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	<title>Tudo 2.0 &#187; usabilidade</title>
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		<title>Melhor fazer em casa</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 23:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Jakob N]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[YouTube]]></category>

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		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen sobre usabilidade aborda a hospedagem de conteúdos institucionais em mídias sociais populares como o YouTube, prática que vem sendo adotada, por exemplo, por administradores públicos &#8211; principalmente nos Estados Unidos. Segundo o autor, essa prática envolve aspectos de Arquitetura da Informação em nível Mega e está sujeita a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.useit.com/alertbox/social-mega-ia.html" target="_blank">coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> sobre usabilidade aborda a hospedagem de conteúdos institucionais em mídias sociais populares como o YouTube, prática que vem sendo adotada, por exemplo, por administradores públicos &#8211; principalmente nos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo o autor, essa prática envolve aspectos de Arquitetura da Informação em nível Mega e está sujeita a problemas diversos, um dos quais não necessariamente ligado à usabilidade.</p>
<p>Dentre os problemas de fato relacionados à usabilidade, Nielsen menciona a duplicação de informações (diversas exibições do mesmo conteúdo em áreas diferentes da mesma página do YouTube) e a péssima apresentação de miniaturas geradas para previsão do conteúdo. Ambos podem confundir o usuário.</p>
<p>Para o autor, esses problemas devem sua existência às características técnicas do próprio YouTube e à natureza da ferramenta, que foi criada para permitir a formação de redes sociais informais. Uma vez que as redes corporativas e institucionais pedem formas distintas de organizar, categorizar e apresentar informações, entende-se que nem sempre as mídias mais populares são as mais recomendadas.</p>
<p>O risco não associado à usabilidade é de natureza estratégica e ocorre quando há publicação de informações valiosas fora da rede corporativa ou institucional, trazendo valor (como, por exemplo, audiência) apenas para a ferramenta social.</p>
<p>As soluções propostas vão desde a adequação da informação ao meio (geração de títulos e descrições mais adequados) para garantir usabilidade até a distinção entre conteúdo de escopo mais abrangente para publicação nas mídias sociais e conteúdo de maior valor para publicação em site institucional.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/10/melhor-fazer-em-casa/" rel="bookmark">Melhor fazer em casa</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 10 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Twitter + blog</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-blog/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 00:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>
		<category><![CDATA[usabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Raquel Recuero e Gabriela Zago descobriram que 77% dos participantes de sua pesquisa sobre o Twitter no Brasil também tinham blog. Raquel sugeriu três razões para esse comportamento: O Twitter fornece a um blogueiro informações previamente coletadas e filtradas que podem alimentar novos posts de seu blog; O blogueiro pode usar o Twitter para divulgar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Raquel Recuero e Gabriela Zago descobriram que 77% dos participantes de sua pesquisa sobre o Twitter no Brasil também tinham blog.</p>
<p><a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/por_que_os_blogueiros_tem_twitter.html" target="_blank">Raquel</a> sugeriu três razões para esse comportamento:</p>
<ol>
<li>O Twitter fornece a um blogueiro informações previamente coletadas e filtradas que podem alimentar novos posts de seu blog;</li>
<li>O blogueiro pode usar o Twitter para divulgar esses novos posts para sua relação de leitores (ou seguidos);</li>
<li>O Twitter permite ao blogueiro medir o impacto desses novos posts sobre os leitores do blog a partir dos comentários e críticas que os mesmos leitores postem no Twitter.</li>
</ol>
<p>A pesquisadora conclui, portanto, que blogs e Twitter são, de alguma forma, complementares.</p>
<p>Eu me arrisco a fazer uma análise adicional: blogueiros que têm perfil no Twitter e seguem os comportamentos 2 e 3 demonstram conhecimento, mesmo que de forma incidental, de uma prática de usabilidade ao apresentar aos seus leitores níveis de aprofundamento distintos na leitura.</p>
<p>Assim, um leitor pode se contentar com a leitura de um post que o usuário do Twitter @fulanodetal publicou sobre o assunto assunto X e não clicar no link que direciona para o texto integral no blog desse mesmo usuário. Já outro leitor pode buscar um aprofundamento que só o blog, não limitado pela quantidade de caracteres, permite e clicar no tal link.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/31/twitter-blog/" rel="bookmark">Twitter + blog</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 31 de Julho de 2009.</p>
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