueiros  têm maior tendência a usar o Twitter do que o restante da população, e o fazem com propósitos diversos: divulgar seus blogs, destacar links interessantes e descobrir as tendências do momento.</p>
<p>Os blogs têm-se caracterizado por uma crescente sofisticação em termos de informação e suporte tecnológico: a maioria (85%) explora recursos como tags, que facilitam a recuperação de textos; grande número (82%) dos blogueiros usam fotos e vídeos em seus blogs; um número ainda pequeno (20%), mas não desprezível, de blogueiros afirma atualizar seus blogs por meio de dispositivos móveis.</p>
<p>Segundo David Hughes, a maturidade dos blogs os transformou em ferramentas poderosas para ativistas, como se observou neste ano durante os protestos contra as eleições iranianas e durante a campanha presidencial nos Estados Unidos no ano anterior. Os participantes da pesquisa acreditam que o maior impacto da blogosfera ocorra mesmo na política e nos negócios.</p>
<p>A pesquisa conclui que a blogosfera se tornou uma &#8216;caixa de ressonância&#8217; para identificação de questões que devem merecer atenção da sociedade. Mesmo que os blogs abordem questões locais, é preciso reconhecer que sua platéia pode ser universal, o que amplifica o significado dessas questões (creio que o <a href="http://www.desdecuba.com/generaciony/" target="_blank">blog de Yoani Sánchez</a> seja um exemplo perfeito disso). Isso resulta na nova tendência puxada pela blogosfera: a globalização da liberdade de expressão.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/20/blogosfera-2009/" rel="bookmark">Blogosfera 2009</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 20 de Novembro de 2009.</p>
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		<item>
		<title>Um Twitter na Escuridão</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/14/um-twitter-na-escuridao/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 11:40:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização social]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[No incidente de 10 de novembro, que deixou 18 Estados às escuras, o Twitter demonstrou, mais uma vez,  seu potencial como ferramenta de informação em tempo real. Pelo menos isso ficou muito claro (sem trocadilhos) para mim. Impossibilitado de me conectar, assim que desconfiei que a falta de energia era mais do que apenas um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No incidente de 10 de novembro, que deixou 18 Estados às escuras, o Twitter demonstrou, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/22/ei-twitter-o-que-voce-esta-fazendo/">mais uma vez</a>,  seu potencial como ferramenta de informação em tempo real. Pelo menos isso ficou muito claro (sem trocadilhos) para mim.</p>
<p>Impossibilitado de me conectar, assim que desconfiei que a falta de energia era mais do que apenas um problema no bairro, liguei o rádio do celular e passei a acompanhar uma das estações que ainda estava no ar. Era uma das que transmitem notícias 24 horas. O assunto, claro, não poderia ser outro que não o &#8216;apagão&#8217; (depois rebatizado como blecaute).</p>
<p>O mais interessante foi poder saber, em tempo real, o que acontecia em meu Estado, em São Paulo, no Paraná, no Rio Grande do Sul, na Bahia etc. graças às curtas mensagens de 140 caracteres que outros ouvintes postavam no perfil da rádio naquele momento.</p>
<p>Os jornalistas mal coneguiam acompanhar a enxurrada de mensagens e frequentemente informavam que iam atualizar a página. Cada ação dessas trazia dezenas de novas mensagens, algumas desmentidas nos minutos seguintes à medida que os fatos evoluíam (ou não) e o problema começava a ser resolvido.</p>
<p>Era angustiante saber que grande parte do país estava às escuras e pensar que conhecidos poderiam estar presos em elevadores ou desorientados nas ruas, mas era também reconfortador saber que algumas cidades já começavam a ter o fornecimento normalizado.</p>
<p>Essa data ficará marcada para mim. Quando me perguntarem o que eu estava fazendo na hora do apagão/blecaute de 10 de novembro de 2009, eu direi que estava &#8216;ouvindo&#8217; o Twitter no celular.</p>
<p>Parabéns à equipe da <a href="http://twitter.com/radiobandnewsfm" target="_blank">Bandnews FM</a> pela cobertura!</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/14/um-twitter-na-escuridao/" rel="bookmark">Um Twitter na Escuridão</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Por que tuítam os famosos?</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/11/01/por-que-tuitam-os-famosos/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
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		<description><![CDATA[A Revista da TV do Jornal O Globo traz hoje uma matéria sobre os famosos que têm perfil no Twitter. O título da matéria parece já responder a pergunta que faço: eles querem ter contato mais direto com seus fãs. William Bonner, âncora do Jornal Nacional, tem um perfil com mais de 190 mil seguidores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista da TV do Jornal O Globo traz hoje uma matéria sobre os famosos que têm perfil no Twitter. O título da matéria parece já responder a pergunta que faço: eles querem ter contato mais direto com seus fãs.</p>
<p>William Bonner, âncora do Jornal Nacional, tem um perfil com mais de 190 mil seguidores cujas mensagens apresentam alguém bem diferente do jornalista sério que ele já provou ser. Em um post recente, <a href="http://twitter.com/realwbonner/status/5326738564" target="_blank">ele declarou</a>:</p>
<p>&#8220;No Twitter, eu me divirto muito com essa bobagem que escrevo. e vejo que muitos de vocês também se divertem e se surpreendem.&#8221;</p>
<p>Sobre o motivo de não ter (também) um blog, <a href="http://twitter.com/realwbonner/status/5326771204" target="_blank">ele afirmou</a>:</p>
<p>&#8220;Mas isso é twitter. Mensagens curtas, descompromissadas. Um blog seria insuportável, só com essas brincadeiras. Não sou humorista.&#8221;</p>
<p>Mas há famosos para quem o contato com fãs pode render resultados profissionais. Os humoristas, por exemplo, costumam testar antes com seus seguidores as piadas que contarão em shows e programas.</p>
<p>E há os que exploram seus perfis com fins mais obviamente comerciais, recebendo para exibir publicidade, o que nem sempre é uma prática vista com bons olhos.</p>
<p>BRAVO, Z. Contato direto e imediato. <strong>Revista da TV</strong>. Domingo, 1º nov. 2009. p. 16.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/01/por-que-tuitam-os-famosos/" rel="bookmark">Por que tuítam os famosos?</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 1 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>O Twitter da Lei Seca</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 20:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[mobilização social]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter da Lei Seca, com mais de 14 mil seguidores, foi criado para avisar motoristas dos locais onde ocorrem as blitzen organizadas para reprimir a direção sob efeito de álcool. A iniciativa, que começou no Rio de Janeiro e vem sendo adotada em outras cidades do país, não constitui crime e pode até ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://twitter.com/LeiSecaRJ" target="_blank">Twitter da Lei Seca</a>, com mais de 14 mil seguidores, foi criado para avisar motoristas dos locais onde ocorrem as <em>blitzen </em>organizadas para reprimir a direção sob efeito de álcool.</p>
<p>A iniciativa, que começou no Rio de Janeiro e vem sendo adotada em outras cidades do país, não constitui crime e pode até ser vista como uma contribuição para a sociedade, pois previne grandes transtornos no trânsito nos locais onde as <em>blitzen </em>ocorrem.</p>
<p>Mas será ética?</p>
<p>BRISOLLA, F. Siga-me. <strong>Revista O Globo</strong>. 1º dez. 2009. p 18-19 [leia em <a href="http://bit.ly/3RgnNX" target="_blank">PDF</a>]</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/01/o-twitter-da-lei-seca/" rel="bookmark">O Twitter da Lei Seca</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 1 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Orkut x Facebook &#8211; novo round na guerra</title>
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		<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 20:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Orkut]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Matéria da Revista Época desta semana explica o motivo da recente reforma por que passou a rede social Orkut: é mais um capítulo da guerra que com o concorrente Facebook. O alvo da reforma são países como Brasil e Índia, onde o Orkut ainda é a rede social mais popular. No Brasil, com seus 50 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria da Revista Época desta semana explica o motivo da recente reforma por que passou a rede social Orkut: é mais um capítulo da guerra que com o concorrente Facebook. O alvo da reforma são países como Brasil e Índia, onde o Orkut ainda é a rede social mais popular.</p>
<p>No Brasil, com seus 50 milhões de usuários, o Orkut é favorito absoluto, mas não se pode desprezar o crescimento do Twitter, que em setembro registrava 9,2 milhões de usuários.</p>
<p>O Facebook talvez ainda seja <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/13/redes-em-guerra/" target="_blank">uma rede &#8216;da elite&#8217;</a>, mas saltou de 500 mil para 5,3 milhões de usuários desde o início deste ano.</p>
<p>A guerra promete ser duradoura.</p>
<p>FERRARI, B. Orkut para exportação. <strong>Época</strong>. Nº 598. 2 nov. 2009. p. 90</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/01/orkut-x-facebook-novo-round-na-guerra/" rel="bookmark">Orkut x Facebook &#8211; novo round na guerra</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 1 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Senadores que tuítam</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:31:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Publiquei aqui, há algumas semanas, um texto em que afirmava que nossos políticos estão mais acostumados a se comunicar pelas mídias tradicionais, que exploram o formato um-para-muitos, do que pelas modernas mídias sociais, cuja natureza pede o diálogo aberto e sem limitações. Pois o Webinsider publicou na semana passada um texto do consultor Alvaro Lins [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Publiquei aqui, há algumas semanas, <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/06/teremos-politicos-2-0/" target="_blank">um texto</a> em que afirmava que nossos políticos estão mais acostumados a se comunicar pelas mídias tradicionais, que exploram o formato um-para-muitos, do que pelas modernas mídias sociais, cuja natureza pede o diálogo aberto e sem limitações.</p>
<p>Pois o Webinsider publicou na semana passada um <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/10/21/nossos-senadores-no-twitter-procurando-o-tom/" target="_blank">texto do consultor Alvaro Lins</a> em que se afirma que nossos senadores ainda não acertaram o tom no uso da rede social mais falada do momento: o Twitter.</p>
<p>Fiquei curioso e decidi investigar mais a fundo a questão para saber se, de fato, não teria havido alguma evolução no perfil de uso da rede social por esses representantes do povo. Para isso, analisei o perfil de cada um dos senadores nomeados na matéria do consultor com auxílio do <a href="http://www.twitalyzer.com/" target="_blank">Twitalyzer</a>.</p>
<p>Concentrei-me nos seguintes aspectos avaliados pela ferramenta:</p>
<p><strong>Relação Sinal-Ruído</strong>: Tem a ver com a qualidade da informação publicada. Quanto maior essa qualidade, isto é, quanto menos trivial ela for, maior o poder de influência de quem a publica. Leva-se em conta neste aspecto o envio de mensagens a outros usuários, identificado pelo uso do &#8216;@&#8217;; a recomendação de sites que devem ser visitados, identificados por suas URLs; a marcação de palavras-chave por meio de &#8216;#; o encaminhamento (retuitar) de mensagens de terceiros, identificado pelo uso de RT ou &#8216;via.</p>
<p><strong>Generosidade</strong>: Tem a ver com disposição para recomendar aos seguidores informações consideradas relevantes e de passar ideias adiante. Esse aspecto é assinalado pela relação entre as mensagens retuitadas por um usuário e o total de mensagens por ele enviadas.</p>
<p><strong>Velocidade</strong>: É simplesmente a frequência com que o usuário publica novas mensagens.</p>
<p><strong>Acesso</strong>: Tem a ver com as chances que o usuário tem de ser citado por outros.</p>
<p>Esses aspectos combinados demonstram o quão influente um usuário pode ser em determinado momento. Como eles são baseados em fatores que podem sofrer alterações, seus valores relativos também variarão com o tempo.</p>
<p>Uma vez que meu objetivo não era avaliar a influência dos senadores que têm perfil no Twitter, mas apenas verificar se estariam fazendo bom uso dessa rede social, atribuí maior importância aos três aspectos iniciais, mas também analisei o último.</p>
<p>Todos os perfis avaliados tiveram um resultado geral comum:</p>
<p><strong>Baixa relação sinal-ruído</strong>: Isso quer dizer que nossos representantes (79%) vêm realmente fazendo um mau uso do Twitter, provavelmente publicando notas autopromocionais  (&#8216;chapa branca&#8217; no jargão jornalístico), que devem ser publicadas também no Jornal do Senado, e, portanto, têm baixa relevância para o usuário da rede social.</p>
<p><strong>Baixíssima generosidade</strong>: Em outras palavras, eles não demonstram que se interessam por seus seguidores, pois não lhes enviam ou encaminham conteúdos que possam ser de interesse.</p>
<p><strong>Lentidão</strong>: Eles não parecem se preocupar de manter seus potenciais seguidores supridos de informações frescas, pois publicam infrequentemente.</p>
<p><strong>Baixísimo acesso</strong>: Apenas um senador dos pesquisados apresentou índice superior a 50%, o que talvez possa ser avaliado como um indicador de sua confiabilidade perante os usuários do Twitter.</p>
<p>Se levarmos em conta que o usuário dessa rede social é basicamente um formador de opinião, nossos senadores estão perdendo uma enorme oportunidade de ouvir os anseios de parcela relevante de nossa sociedade e, mais importante, de realmente se comunicar com ela.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/10/26/senadores-que-tuitam/" rel="bookmark">Senadores que tuítam</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 26 de Outubro de 2009.</p>
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