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	<title>Tudo 2.0 &#187; YouTube</title>
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		<title>Antropólogos no YouTube</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:39:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O vídeo An anthropological introduction to YouTube é a apresentação que Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural da Universidade do Estado do Kansas, fez na Biblioteca do Congresso em 23 de junho de 2008 com o propósito de divulgar um campo de pesquisa emergente: a antropologia em redes sociais, mais especificamente na rede de compartilhamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O vídeo <a href="http://www.youtube.com/watch?v=TPAO-lZ4_hU" target="_blank">An anthropological introduction to YouTube</a> é a apresentação que Michael Wesch, professor de Antropologia Cultural da Universidade do Estado do Kansas, fez na Biblioteca do Congresso em 23 de junho de 2008 com o propósito de divulgar um campo de pesquisa emergente: a antropologia em redes sociais, mais especificamente na rede de compartilhamento de vídeos YouTube.</p>
<p>Wesch inicia sua apresentação com dados surpreendentes: informa que a quantidade de vídeos publicada no YouTube já superou o que é produzido pelas redes tradicionais de mídia, um fato significativo para o que se convencionou chamar de Web 2.0, contexto em que o conteúdo é produzido e consumido por usuários comuns.</p>
<p>Em seguida, Wesch ressalta que as novas mídias da Web 2.0 se intercomunicam, pois um vídeo publicado no YouTube é comentado em blogs e microblogs, originando o que ele chama de Ambiente de Mídias Integrado (<em>Integrated Mediascape</em>). Essa integração vai além das tecnologias e informações, afetando, inclusive, os relacionamentos humanos.</p>
<p>Wesch caracteriza a <a href="http://mediatedcultures.net/" target="_blank">pesquisa</a> que vem realizando com seu grupo no YouTube como de natureza etnográfica e ressalta sua base metodológica na observação participante quando declara a importância de vivenciar os fenômenos para compreendê-los.</p>
<p>A partir da observação longitudinal feita por seus alunos, vários fenômenos característicos dessas novas sociedades em rede vêm sendo elucidados:</p>
<ul>
<li>Implosão do Contexto (<em>Context Collapse</em>): A ideia é que ‘todos estão assistindo, mas não tem ninguém lá’, isto é, as pessoas publicam vídeos sem saber em que contexto eles serão considerados. Esses conteúdos podem, inclusive, ser remixados.</li>
<li>Autoconsciência Exacerbada (<em>Hyper Self-awareness</em>): O próprio autor poderá se tornar plateia de seu vídeo, o que exacerba o potencial para a autorreflexão.</li>
<li>Anonimidade aliada à Distância Física aliada ao Diálogo Raro e Efêmero resulta em Ódio como Performance Pública (demonstração pública de ódio) / liberdade para experimentar ser humano sem medo ou ansiedade. O primeiro aspecto é bastante conhecido como ‘flaming’ em fóruns virtuais. A segunda possibilidade, entretanto, não costuma ser ressaltada em mídias sociais.</li>
<li>Arrebatamento Estético (<em>Aesthetic Arrest</em>): A rede permite que as pessoas invistam na observação de outras sem o medo de serem pegas no ato de observação (staring), que é considerado socialmente condenável. Isso traz admiração profunda pelo outro.</li>
<li>Enganando o Sistema (<em>Gaming the System</em>): Os usuários aproveitam-se das características/limitações do sistema para conquistar popularidade. Ex. Os thumbnails exibidos na pré-apresentação dos vídeos são obtidos no trecho central do vídeo enviado, portanto quem deseja conquistar público insere nesse ponto imagens de impacto.</li>
</ul>
<p>O conceito de Autenticidade também é discutido a partir do questionamento sobre a possibilidade de as pessoas representarem personagens que não refletem suas identidades reais. Esse fenômeno é atualmente analisado sob a perspectiva de que a identidade não é monolítica, mas construída contextualmente .</p>
<p>Esse vídeo é fundamental para quem pretende obter uma compreensão do fenômeno das mídias sociais a partir de uma visão ‘de dentro’.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/11/28/antropologos-no-youtube/" rel="bookmark">Antropólogos no YouTube</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 28 de Novembro de 2009.</p>
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		<title>Aprenda no YouTube</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/29/aprenda-no-youtube/</link>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 17:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ferramentas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Cursos em vídeo não são novidade, mas quando são oferecidos de graça no YouTube, ferramenta das mais populares, pode valer a pena dar uma olhada. Pelo menos é o que sugere o caderno Megazine, do Jornal O Globo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cursos em vídeo não são novidade, mas quando são oferecidos de graça no YouTube, ferramenta das mais populares, pode valer a pena dar uma olhada.</p>
<p>Pelo menos é o que sugere o <a href="http://oglobo.globo.com/blogs/megazine/posts/2009/09/29/aprenda-quase-tudo-no-youtube-227501.asp" target="_blank">caderno Megazine</a>, do Jornal O Globo.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/29/aprenda-no-youtube/" rel="bookmark">Aprenda no YouTube</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 29 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Melhor fazer em casa</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/09/10/melhor-fazer-em-casa/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Sep 2009 23:10:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen sobre usabilidade aborda a hospedagem de conteúdos institucionais em mídias sociais populares como o YouTube, prática que vem sendo adotada, por exemplo, por administradores públicos &#8211; principalmente nos Estados Unidos. Segundo o autor, essa prática envolve aspectos de Arquitetura da Informação em nível Mega e está sujeita a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.useit.com/alertbox/social-mega-ia.html" target="_blank">coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> sobre usabilidade aborda a hospedagem de conteúdos institucionais em mídias sociais populares como o YouTube, prática que vem sendo adotada, por exemplo, por administradores públicos &#8211; principalmente nos Estados Unidos.</p>
<p>Segundo o autor, essa prática envolve aspectos de Arquitetura da Informação em nível Mega e está sujeita a problemas diversos, um dos quais não necessariamente ligado à usabilidade.</p>
<p>Dentre os problemas de fato relacionados à usabilidade, Nielsen menciona a duplicação de informações (diversas exibições do mesmo conteúdo em áreas diferentes da mesma página do YouTube) e a péssima apresentação de miniaturas geradas para previsão do conteúdo. Ambos podem confundir o usuário.</p>
<p>Para o autor, esses problemas devem sua existência às características técnicas do próprio YouTube e à natureza da ferramenta, que foi criada para permitir a formação de redes sociais informais. Uma vez que as redes corporativas e institucionais pedem formas distintas de organizar, categorizar e apresentar informações, entende-se que nem sempre as mídias mais populares são as mais recomendadas.</p>
<p>O risco não associado à usabilidade é de natureza estratégica e ocorre quando há publicação de informações valiosas fora da rede corporativa ou institucional, trazendo valor (como, por exemplo, audiência) apenas para a ferramenta social.</p>
<p>As soluções propostas vão desde a adequação da informação ao meio (geração de títulos e descrições mais adequados) para garantir usabilidade até a distinção entre conteúdo de escopo mais abrangente para publicação nas mídias sociais e conteúdo de maior valor para publicação em site institucional.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/09/10/melhor-fazer-em-casa/" rel="bookmark">Melhor fazer em casa</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 10 de Setembro de 2009.</p>
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		<title>Onde as classes se encontram</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/30/onde-as-classes-se-encontram/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 20:18:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo pesquisa sobre hábitos na Internet feita pelo Instituto Informa sob encomenda da agência Binder/FC+M, as diferenças entre as classes sociais no Brasil tendem a se reduzir quando o assunto é uso de mídias sociais pelos jovens. Dos cerca de 500 rapazes e moças brasileiros de 27 capitais consultados, o uso do Orkut está nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo pesquisa sobre hábitos na Internet feita pelo Instituto Informa sob encomenda da agência Binder/FC+M, as diferenças entre as classes sociais no Brasil tendem a se reduzir quando o assunto é uso de mídias sociais pelos jovens.</p>
<p>Dos cerca de 500 rapazes e moças brasileiros de 27 capitais consultados, o uso do Orkut está nos hábitos de 20% da classe A e 15% da classe C, sendo que o site social empata nas duas classes como o mais visitado em 63%, disparado acima do YouTube (A: 8%; C:10%).</p>
<p>Mas as diferenças se insinuam de outras formas:</p>
<ol>
<li>Uma vez que o Orkut se tornou extremamente popular, a classe média alta começa a migrar para o Facebook a fim de buscar alguma diferenciação;</li>
<li>O significado atribuído pelos jovens ao fato de estarem na rede também varia em função da classe: para a classe A é uma oportunidade de autoexpressão, enquanto que a classe C é uma forma de crescimento pessoal;</li>
<li>A classe A (21%) lê mais na rede do que na C (14%), sendo que os blogs são mais lidos por jovens da região Sudeste (15%).</li>
</ol>
<p>Fonte: BALBIO, M. Encontro de geração. <strong>Revista O Globo</strong>. 30 ago. 2009. p. 20-21.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/30/onde-as-classes-se-encontram/" rel="bookmark">Onde as classes se encontram</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 30 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>A Revolução das Mídias Sociais</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/14/a-revolucao-das-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 23:18:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei se os dados são confiáveis, mas a mensagem é clara: as mídias sociais são o novo continente ainda por mapear. Obrigado, @cronai.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei se os dados são confiáveis, mas a mensagem é clara: as mídias sociais são o novo continente ainda por mapear. Obrigado, <a href="http://twitter.com/cronai" target="_blank">@cronai</a>.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="500" height="315" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="500" height="315" src="http://www.youtube.com/v/sIFYPQjYhv8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/14/a-revolucao-das-midias-sociais/" rel="bookmark">A Revolução das Mídias Sociais</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 14 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Há valor nas redes!</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/09/ha-valor-nas-redes/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 13:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisa da Wetpaint e do Altimeter Group sugere que as maiores marcas do mundo vêm percebendo valor ao se engajar nas redes sociais. A pesquisa correlaciona desempenho financeiro com amplitude e profundidade no uso de blogs, Facebook, YouTube e Twitter, entre outras redes, mas não permite de fato enxergar uma relação causal. De qualquer forma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.engagementdb.com/" target="_blank">Pesquisa da Wetpaint e do Altimeter Group</a> sugere que as maiores marcas do mundo vêm percebendo valor ao se engajar nas redes sociais.</p>
<p>A pesquisa correlaciona desempenho financeiro com amplitude e profundidade no uso de blogs, Facebook, YouTube e Twitter, entre outras redes, mas não permite de fato enxergar uma relação causal.</p>
<p>De qualquer forma, o resultado dessa pesquisa precisa ser considerado e aqui vai um resumo:</p>
<ul>
<li>Foram consultadas as empresas detentoras das 100 marcas mais importantes, segundo a edição de 2008 da Best Global Brands da Businessweek/Interbrand;</li>
<li>Avaliaram-se tanto a amplitude (quantidade de redes sociais empregadas) quanto a profundidade ou engajamento (mais do que apenas presença nas redes, significa a interação real e frequente, o estímulo a discussões e disposição de responder);</li>
<li>Descobriu-se que o aumento de amplitude acelera o engajamento devido ao efeito aprendizagem que se transfere do uso de uma rede para a adoção de outras, mesmo sabendo-se que as redes exigem estratégias diferentes;</li>
<li>Descobriu-se que o engajamento difere em função da indústria e também dentro de uma mesma indústria.</li>
</ul>
<p>A pesquisa evidenciou que existem quatro perfis de adoção de redes sociais:</p>
<ol>
<li>Maven: Altamente engajada em 7 ou mais redes;</li>
<li>Butterfly: Fracamente  engajada em 7 ou mais redes;</li>
<li>Selective: Altamente engajada em, no máximo, 6 redes;</li>
<li>Wallflower: Fracamente  engajada em, no máximo, 6 redes.</li>
</ol>
<p>Mavens, as especialistas, têm uma estratégia forte e equipe dedicada às redes, pois reconhecem que elas representam sua força no mercado. As butterflies enfrentam problemas internos para provar o valor da maioramplitude no uso das redes sociais. Nas selectives, o problema tem a ver com o tamanho das equipes dedicadas, geralmente muito pequenas. As wallflowers ainda estão mapeando o terreno, por isso adotam a estratégia de começar pequeno para minimizar riscos.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/09/ha-valor-nas-redes/" rel="bookmark">Há valor nas redes!</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 9 de Agosto de 2009.</p>
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		<title>Nielsen e as Intranets 2.0</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2009 11:23:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A coluna mais recente de Jakob Nielsen aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas. Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da Geração Y no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.useit.com/alertbox/social-intranet-features.html" target="_blank">coluna mais recente de Jakob Nielsen</a> aborda a inclusão de ferramentas de suporte às redes sociais nas intranets corporativas.</p>
<p>Nielsen afirma que a inclusão das ferramentas, mesmo que encontrando resistência de algumas empresas, é esperado devido à entrada da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG76933-8376-2,00-A+GERACAO+QUE+O+MARKETING+AINDA+NAO+DECIFROU.html" target="_blank">Geração Y</a> no mercado de trabalho. Os jovens dessa geração já estão acostumados a usar essas ferramentas (YouTube, Wikipedia, Facebook, Twitter, blogs) na vida cotidiana, logo deverão esperar encontrar essas ferramentas também nas empresas onde trabalharem.</p>
<p>Nielsen alerta que o processo não se restringe à adoção de ferramentas &#8211; não importa quais -, mas deve ser encarado como a busca de uma solução para uma demanda do negócio e que cada empresa terá necessidade de uma ou/e outra ferramenta, mas não de todas.</p>
<p>Ele relaciona, enfim, alguns fatores interessantes como resultado de uma pesquisa envolvendo 14 empresas, de 6 países, que já têm Intranets 2.0:</p>
<ol>
<li>A Intranet 2.0 costuma surgir e crescer na empresa como uma iniciativa &#8216;sem patrocínio&#8217; até que demonstre seu valor à alta hierarquia;</li>
<li>A alta hierarquia raramente tem entre seus membros representantes da Geração Y, portanto são os empregados da ponta os que aderem mais facilmente e &#8216;levantam a bandeira&#8217;;</li>
<li>As comunidades formadas por meio dessas ferramentas costumam ser &#8216;autopoliciadas&#8217;, dispensando medidas de segurança drásticas. Basta que haja algum treinamento sobre a conduta apropriada e que não se permita o anonimato;</li>
<li>A Intranet 2.0 tem a ver com a comunicação, mas também com negócios, portanto é necessário que alguém fique oficialmente responsável por garantir que os produtos dessa comunicação retroalimentem as áreas de negócio;</li>
<li>As ferramentas devem ser integradas de forma natural aos recursos de Intranet já existentes, de forma que os empregados não precisem ter informações duplicadas em diferentes ambientes.</li>
</ol>
<p>A implantação de uma Intranet 2.0 não é um processo simples nem tampouco rápido e depende muito da cultura da empresa. Naquelas em que os empregados percebem que a informação tem mais valor quando é guardada, uma iniciativa dessa natureza pode resultar em fracasso.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/04/nielsen-e-as-intranets-2-0/" rel="bookmark">Nielsen e as Intranets 2.0</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 4 de Agosto de 2009.</p>
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		<item>
		<title>Ainda em resposta ao Culto do Amador</title>
		<link>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/ainda-em-resposta-ao-culto-do-amador/</link>
		<comments>http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/ainda-em-resposta-ao-culto-do-amador/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 02 Aug 2009 20:12:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>José Paulo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Andrew Keen]]></category>
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		<description><![CDATA[O vídeo de casamento de Jill e Kevin foi postado no YouTube e se tornou um sucesso de audiência (14.728.141 exibições até hoje). Não fosse o vídeo interessante em si pela alegria do casal e dos presentes à cerimônia, ele também é interessante porque mostra que nem tudo no argumento de Andrew Keen sobre as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4-94JhLEiN0" target="_blank">vídeo de casamento de Jill e Kevin</a> foi postado no YouTube e se tornou um sucesso de audiência (14.728.141 exibições até hoje).</p>
<p>Não fosse o vídeo interessante em si pela alegria do casal e dos presentes à cerimônia, ele também é interessante porque mostra que nem tudo no argumento de <a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/07/29/culto-do-amador/" target="_blank">Andrew Keen sobre as redes sociais estarem matando nossa cultura, economia e valores</a> está correto &#8211; se é que há, de fato, algo correto nos argumentos dele.</p>
<p>O fato é que a música dançante que toca na cerimônia (<em>Forever</em>) é de Chris Brown e, muito provavelmente, não teve sua execução autorizada para aquele tipo de evento.</p>
<p>A gravadora poderia ter exigido que o YouTube removesse o vídeo por uso não-autorizado de material protegido por direitos autorais.</p>
<p>Mas ela não fez isso. Ela simplesmente acrescentou uma camada de anúncio sobre o vídeo &#8211; uma funcionalidade recente no YouTube &#8211; com links para vender a canção na Amazon e na iTunes. O sucesso da iniciativa não demorou a aparecer e superou resultados esperados.</p>
<p>Nada mal para uma tecnologia que &#8216;incentiva amadores a burlar direitos autorais&#8217;. A gravadora de Chris Brown, pelo menos, viu valor nela.</p>
<p>OBS.: Post baseado em <a href="http://open.salon.com/blog/future_of_journalism/2009/07/31/wedding_dance_video_yup_theres_a_lesson" target="_blank">matéria de Jay Rosen no Open Salon</a>.</p>
<p><a href="http://www.comunicar.pro.br/2009/08/02/ainda-em-resposta-ao-culto-do-amador/" rel="bookmark">Ainda em resposta ao Culto do Amador</a> originally appeared on <a href="http://www.comunicar.pro.br">Tudo 2.0</a> on 2 de Agosto de 2009.</p>
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